
Acossada por imigração que não cessa, em boa parte de pessoas indiferentes, ou até hostis, à civilização ocidental cristã, a Europa debate-se em discussões sobre a melhor forma de tratar a questão.
O choque de culturas propicia um clima onde avançam a discriminação e a xenofobia. A violência na periferia das grandes cidades se origina muitas vezes da inadaptação cultural e exclusão social desses imigrantes e seus descendentes.
O problema ganha maior relevância quando se detectam membros dessas etnias como responsáveis por atos terroristas. Num esforço para melhorar a situação, a União Européia estabeleceu este ano de 2008 como o da integração das culturas.
Em meio às discussões em torno do tema, o uso do véu entre as mulheres muçulmanas, passou a ser visto como manifestação inadmissível de religiosidade em instituições e estados laicos. Uma espécie de afirmação cultural e recusa à integração na sociedade que as acolhe. A escola, por exemplo.
A Holanda vem de proibir a burka, a França não quer o véu nas escolas. Enquanto isso, na Turquia, o Parlamento acaba de aprovar uma lei que revoga a proibição do uso do véu nas universidades. Cem mil pessoas se reuniram durante a votação para se manifestarem contra a proposta. Acreditam que ela atenta contra a laicização do Estado, alcançada durante o processo de modernização do País, no curso das reformas introduzidas por Kemal Ataturk. Com a mudança, certamente a Turquia terá mais dificuldade para ingressar na União Européia.
O Arcebispo de Canterbury acaba de emitir uma declaração na qual afirma que considera inevitável, no futuro, a adoção da lei islâmica na Inglaterra. Como era de esperar, foi fortemente contestado em toda a Europa.
O véu é apenas um símbolo do choque cultural, da intolerância racial e do fundamentalismo religioso.
O choque de culturas propicia um clima onde avançam a discriminação e a xenofobia. A violência na periferia das grandes cidades se origina muitas vezes da inadaptação cultural e exclusão social desses imigrantes e seus descendentes.
O problema ganha maior relevância quando se detectam membros dessas etnias como responsáveis por atos terroristas. Num esforço para melhorar a situação, a União Européia estabeleceu este ano de 2008 como o da integração das culturas.
Em meio às discussões em torno do tema, o uso do véu entre as mulheres muçulmanas, passou a ser visto como manifestação inadmissível de religiosidade em instituições e estados laicos. Uma espécie de afirmação cultural e recusa à integração na sociedade que as acolhe. A escola, por exemplo.
A Holanda vem de proibir a burka, a França não quer o véu nas escolas. Enquanto isso, na Turquia, o Parlamento acaba de aprovar uma lei que revoga a proibição do uso do véu nas universidades. Cem mil pessoas se reuniram durante a votação para se manifestarem contra a proposta. Acreditam que ela atenta contra a laicização do Estado, alcançada durante o processo de modernização do País, no curso das reformas introduzidas por Kemal Ataturk. Com a mudança, certamente a Turquia terá mais dificuldade para ingressar na União Européia.
O Arcebispo de Canterbury acaba de emitir uma declaração na qual afirma que considera inevitável, no futuro, a adoção da lei islâmica na Inglaterra. Como era de esperar, foi fortemente contestado em toda a Europa.
O véu é apenas um símbolo do choque cultural, da intolerância racial e do fundamentalismo religioso.










