Boa parte de nossas universidades não são universidades de fato.
Explico-me. Segundo estudo realizado no âmbito do Conselho Nacional de Educação 40% de nossas universidades não cumprem um dos requisitos para funcionarem como universidades.
Das 184 instituições, públicas e privadas, 67 não apresentam um mínimo de 3 programas de mestrado 1 de doutorado sendo que 15 delas não têm nenhum programa em funcionamento.
A partir de 2013, a exigência passará a ser de 4 mestrados e 2 doutorados.
Saiba mais no jornal O Estado de S. Paulo, edição de 14/08/11
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sexta-feira, 19 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Universidade do Cariri
A notícia da criação da Universidade Federal do Cariri é muito auspiciosa.
O Ceará amargou durante anos grande e injusta discriminação em relação à oferta de vagas no ensino superior federal.
Enquanto estados como Minas Gerais e Rio Grande do Sul, para citar dois exemplos apenas, possuiam mais de uma dezena de universidades federais nosso estado durante muitos anos sediava uma única instituição desse tipo, a Universidade Federal do Ceará.
Vizinhos nossos, como Pernambuco e Paraíba, há anos ja contavam com mais de uma universidade mantida pelo governo federal.
Enquanto isso, tal como o Paraná e a Bahia, o governo cearense mantém três universidades, UECE, UVA e URCA, quando a responsabilidade pelo ensino superior é da união.
Quando governador lutei muito contra esse inadmissível tratamento dado à nossa juventude gravemente limitada no seu acesso ao ensino superior gratuito federal.
Por várias vezes denunciei de público a situação e tratei do assunto junto aos ministros da educação e o presidente Lula.
Minha insistência, com a ajuda do secretário Hélio Barros, resultou na criação dos campos avançados da UFC no Cariri e Sobral que atendia em parte nossa reivindicação.
Lutei por essa causa por acreditar que reduzir desigualdades é oferecer igualdade de oportunidades. Sobretudo na educação.
Um estudo técnico a partir de critérios populacionais mostrou ao governo como era justo nosso pleito. Das quatro novas universidades anunciadas uma delas ficará no Cariri.
Corrige-se uma injustiça que perdura há dezenas de anos.
O Ceará amargou durante anos grande e injusta discriminação em relação à oferta de vagas no ensino superior federal.
Enquanto estados como Minas Gerais e Rio Grande do Sul, para citar dois exemplos apenas, possuiam mais de uma dezena de universidades federais nosso estado durante muitos anos sediava uma única instituição desse tipo, a Universidade Federal do Ceará.
Vizinhos nossos, como Pernambuco e Paraíba, há anos ja contavam com mais de uma universidade mantida pelo governo federal.
Enquanto isso, tal como o Paraná e a Bahia, o governo cearense mantém três universidades, UECE, UVA e URCA, quando a responsabilidade pelo ensino superior é da união.
Quando governador lutei muito contra esse inadmissível tratamento dado à nossa juventude gravemente limitada no seu acesso ao ensino superior gratuito federal.
Por várias vezes denunciei de público a situação e tratei do assunto junto aos ministros da educação e o presidente Lula.
Minha insistência, com a ajuda do secretário Hélio Barros, resultou na criação dos campos avançados da UFC no Cariri e Sobral que atendia em parte nossa reivindicação.
Lutei por essa causa por acreditar que reduzir desigualdades é oferecer igualdade de oportunidades. Sobretudo na educação.
Um estudo técnico a partir de critérios populacionais mostrou ao governo como era justo nosso pleito. Das quatro novas universidades anunciadas uma delas ficará no Cariri.
Corrige-se uma injustiça que perdura há dezenas de anos.
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segunda-feira, 20 de junho de 2011
Comemoração
A Universidade de São Paulo (USP) festeja a marca de 100.000 títulos de mestrado e doutorado.
A maior universidade da América Latina enfrenta agora o desafio de melhorar a qualidade dos programas. Afinal, quantidade não é sinônimo de qualidade.
Os números foram coligidos a partir de 1969 quando se estabeleceram os padrões para a pós-graduação no país. Do total 53% são mestrados e 47% doutorados.
A unidade que mais produziu títulos, 9,5%, foi a Faculdade de Filosofia,Letras e Ciências Humanas. A USP deverá realizar um grande evento em outubro para comemorar o marco alcançado.
Para o pró-reitor de pós-graduação é hora de discutir o modelo em vigor.
Diz ele, estamos com um modelo antigo, da década de sessenta. Precisamos nos questionar : queremos formar doutores só para alimentar a universidade ou para termos recursos de alto nível para o desenvolvimento do país ?
Saiba mais no jornal O Estado de S. Paulo, edição de 19/06/11
A maior universidade da América Latina enfrenta agora o desafio de melhorar a qualidade dos programas. Afinal, quantidade não é sinônimo de qualidade.
Os números foram coligidos a partir de 1969 quando se estabeleceram os padrões para a pós-graduação no país. Do total 53% são mestrados e 47% doutorados.
A unidade que mais produziu títulos, 9,5%, foi a Faculdade de Filosofia,Letras e Ciências Humanas. A USP deverá realizar um grande evento em outubro para comemorar o marco alcançado.
Para o pró-reitor de pós-graduação é hora de discutir o modelo em vigor.
Diz ele, estamos com um modelo antigo, da década de sessenta. Precisamos nos questionar : queremos formar doutores só para alimentar a universidade ou para termos recursos de alto nível para o desenvolvimento do país ?
Saiba mais no jornal O Estado de S. Paulo, edição de 19/06/11
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