O Brasil, quem diria, é campeão mundial na cobrança de pedágio em estradas. Atualmente 15.473 km de estradas ja estão sob esse regime. Com o plano anunciado pelo governo, a malha rodoviária na qual o tráfego se fará com o pagamento de pedágio subirá para 23.400 km.
Em números absolutos os dados impressionam. Percentualmente são inexpressivos. O percentual da malha concedida à iniciativa privada é de 0,90%; se o novo plano se concretizar a percentagem passará para 1,37%.
Já em estradas pavimentadas nossa situação é lastimável. Só 12,5% delas são asfaltadas contra 64,5% nos Estados Unidos e 47,4% na Índia.
Saiba mais em O Globo, edição de 19/08/12
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segunda-feira, 27 de agosto de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Linchamento
Em São Paulo, na região de Sapopemba, um motorista de onibus após atropelar e matar um homem e colidir com vários carros foi espancado até a morte por frequentadores de uma festa funk que ocorria no local.
Motorista há vinte anos fazia aquela hora a última viagem do dia.
Depoimentos de passageiros do onibus disseram que ele fora vítima de mal súbito o que ocasionou o descontrole do veículo até que parasse ao ser o freio de mão acionado pela cobradora.
A triste lição a ser recolhida do episódio é que justiça feita pelas próprias mãos pode ser uma grande injustiça.
Saiba mais no jornal O Estado de S. Paulo, edição de 29/11/11
Motorista há vinte anos fazia aquela hora a última viagem do dia.
Depoimentos de passageiros do onibus disseram que ele fora vítima de mal súbito o que ocasionou o descontrole do veículo até que parasse ao ser o freio de mão acionado pela cobradora.
A triste lição a ser recolhida do episódio é que justiça feita pelas próprias mãos pode ser uma grande injustiça.
Saiba mais no jornal O Estado de S. Paulo, edição de 29/11/11
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terça-feira, 2 de março de 2010
Bom Sinal
A empresa Bom Sinal, instalada em Barbalha, que veio para o Ceará para produzir as cadeiras de fibras de vidro do Castelão, e depois foi contratada em nosso governo para reformar os vagões do trem que atende Caucaia, está cheia de encomendas após o sucesso do comboio que trafega entre Crato e Juazeiro.
No momento produz 86 carros para cinco cidades até 2011. A meta é produzir 100 carros por ano ao preço de R$ 3 milhões cada.
Estou feliz por haver implantado no Ceará a semente de uma indústria ferroviária.
No momento produz 86 carros para cinco cidades até 2011. A meta é produzir 100 carros por ano ao preço de R$ 3 milhões cada.
Estou feliz por haver implantado no Ceará a semente de uma indústria ferroviária.
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segunda-feira, 1 de março de 2010
Entrando nos trilhos II
Fiquei feliz de ver o trem do Cariri nas páginas de uma importante revista nacional. Ao contrário do que informa a publicação tudo não começou há dois anos.
O começo foi no meu governo, ideia, planejamento, contratação e início das obras da via férrea e da construção dos trens, pela empresa Bom Sinal, localizada em Barbalha, que veio para o Ceará para fabricar as cadeiras do Castelão.
O desenvolvimento do projeto esteve a cargo de técnicos cearenses da Secretaria de Infraestrutura que tornaram viável uma solução eficiente e barata, capaz de ser reproduzida em outras cidades.
Nossa iniciativa enseja tambem a possibilidade de implantação de um polo industrial ferroviário no estado.
Não fora o governo ter paralisado a obra por um longo período e o trem já estaria rodando há muito tempo.
O começo foi no meu governo, ideia, planejamento, contratação e início das obras da via férrea e da construção dos trens, pela empresa Bom Sinal, localizada em Barbalha, que veio para o Ceará para fabricar as cadeiras do Castelão.
O desenvolvimento do projeto esteve a cargo de técnicos cearenses da Secretaria de Infraestrutura que tornaram viável uma solução eficiente e barata, capaz de ser reproduzida em outras cidades.
Nossa iniciativa enseja tambem a possibilidade de implantação de um polo industrial ferroviário no estado.
Não fora o governo ter paralisado a obra por um longo período e o trem já estaria rodando há muito tempo.
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Entrando nos trilhos
"Metrô do Cariri" - O VLT que anda nas linhas da RFFSA no Ceará: por fora, parece um trem europeu; por dentro, é igual a um ônibus
Leonardo Coutinho
Nos últimos 25 anos, grandes cidades brasileiras cogitaram adotar veículos leves sobre trilhos (VLTs) para resolver seus problemas de transporte coletivo. Netos dos velhos bondes, os VLTs são um misto de metrô e ônibus, com a diferença de que custam a metade do primeiro e transportam quatro vezes mais passageiros que o segundo. Há dois anos, os projetos de implantação do sistema começaram a sair do papel no Nordeste. Desde dezembro do ano passado, os VLTs trafegam no sertão cearense, nos 14 quilômetros que ligam Crato a Juazeiro do Norte. Recife, Fortaleza e Maceió estão adaptando suas malhas ferroviárias e têm VLTs já em linha de montagem. João Pessoa e Natal iniciarão as obras de seus sistemas ainda neste ano. No Nordeste, o custo de implantação do novo modelo de transporte é reduzido, porque os comboios vão circular sobre linhas que pertenciam à Rede Ferroviária Federal (RFFSA) e que estavam subutilizadas ou abandonadas. No litoral paulista, Santos construiu novas vias e deverá colocar o VLT para rodar ainda neste ano.
A Copa de 2014 deu o impulso que faltava ao VLT. Todas as doze cidades-sede incluíram esses veículos em seus planos para o campeonato. Em São Paulo, o novo sistema terá duas funções: ligar o Aeroporto de Congonhas ao Estádio do Morumbi e conectar algumas linhas do metrô, como ocorre em Paris. Até o início dos jogos, o Brasil investirá 23 bilhões de reais em trens urbanos - com o VLT à frente. As indústrias ferroviárias já receberam encomendas de 120 veículos e disputam licitações para montar outros 200. O mercado é tão promissor que o gigante francês Alstom, detentor de 26% do mercado mundial de trens, passou a cogitar abrir, no Brasil, uma unidade para fabricá-los. "Se as perspectivas se confirmarem, abriremos a nova planta", diz Philippe Delleur, presidente da Alstom no Brasil. Desde 2008, uma empresa nacional explora o setor: a cearense Bom Sinal. Foi ela a primeira a produzir VLTs próprios para as linhas da RFFSA. Seus vagões são uma versão mais barata dos similares europeus: por dentro, são idênticos a um ônibus urbano, mas custam 40% menos que um veículo importado. Por causa das condições vantajosas que oferece, a Bom Sinal já recebeu encomendas de 69 vagões e pedidos de orçamento de cinquenta prefeituras. Com os VLTs, o país poderá voltar aos trilhos de um transporte eficiente.
Matéria publicada na revista Veja, Edição 2153 / 24 de fevereiro de 2010
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