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segunda-feira, 2 de julho de 2012

Violência não para de crescer no Ceará

A segurança pública é o maior fracasso do governo atual. Nós já analisamos que no primeiro mandato do atual governo (2007-2010), a violência aumentou 36%, chegando no último ano a ultrapassar a média nacional na taxa de homicídios na proporção de 29,7 assassinatos para cada grupo de 100 mil habitantes. Enquanto a média do Brasil em 2010 foi de 26,2. Isso tudo com a implantação do Ronda e com investimentos jamais vistos. Imaginava-se que melhoraria no atual mandado. Qual nada, só tem piorado.

Parece que os bandidos intuíram que a gestão de segurança não era de nada, e o resultado é um estado violento, um povo assustado e inseguro. A violência não para de crescer. Além de aumentar a taxa de homicídios e diversos crimes violentos, nunca se viu tanta explosão de bancos, de caixas eletrônicos, tanta saidinha bancária. Fortaleza está virando um faroeste, uma terra sem lei.
No interior, o cenário é do tempo do lampião: cidades sitiadas, tiroteios, assaltos, e a população amedrontada.

Os número que analisei a violência no post 

Taxa de homicídios no Ceará supera a do Brasil

foram captados no Mapa da Violência.

Os números de agora são da própria Secretaria da Segurança e trazem informações de 2011 e deste ano. E são ainda mais alarmantes.
Desde 2007, ocorreram 143 assaltos a bancos, o número de roubos a pessoas aumentou, a epidemia de crack se alastrou e ainda aconteceu em 3 de janeiro de 2012 o pior dia da segurança pública na história, quando a cidade de Fortaleza parou, com medo da bandidagem.


quinta-feira, 21 de junho de 2012

terça-feira, 19 de junho de 2012

Queda

No mês de abril a produção industrial do Ceará voltou a cair.

A informação é do IBGE. A queda foi de 4,7%. O estado lidera o recuo no nordeste e tem a quarta pior posição entre as demais unidades da federação.

Saiba mais no Diário do Nordeste, edição de 07/06/12

domingo, 17 de junho de 2012

O Ronda é otimo, a segurança é que não presta

Não entendi a reação nervosa dos deputados governistas em relação às críticas sobre a insegurança. Logo no momento em que ela explode nos bancos e nos quatro cantos do Ceará, e em especial em Fortaleza, que já registra mais de mil homicídios só nos quatro meses de 2012. Nenhum deputado se deu ao luxo de citar números, tendo como única âncora o apelo midiático do Ronda do Quarteirão, que na campanha prometia reduzir a insegurança.

Deu-se o contrário. Desde sua criação, a taxa de homicídio cresceu 36%. Isso fez com que o Ceará, pela primeira vez em toda a sua história, superasse a média nacional. Já tratei disso aqui no post 

Taxa de homicídios no Ceará supera a do Brasil


Esses dados se referem ainda a 2010, último ano cujas informações estão consolidadas. As projeções para 2012 dão conta de que o ano terá o infeliz título de mais violento de todos os tempos.

A velha desculpa de que é um problema nacional – e que se alastra por todos os estados – não se sustenta nos números. A violência caiu no Brasil, e muito mais em Pernambuco, para falar da Região. No Ceará, que gastou muito mais dinheiro, a violência explodiu. Como é o nome disso?  

PS: O Mapa da Violência tem todos os números. Alguns detalhes são assombrosos. Volto ao assunto.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Educação

* Clique para ampliar

A informação de melhora nos índices de educação no estado constitui auspiciosa notícia.

No Ceará o ensino fundamental está praticamente municipalizado na íntegra. Assim, a conquista  deve-se sobretudo aos municípios sem que se ignore os estímulos oferecidos pelo estado.

A este cabe a responsabilidade pelo ensino básico, o chamado segundo grau.

No ranking dos melhores municípios no Spaece-alfa (2°ano) não figura Sobral, cujas proezas no setor já foram cantadas em prosa e verso.

Aparece como 4° colocado no ranking dos melhores quando a avaliação é feita em relação ao 5° ano.

Solonópole, Potiretama, Mucambo e Pires Ferreira estão entre os melhores nas duas situações.

Saiba mais no jornal O Povo, edição de 22/05/12


Torpedo

O torpedo do secretário da cultura Antonio Carlos dirigido ao governador exonerando-se do cargo abriu um rombo no casco do governo.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Energia de Ondas

* Fonte: Relatório de Gestão (2003-2006) Governo do Estado do Ceará / Secretaria da Infra-Estrutur
Clique sobre o texto 
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Mais uma ação do meu
governo dando frutos.

Centro cultural

Há poucos dias foi inaugurado em Fortaleza o Centro Cultural da Caixa Econômica no edificio da antiga Alfândega, que é tombado pelo órgão do patrimônio histórico, o IPHAN.

No prédio funcionava uma agência de penhores da Caixa Econômica.

Quando governador consegui que o então presidente Jorge Matoso autorizasse a instalação naquele local de um centro cultural da Caixa como ocorria em outras capitais que já dispunham de equipamento daquele tipo.

Minha proposta foi aceita de pronto fazendo-se necessária a transferência da agência para local próximo onde fosse possível atender às exigências compatíveis com uma agência de penhores.

Empenhei-me pessoalmente nisso junto ao empresário Luciano Cavalcante para acelerar a locação de imóvel de sua propriedade à Caixa Econômica satisfeitas as exigências daquela instituição de crédito.

Com a presença do presidente Jorge Matoso foi apresentada em solenidade a maquete do projeto e aberta licitação para contratação da obra. O governo do estado cederia parte de seu acervo de arte para exposição no novo espaço.

Grande parte do acervo do estado, inclusive preciosa coleção do pintor Antonio Bandeira, permanece em depósito por falta de local para ser exibido. Era a oportunidade para expor o rico material sem onus para o estado.

Os governos municipal e estadual não cooperaram com a iniciativa e até colocaram, de forma incompreensível, restrições ao empreendimento.

O importante é que Fortaleza ganhou um importante instrumento de difusão cultural fruto de decisão do então presidente da Caixa, Jorge Matoso, de quem guardo excelente impressão, e que muito colaborou com meu governo.

Jurandir Santiago, hoje presidente do BNB, à época gerente geral da Caixa no estado, conhece muito bem toda essa história.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

(IN)SEGURANÇA

Bandidos sitiaram a cidade de Tamboril até chegarem ao Bradesco, 
que acabou sendo assaltado, depois de dinamitado. 
Eles levaram dinheiro e deixaram o prédio do banco totalmente destruído.


* Fonte: Jornal O POVO - 1º/06/2012

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Saúde

No Ceará é assim:

- A maior epidemia de dengue da história

- Os casos de meningite cresceram 84%

Esta é apenas uma pequena amostra da calamidade sanitária no estado.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Quando o Ceará cresceu mais que o Brasil

A comunicação do governo, até em tom ufanista, aponta o crescimento do Ceará acima do nacional, como se isso fosse um recorde. Mas o IBGE diz o contrário. Comparando os números atualizados, nota-se que o Ceará cresceu mais no meu governo em relação ao Brasil do que na gestão que me sucedeu. É que os números usados na comunicação do governo cearense foram inflados com projeções que não se confirmaram, como o PIB de 2009, previsto para 3,1%, mas apurado apenas em 0,04%. Uma diferença e tanto.

Quem tem a mania da comparação para se jactar de bom gestor não sou eu, mas não fujo das comparações. Mesmo porque os números me são favoráveis.

Veja só a tabela abaixo:


Como se vê, o PIB cearense em minha gestão (2003-2006) cresceu em média 0,85% ao ano a mais do que o Brasil. O crescimento nos quatro anos foi de 3,4 pontos percentuais acima do Brasil.

Na gestão seguinte (2007-2010), o Ceará cresceu em média apenas 0,32% ao ano a mais do que o Brasil, acumulando 1,28 pontos percentuais de crescimento acima da média nacional nos 4 anos.

Fechando as contas: em relação ao desempenho da economia brasileira, o PIB cearense no meu período cresceu quase três vezes mais do que na gestão seguinte. Sem levar em consideração que o cenário nacional era muito mais adverso na minha administração, que coincidiu com o primeiro mandato do presidente Lula.

O atual governo que trombeteou os números errados, via Ipece, tinha obrigação moral de corrigir a informação quando eles foram definidos pelo IBGE. Principalmente diante da disparidade entre os dados levantados pelo Estado e os que foram efetivamente consolidados pelo IBGE.

Os levantamentos preliminares e suas publicações como o Ipece faz são normais. O Ipece tem mostrado honestidade intelectual ao colocar asteriscos nos números e apontar em nota de rodapé que os dados são preliminares e carecem de confirmação.

O uso dessa metodologia é usual. Mas o Governo só fez uso dos números que se mostraram falsamente favoráveis à sua gestão.

sábado, 26 de maio de 2012

Sucessão

O governador visitou o Lula para tratar da sucessão em Fortaleza.

Ao cabo da reunião declarou seu interesse em manter a aliança com o PT desde que o candidato mostre que tem condições de mudar a forma de governar a cidade.

Quer dizer, o escolhido deverá negar a prefeita e seus feitos.

Ao falar assim exige submissão ou nada feito.

Saiba mais no DN, edição de 23/05/12

Fósseis

O Cariri abriga uma das mais importantes províncias fossilíferas do mundo.

A proteção desses depósitos está garantida por legislação anacrônica, o decreto lei de 1942, reconhecido por uma portaria de n° 55 de 1990 do Ministério da Ciência e Tecnologia.

A fragilidade da legislação aliada à fiscalização ineficiente facilita o comércio e o contrabando de fósseis, exploração dos recursos naturais com efeitos predatórios sobre os depósitos e insegurança legal para os pesquisadores.

É recente a notícia da prisão pela polícia federal de dois pesquisadores, sendo um deles francês, e apreensão de peças em poder deles no aeroporto de Juazeiro do Norte.

No senado tive oportunidade, após ampla discussão com interessados, de apresentar projeto de lei para regulamentar a proteção e a pesquisa paleontológica no país.

Esquecido, não sei se nas gavetas da Câmara, não se converteu em lei que viesse a atualizar a norma jurídica sobre assunto de tamanha importância para conhecimento da evolução das espécies na terra.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Farra

Há uma farra publicitária patrocinada pelo governo do estado.

Em um único dia surpreendi edições de jornais com cinco páginas inteiras de anúncios governamentais.

Não há êxito administrativo que justifique esse excesso. O dono do dinheiro, o povo, bem que gostaria de conhecer o custo dessa abundância de propaganda.

Esse é um recorde que o governo não alardeia.

Defensores

Os defensores públicos estaduais movimentam-se em prol de suas reivindicações, preenchimento de cargos vagos, autonomia financeira, aumento salarial, etc., segundo pauta já encaminhada ao governador.

Não descartam a hipótese de greve caso não sejam atendidos em seus pleitos.

Bem que poderiam mostrar à sociedade o alto sentido social de suas funções ajuizando ações pela devolução aos servidores estaduais dos juros excessivos cobrados nos empréstimos consignados.

Saiba mais no jornal O Estado, edição de 22/05/12

terça-feira, 22 de maio de 2012

Mentir com números II


A imprensa cearense abriu manchete para o crescimento de 3,1% do PIB cearense em 2009. Seria mesmo motivo de manchete se os números fossem verdadeiros.

Abaixo aponto os links que registram a  festa feita com número equivocados.




Em todas as três reportagens faltou o essencial: a informação que o resultado dependia de confirmação. O PIB de 2009, consolidado pelo IBGE em 2011, teve uma variação pífia: meros 0,04%.



O Governo ganhou generosos espaços na imprensa com 3,1% alardeados pelos falsos profetas do otimismo.

Mas, infelizmente para o povo cearense, os números finais mostraram que a realidade era totalmente discrepante. E essa realidade não produziu manchete. O povo consumiu a fantasia do crescimento, que só ocorria na  mídia – seja no jornalismo ou na farta publicidade oficial.

Dessa vez, o Governo silenciou e não comentou o decepcionante resultado.  Faltou a manchete nos jornais: "Ceará cresce apenas 0,04% em 2009". O crescimento "muito acima do Brasil" tem se mostrado apenas uma peça de marketing.

Seria excelente que os dados publicados na imprensa fossem verdadeiros. O que mais desejo é que meu Estado cresça e que os cearenses aproveitem esse desenvolvimento. Mas tenho obrigação de alertar sobre a verdadeira situação do Ceará. Não podemos comemorar um "ótimo resultado" se ele verdadeiramente não existe.

A tempo:

Li a nota técnica enviada pelo Ipece ao Blog do Eliomar, que confirma o que anunciei em MENTIR COM NÚMEROS, pois em nenhum momento a nota questiona a minha argumentação. Apenas explica sua metodologia.

Sei da competência e da qualidade dos seus profissionais. Mais do que ninguém reconheço-lhe a importância. Para quem não sabe, ou não se lembra, o Ipece foi criado logo no início do meu governo com o objetivo de integrar as informações necessárias para avaliar e planejar as políticas públicas do Ceará.

O que fiz foi analisar os números divulgados pelo Instituto, à disposição no site do Ipece, e os dados publicados na imprensa - e que o Governo não se preocupou em corrigir quando o IBGE divulgou a consolidaçao. Era uma obrigação moral do Estado, principalmente diante de tal disparidade dos números e da forma como eles foram propalados.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Mentir com números


O governo tem pautado a imprensa com uma agenda positiva baseada em números falsos. Em seu livro "Como mentir com as estatísticas", estudado nas universidades, Darrel Hull mostra como a realidade pode ser distorcida se alterarmos as escalas de uma tabela ou se compararmos números de bases diferentes, e outras formas de manipulação passíveis de enganar pessoas menos atentas. Uma delas é a que ficou conhecida pela boca do ex-ministro Ricupero: o que é bom a gente mostra, o que é ruim a gente esconde".

As manchetes que dão conta de que o PIB do Ceará vem crescendo muito acima da média nacional e mais do que na época de meu governo - que os governistas fazem questão de comparar - contêm duas inverdades. Nem o Ceará vem crescendo tanto assim - no ano de 2011 a indústria do Ceará teve o pior desempenho nacional. E comparado com o Brasil, o crescimento do Ceará no 1º mandato Cid Gomes avançou menos do que no período entre 2002 e 2006, quando tive a honra de governar o Ceará.

O Ipece é o órgão técnico de planejamento do governo, o que cuida dos números, dados e levantamentos. A questão do PIB tem uma singularidade que escapa a muitos. A consolidação é um processo demorado e chega a dois anos de descompasso. O governo, estadual ou federal, trabalha com números preliminares, o que é comum. Posteriormente é que se verifica o real. Procedimento comum. O não usual é como se faz agora. O Ipece tem apresentado projeções preliminares muito otimistas, que são repassadas para a mídia. E deixa de corrigir quando os números não se comportaram como o previsto.

Pequeno exemplo: Em 2009, o Ceará cresceu 3% segundo dados preliminares do Ipece, e o Brasil teria apresentado resultado negativo: -0,6%. Mas os números definitivos consolidados pelo IBGE desnudam um cenário bem diferente. Em vez dos 3% anunciados, o Ceará cresceu apenas 0,04%. Estes números finais não provocaram manchete. Soltaram fogos em vão. Abaixo a tabela apresentada pelo Ipece em seu relatório, já finalizado. (http://www.ipece.ce.gov.br/publicacoes/ipece-informe/Apresentacao_Informe_25.pdf)




(Clique na imagem para melhor visualização)


Os números causam certo fetiche nos jornalistas que os destacam em manchete. Nem sempre, porém, são bem apurados. A busca diária pela informação e a dinâmica de uma redação não propiciam o aprofundamento de uma análise que muitos dados demandam. Quem chamou a atenção para o fato foi a ombudsman da Folha, Suzana Singer, no texto intitulado "A tentação dos números", publicado na Folha de S. Paulo, de 08/01/2012.

Reproduzo pequeno trecho: "No impreciso e subjetivo mundo em que se move o jornalismo, números são tentadores. Eles conferem uma aura de cientificidade, passam a impressão de que aquela reportagem diz a verdade, que não se baseia em declarações ou opiniões".

Ela termina com uma listinha de conselhos para jornalistas da Folha:

- NÃO DIVULGARÁS NÚMEROS SEM CONTEXTUALIZÁ-LOS
- NÃO REPETIRÁS NÚMEROS SEM QUESTIONÁ-LOS
- DUVIDARÁS DAS FONTES
- NÃO TE PRECIPITARÁS
- SERÁS COMEDIDO

Só assim se explica que os jornais do Ceará, sem questionamento, transformaram em manchetes declarações do governador Cid Gomes, de que o Ceará vai dobrar o seu PIB nas próximas duas décadas. Um claro exagero.
Volto ao assunto.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Informação

Diário do Nordeste, edição de 13/05/12 :

Lei geral de acesso
Transparência pública tem desafio no Ceará
Até o próximo dia 16, toda a administração pública
deverá estar com o serviço implementado, sob pena de sanções

Entra em vigor hoje a lei federal de acesso à informação pública. Por ela os poderes públicos, federal, estadual e municipal, se obrigam a fornecer a qualquer cidadão dados solicitados, salvo nas condições especiais especificadas na lei.

Para tanto  a lei estabelece prazos para a resposta e instancias recursais em caso de negativa. Prevê ainda que deverão ser elaboradas leis disciplinando a matéria no âmbito dos estados.

Estamos diante de uma revolução democrática capaz de romper com a blindagem das administrações que sonegam à imprensa e às Assembleias Legislativas esclarecimentos sobre seus atos.

São governos opacos que escondem nos porões os elementos que poderiam lançar luz sobre seus malfeitos.

O do Ceará é um bom exemplo disso. Nem deputados conseguem que seus pedidos de informação sejam dirigidos ao poder executivo tornando o parlamento estadual um mero adereço institucional de pouca valia fiscalizadora.

O paradoxo é que no caso cearense o cidadão tornou-se mais importante que o deputado. Ele pode perguntar e ter direito a uma resposta.

O deputado vê sua iniciativa se frustrar diante de uma maioria dócil ao governo.

Quer dizer, para se informar, o deputado terá que agir como simples cidadão. É o caso de se perguntar: se é assim para que servem os deputados?

domingo, 13 de maio de 2012

Teatro

Com frequência tomo conhecimento pela mídia de eventos que acontecem no Theatro José de Alencar. Solenidades e acontecimentos festivos de natureza as mais variadas, uns frívolos, outros mais sérios.

A liberalidade com que se vem cedendo o teatro para sediar essas ocorrências pode comprometer sua estrutura e equipamentos que, restaurados à duras penas, devolveram ao teatro seu esplendor.

Antes, uma orientação rígida do governo limitava seu uso à finalidade primitiva, espetáculos teatrais com certo nível de qualidade.

No passado a banalização do uso daquela casa levou a uma quase ruína de suas instalações. Querem ver esse filme de novo?