A Fifa divulgou que os preparativos para a Copa na Rússia, que ocorrerá em 2018, estão mais adiantados que no Brasil, sede da competição de 2014.
Depois há quem ache injusta a fama de que brasileiro deixa tudo para a última hora...
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sábado, 21 de janeiro de 2012
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Remoções
ONGs denunciam 21 remoções ilegais para a a Copa de 2014 em 7 capitais. Fortaleza é uma delas.
Segundo a Articulação Nacional dos Comitês Populares, que reúne movimentos sociais que discutem o impacto das obras, até 170 mil pessoas estão ameaçadas de perder suas casas.
O relatório de 138 páginas foi entregue a autoridades municipais, estaduais, parlamentares e instituições financeiras envolvidas com as obras da Copa.
Cópias tambem foram enviadas a instituições internacionais ligadas à defesa dos direitos humanos.
Saiba mais no jornal O Estado de S. Paulo, edição de 13/12/11
Segundo a Articulação Nacional dos Comitês Populares, que reúne movimentos sociais que discutem o impacto das obras, até 170 mil pessoas estão ameaçadas de perder suas casas.
O relatório de 138 páginas foi entregue a autoridades municipais, estaduais, parlamentares e instituições financeiras envolvidas com as obras da Copa.
Cópias tambem foram enviadas a instituições internacionais ligadas à defesa dos direitos humanos.
Saiba mais no jornal O Estado de S. Paulo, edição de 13/12/11
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Estados
Há o estado de direito, o estado de exceção e agora surgiu o estado da Fifa.
As leis brasileiras estarão suspensas durante a Copa de 2014 e valerão as normas impostas pela Fifa.
É o que deve acontecer em relação às regras para licitações do poder público e ao consumo de bebidas alcoólicas nos estádios de futebol.
Tudo pela Copa!
As leis brasileiras estarão suspensas durante a Copa de 2014 e valerão as normas impostas pela Fifa.
É o que deve acontecer em relação às regras para licitações do poder público e ao consumo de bebidas alcoólicas nos estádios de futebol.
Tudo pela Copa!
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quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Poderosa
Nem os governos militares ousaram acabar com a meia entrada.
A Fifa ameaça extingui-la nos jogos da Copa de 2014.
A Fifa ameaça extingui-la nos jogos da Copa de 2014.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
A frase do dia
A Copa de 2014 divertirá muita gente durante um mês e alguns poucos durante muitos anos. Os vencedores da disputa de 2014 já são conhecidos, embora não calcem chuteiras nem joguem à vista de todos.
Hilário Franco Júnior, sobre os gastos da Copa.
Hilário Franco Júnior, sobre os gastos da Copa.
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Contagem regressiva...
Terça-feira, 26 de julho. A foto aérea de Anthony Charlton, da AFP, mostra o Estádio Olímpico de Londres Iluminado durante a cerimônia que marcou um ano para o início dos Jogos. Mais de 6 milhões de ingressos já foram vendidos, 90% das obras estão prontas e o balanço parcial mostra que foram gastos R$ 4,5 bilhões a menos do que previa o orçamento.
Enquanto isso, no Brasil...
Enquanto isso, no Brasil...
*Fonte: Jornal O Estado de S.Paulo - Domingo, 31 /07/2011
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quinta-feira, 23 de junho de 2011
Curiosidade
Afinal, o que pensam as grandes empreiteiras sobre o Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC) que prevê o sigilo do preço para contratar obras destinadas a atender necessidades da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos, adotado por imposição da FIFA e do COI?
Mudas, estarão felizes?
Mudas, estarão felizes?
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domingo, 19 de junho de 2011
Copa
O grau de submissão do governo brasileiro à FIFA e ao COI é espantoso.
A Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos são eventos de importância mundial. Sediá-los é um prestígio para o Brasil.
Passar por cima da lei e aceitar imposições absurdas implica num elevado custo moral e financeiro.
Já tivemos decretos secretos, nomeações secretas no senado e agora, não bastasse, orçamentos secretos para obras de custos desconhecidos.
A urgência fabricada, por falta de ação em tempo oportuno, e o risco criado de inviabilizar os eventos, vão ensejar facilidades que irão encher os bolsos de muitos.
A Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos são eventos de importância mundial. Sediá-los é um prestígio para o Brasil.
Passar por cima da lei e aceitar imposições absurdas implica num elevado custo moral e financeiro.
Já tivemos decretos secretos, nomeações secretas no senado e agora, não bastasse, orçamentos secretos para obras de custos desconhecidos.
A urgência fabricada, por falta de ação em tempo oportuno, e o risco criado de inviabilizar os eventos, vão ensejar facilidades que irão encher os bolsos de muitos.
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quinta-feira, 24 de junho de 2010
Copa
Da coluna do Neno no Diário do Nordeste, edição de 22/06/10 :
Essa não
É triste ver um governador eleito correr na África do Sul atrás do Presidente da CBF, Ricardo Teixeira, para mendigar uma audiência. Episódio desalentador mesmo para os que não votaram em Cid, entre os quais me incluo, mas que não deixam de ter amor próprio. Por mais válido seja o motivo, tentar trazer para cá a abertura da Copa, houve pisada na bola.
Essa não
É triste ver um governador eleito correr na África do Sul atrás do Presidente da CBF, Ricardo Teixeira, para mendigar uma audiência. Episódio desalentador mesmo para os que não votaram em Cid, entre os quais me incluo, mas que não deixam de ter amor próprio. Por mais válido seja o motivo, tentar trazer para cá a abertura da Copa, houve pisada na bola.
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terça-feira, 18 de maio de 2010
Copa
Do Diário do Nordeste, edição de 16/05/10
Do papel ao concreto
Copa: projetos não entram em campo
Diário inicia acompanhamento dos planos do estado entregues para a Fifa com vistas ao mundial de 2014
Enquanto isso a Fifa ameaça sair de campo e estudar uma alternativa ao Brasil em função do atraso no cronograma de obras.
Do papel ao concreto
Copa: projetos não entram em campo
Diário inicia acompanhamento dos planos do estado entregues para a Fifa com vistas ao mundial de 2014
Enquanto isso a Fifa ameaça sair de campo e estudar uma alternativa ao Brasil em função do atraso no cronograma de obras.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Copa
O Brasil está há muito tempo querendo uma Copa, mas agora tem que se mexer.Tem de fazer isso pela América do Sul, não só pelo Brasil. É incrível como o Brasil está atrasado.
Jerome Valcke, Secretário Geral da Fifa
Jerome Valcke, Secretário Geral da Fifa
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Castelão
Os desafios da PPP do Castelão
Estudiosos da Parceria Público Privada (PPP) chamam a atenção para o que acontecerá, depois da Copa do Mundo 2014, com o consórcio que vier a ganhar o direito de modernizar e administrar o Castelão. Para manter as modernas instalações do estádio será precisos cobrar ingresso mais caro que os de hoje. O pobre torcedor virará torcedor pobre.
Da coluna de Egídio Serpa, Diário do Nordeste, edição de 24/02/10.
O jornalista diz o que já afirmei muitas vezes. O risco do Castelão se tornar um elefante branco inacessível aos cearenses é enorme.
Isso para não falar dos barrados na Copa, que não terão como suportar o alto custo dos ingressos para assistirem aos jogos que se realizarão em Fortaleza.
Estudiosos da Parceria Público Privada (PPP) chamam a atenção para o que acontecerá, depois da Copa do Mundo 2014, com o consórcio que vier a ganhar o direito de modernizar e administrar o Castelão. Para manter as modernas instalações do estádio será precisos cobrar ingresso mais caro que os de hoje. O pobre torcedor virará torcedor pobre.
Da coluna de Egídio Serpa, Diário do Nordeste, edição de 24/02/10.
O jornalista diz o que já afirmei muitas vezes. O risco do Castelão se tornar um elefante branco inacessível aos cearenses é enorme.
Isso para não falar dos barrados na Copa, que não terão como suportar o alto custo dos ingressos para assistirem aos jogos que se realizarão em Fortaleza.
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Estádios
Para sediar a Copa da Europa de futebol em 2004 Portugal teve que construir vários grandes e modernos estádios.
Grande parte dos recursos para essas obras veio do governo nacional ficando as prefeituras dos munícipios (as câmaras municipais das autarquias, como se diz aqui) responsáveis pela administração dessas praças esportivas.
Ocorre que essas prefeituras consideram os dispêndios elevados, face a baixa taxa de ocupação, e já cogitam, como solução, alienar os estádios, o que está vedado nos termos do acordo celebrado com o governo à época da construção.
O Presidente da Câmara de Leiria já anunciou a intenção de vender o estádio por não poder arcar com um custo diário, para mante-lo, da ordem de 5.000,00 euros.
No caso de Leiria o estádio, projeto do arquiteto Tomás Taveira, tem capacidade para 23.500 espectadores tendo custado 90,9 milhões de euros de encargos públicos. A lotação média nos últimos três anos foi de 2484,6.
É bom lembrar, para se ter uma ideia da relação custo benefício, que aquela cidade sediou apenas dois jogos da Copa, Suiça x Croácia e França x Croácia.
Aveiro, Coimbra, Faro e Loulé, apresentam problema semelhante ao de Leiria.
Augusto Mateus, ex Ministro da Economia no governo de Antonio Guterres, compara a situação a de uma família que, habituada a um televisor antigo, resolve comprar vários, modernos, para cada divisão da casa. Mais tarde se descobre sem dinheiro para pagar o estudo dos filhos...
Quando no Brasil se fala em construir, ou ampliar, estádios país afora é conveniente que se conheça experiências como a de Portugal antes que nos enchamos de elefantes brancos feitos para cenário de dois ou três jogos que a maior parte da população local sequer assistirá.
Saiba mais no jornal Público, edição de 30/12/09
Grande parte dos recursos para essas obras veio do governo nacional ficando as prefeituras dos munícipios (as câmaras municipais das autarquias, como se diz aqui) responsáveis pela administração dessas praças esportivas.
Ocorre que essas prefeituras consideram os dispêndios elevados, face a baixa taxa de ocupação, e já cogitam, como solução, alienar os estádios, o que está vedado nos termos do acordo celebrado com o governo à época da construção.
O Presidente da Câmara de Leiria já anunciou a intenção de vender o estádio por não poder arcar com um custo diário, para mante-lo, da ordem de 5.000,00 euros.
No caso de Leiria o estádio, projeto do arquiteto Tomás Taveira, tem capacidade para 23.500 espectadores tendo custado 90,9 milhões de euros de encargos públicos. A lotação média nos últimos três anos foi de 2484,6.
É bom lembrar, para se ter uma ideia da relação custo benefício, que aquela cidade sediou apenas dois jogos da Copa, Suiça x Croácia e França x Croácia.
Aveiro, Coimbra, Faro e Loulé, apresentam problema semelhante ao de Leiria.
Augusto Mateus, ex Ministro da Economia no governo de Antonio Guterres, compara a situação a de uma família que, habituada a um televisor antigo, resolve comprar vários, modernos, para cada divisão da casa. Mais tarde se descobre sem dinheiro para pagar o estudo dos filhos...
Quando no Brasil se fala em construir, ou ampliar, estádios país afora é conveniente que se conheça experiências como a de Portugal antes que nos enchamos de elefantes brancos feitos para cenário de dois ou três jogos que a maior parte da população local sequer assistirá.
Saiba mais no jornal Público, edição de 30/12/09
domingo, 25 de outubro de 2009
Castelão

Roberto Sérgio Ferreira, presidente do Sindicato da Construção Civil, lança uma alerta: construir um novo estádio sai mais barato do que reformar o Castelão.
Segundo ele, um novo estádio, que atenda as exigências da FIFA, custaria cerca de R$ 250 milhões enquanto a adequação do atual está orçada em R$ 397 milhões.
Segundo Roberto um novo estádio ajudaria a desenvolver a cidade ao invés de investir no Castelão e acessos.
O secretário de esportes preferiu dizer que confia nos técnicos que elaboraram o estudo sendo prematuro comparar custos quando ainda não se conhece o projeto de reforma.
Saiba mais no Diário do Nordeste, edição de 22/10/09
Segundo ele, um novo estádio, que atenda as exigências da FIFA, custaria cerca de R$ 250 milhões enquanto a adequação do atual está orçada em R$ 397 milhões.
Segundo Roberto um novo estádio ajudaria a desenvolver a cidade ao invés de investir no Castelão e acessos.
O secretário de esportes preferiu dizer que confia nos técnicos que elaboraram o estudo sendo prematuro comparar custos quando ainda não se conhece o projeto de reforma.
Saiba mais no Diário do Nordeste, edição de 22/10/09
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segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Investimentos
Só os investimentos necessários à realização da Copa do Mundo e das Olímpiadas deverão alcançar a cifra de R$ 130 bilhões.
Para uma melhor ideia do que isso significa, basta dizer que no total o Governo Federal investiu R$ 116 bilhões entre 2003 e 2008.
Além dos investimentos em reforma de estádios, transportes e infraestrutura urbana, com vista aos eventos esportivos, serão precisos recursos bilionários para exploração do pré-sal e financiamento à indústria nacional, que permita atender as necessidades da Petrobras, estimadas em R$ 400 bilhões.
Isso sem falar no dinheiro previsto para execução do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Minha Casa Minha Vida.
A alocação dos recursos previstos implica em uma reversão da tendência histórica de baixo investimento do Governo Federal. O desafio será como fazer isso sem gerar deficit e inflação.
Muita coisa vai depender do quanto será a participação do setor privado, mediante concessões e Parcerias Público Privadas (PPPs).
Saiba mais no jornal o Estado de S. Paulo, edição de 18/10/09.
Para uma melhor ideia do que isso significa, basta dizer que no total o Governo Federal investiu R$ 116 bilhões entre 2003 e 2008.
Além dos investimentos em reforma de estádios, transportes e infraestrutura urbana, com vista aos eventos esportivos, serão precisos recursos bilionários para exploração do pré-sal e financiamento à indústria nacional, que permita atender as necessidades da Petrobras, estimadas em R$ 400 bilhões.
Isso sem falar no dinheiro previsto para execução do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Minha Casa Minha Vida.
A alocação dos recursos previstos implica em uma reversão da tendência histórica de baixo investimento do Governo Federal. O desafio será como fazer isso sem gerar deficit e inflação.
Muita coisa vai depender do quanto será a participação do setor privado, mediante concessões e Parcerias Público Privadas (PPPs).
Saiba mais no jornal o Estado de S. Paulo, edição de 18/10/09.
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sábado, 3 de outubro de 2009
domingo, 16 de agosto de 2009
Copa
Agora está claro.
Ao contrário do que se disse, haverá, sim, dinheiro público para pagar a conta da Copa do Mundo de 2014.
Ricardo Teixeira, presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), declarou à imprensa que o Governo terá que abrir o cofre para construção ou reforma de 9 dos 12 estádios que irão sediar jogos da Copa.
Antes, a conversa era de que a verba pública se destinaria totalmente ao pagamento de obras de infraestrutura. O discurso inicial mudou.
A previsão é de que o gasto nos estádios das cidades sedes será de R$ 3 bilhões. O Governo Federal diz que não irá bancar essa conta.
Ricardo Teixeira diz em entrevista que "sempre falei em PPPs (parcerias público-privadas)", para justificar o gasto público nos estádios selecionados.
No Ceará, uma nova lei modificando a anterior, que datava do meu governo, admite a formação de uma PPP para execução de obras no estádio Castelão.
Fique de olho para saber quem irá ganhar na Copa... E não estou a falar dos jogos...
Saiba mais nos jornais Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo, edições de 05/08/09.
Ao contrário do que se disse, haverá, sim, dinheiro público para pagar a conta da Copa do Mundo de 2014.
Ricardo Teixeira, presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), declarou à imprensa que o Governo terá que abrir o cofre para construção ou reforma de 9 dos 12 estádios que irão sediar jogos da Copa.
Antes, a conversa era de que a verba pública se destinaria totalmente ao pagamento de obras de infraestrutura. O discurso inicial mudou.
A previsão é de que o gasto nos estádios das cidades sedes será de R$ 3 bilhões. O Governo Federal diz que não irá bancar essa conta.
Ricardo Teixeira diz em entrevista que "sempre falei em PPPs (parcerias público-privadas)", para justificar o gasto público nos estádios selecionados.
No Ceará, uma nova lei modificando a anterior, que datava do meu governo, admite a formação de uma PPP para execução de obras no estádio Castelão.
Fique de olho para saber quem irá ganhar na Copa... E não estou a falar dos jogos...
Saiba mais nos jornais Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo, edições de 05/08/09.
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