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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Maconha

O presidente José Mujica, do Uruguai, encaminhou ao Congresso projeto de lei para regular, produção, industrialização, comercialização e consumo da maconha pelo estado.

O plano do governo é combater a pasta base droga que o governo considera responsável pelo aumento da criminalidade deslocando o consumo de drogas para a maconha.

A estimativa é de que será necessária uma produção de 27 toneladas ano em uma área de 100 hectares para atender o mercado local estimado em 75 mil pessoas.

Industrializado, o produto será comercializado sob a forma de cigarros a residentes no Uruguai, devidamente cadastrados, maiores de 18 anos, até um limite de 40 cigarros por mês.

O imposto decorrente da comercialização será canalizado para tratamento de dependentes de drogas.

A proposta gerou reação da oposição assim como a de junho deste ano que descriminalizou a maconha e desencadeou grande polêmica no país.

Para evitar que Montevideu se torne a Amsterdam do Rio da Prata turistas não poderão adquirir a maconha estatal.

Saiba mais no jornal O Estado de S. Paulo, edição de 11/08/12

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Biologia

John Coates, ex-banqueiro, convertido à neurociência e a endocrinologia, acaba de publicar um livro, The Hour Between  Dog and Wolf, para explicar a conduta temerária, irresponsável mesmo, de operadores financeiros que lançaram o mundo numa das maiores crises da história do capitalismo.

As oscilações do mercado guardariam relação com níveis hormonais no sangue desses operadores. Se tudo vai bem há maior liberação de testosterona o que gera euforia e favorece as operações de risco.

Se o mercado vai mal aumenta a produção de cortisol e até bons negócios são vistos com pessimismo e mercado cai mais.

Para tornar a banca menos vulnerável à biologia Coates sugere mais mulheres nas mesas de arbitragem pois essas são menos sensíveis à testosterona. Tambem recomenda uma revisão do sistema de distribuição de bonus em vigor que estimula os operadores a correrem riscos pouco razoáveis.

Saiba mais no artigo É a biologia, estúpido, de Hélio Schwartswan publicado na Folha de S. Paulo, edição de 01/07/12

domingo, 8 de julho de 2012

Diplomacia

A decisão dos sócios do Mercosul de suspender o Paraguai e aproveitar-se disso para admitir a Venezuela pode ter sido uma trapalhada diplomática praticada se não sob a liderança do Brasil pelo menos com sua conivência.

O argumento usado para suspender o país vizinho é uma cláusula democrática que vincula os países do grupo. A destituição do presidente Lugo, pela celeridade com que se deu, teria sido um golpe parlamentar caracterizado pelo cerceamento de defesa do mandatário paraguaio.

Chama atenção o abandono, e isolamento político, de Lugo que obteve em seu favor, no Senado e na Câmara dos Deputados, um, ou pouco mais que isso de votos.

Resignado teria acatado o resultado só mais tarde insurgindo-se contra isso.

Os interesses brasileiros naquele país são relevantes. Basta citar Itaipu, que gera 15% da energia consumida no Brasil e o grande número de brasiguaios responsáveis por boa parte da produção agrícola do Paraguai.

A Venezuela aguardava há alguns anos a anuência dos sócios para ingressar como membro pleno do bloco. Restava a aprovação paraguaia, empancada no Senado, óbice ainda não superado.

Lembro que a aprovação pelo parlamento brasileiro não foi tranquila. Arrastou-se por um bom tempo.

A suspensão do Paraguai, até a realização de eleições presidenciais, ensejou a oportunidade para que os outros três sócios, Brasil, Argentina e Uruguai, admitissem a Venezuela sem a chancela do país suspenso.

O governo uruguaio, esteve dividido quanto à essa decisão. O Ministro das Relações Exteriores mostrou-se contra. O Presidente José Mujica disse que sobre o aspecto jurídico prevaleceu o político.

Se o que aconteceu no Paraguai não foi um exemplo de ato democrático a Venezuela não prima por respeitar direitos individuais, liberdade de expressão e decisões da justiça.

Há anos, quando era Deputado Federal, integrei uma comitiva de parlamentares brasileiros em visita ao Paraguai, a convite da oposição, para avaliar a conjuntura política do país então sob a ditadura de Alfredo Stroessner.

Foi quando pude sentir a importância da embaixada brasileira perante as instituições e lideranças políticas daquele país. Um posto pequeno, mas de grande importância estratégica para nós, que requer sempre à sua frente um diplomata experiente.

Algum tempo depois o governo brasileiro foi surpreendido pela queda do ditador sem que nosso embaixador houvesse percebido a iminência do acontecido. Não sei se agora teria ocorrido o mesmo ou se nosso governo alertado não tenha emprestado importância aos avisos.

Fato é que nosso Ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, teve que deixar às pressas a Rio+20 para correr atrás do prejuízo no nosso vizinho.




sexta-feira, 6 de julho de 2012

Hemingway

Graças a um acordo entre a editora americana Scribner e os herdeiros serão publicados as 47 versões escritas por Hemingway para o final de Adeus às Armas, um romance que tem como cenário a primeira guerra mundial.

A iniciativa mostra as diferentes alternativas que o Nobel de Literatura experimentou até encontrar a versão adotada para fecho do livro que o autor admitiu ter algo de autobiográfico.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Saúde

O Presidente Obama acaba de obter significativa vitória junto à Suprema Corte dos Estados Unidos. Por um voto foram consideradas válidas as linhas mestras da lei de sua iniciativa referente aos planos de saúde.

A nova lei que passará a vigorar a partir de janeiro de 2014 traz, entre outras, as seguintes inovações:

1 - Todo morador dos EUA será obrigado a ter um seguro de saúde que cumpra critérios mínimos. Há atualmente 25 milhões de americanos sem seguro ou cujos planos não cobrem seus gastos. Aqueles com renda mensal inferior à R$ 2.390,00 terão subsídio do governo federal e dos estados.

2 - As seguradoras não mais poderão rejeitar pacientes por conta de doenças pré-existentes ou condições físicas (como peso) nem cobrar mais de mulheres.

A lei foi questionada na Suprema Corte por iniciativa de 26 estados que arguiram sua inconstitucionalidade. O Supremo rejeitou dispositivos que impunham mais obrigações aos estados.

Saiba mais na Folha de S. Paulo, edição de 29/06/12



sexta-feira, 29 de junho de 2012

Paraguai

O chanceler brasileiro Antonio Patriota adiantou que o Paraguai deverá ser suspenso do Mercosul devido ao impeachment relâmpago do presidente Fernando Lugo.

O processo, ainda que de acordo com a lei, não teria dado suficiente prazo para a defesa do presidente deposto que deu margem ao que vem sendo chamado de "golpe parlamentar." Sem generais e tanques nas ruas.

A medida a ser adotada pelo Mercosul não incluiria punições econômicas. Significa que o oxigênio do país não será cortado.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Bradbury

Faleceu o escritor Ray Bradbury. Justo no momento em que estou lendo o livro Fahreneit 451, que o fez famoso e depois virou filme.

É a história de uma distopia onde bombeiros incendiários se dedicam a atear fogo aos livros, objetos indesejáveis por fazerem pensar, guardarem a memória e instalarem a dúvida no espírito das pessoas.

Toda sociedade que queima livros mais tarde queima tambem pessoas. É só uma questão de tempo. Basta lembrar o que aconteceu na vigência do nazismo.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Contra o Estado-anunciante

No México, os meios de comunicação estão se vendendo - e se rendendo - à força do governo. O diagnóstico é de Rubén Aguilar, professor e jornalista mexicano que foi porta-voz da Presidência da República de seu país entre 2002 e 2006 (governo Vicente Fox). "Tudo está à venda", disse ele durante sua palestra no seminário Meios de Comunicação e Democracia na América Latina, realizado no Instituto Fernando Henrique Cardoso, em São Paulo, no final da tarde de terça-feira. E arrematou: "Só o que se discute é o preço".

No México descrito por Aguilar, a tensão entre a imprensa e o poder, que é natural e desejável nos regimes democráticos, tende a desaparecer para dar lugar a uma relação de troca negocial, um toma lá, dá cá em que os governantes ganham poder (com o apoio dos veículos jornalísticos) e os empresários do setor ganham dinheiro (tendo no Estado um anunciante camarada). Assim, enquanto uns faturam votos e outros faturam lucros, a sociedade perde: a fiscalização do poder some de cena e a imprensa se converte em mercadoria política.

Diante desse cenário, o ex-porta-voz foi coerente e se declarou contrário ao uso de verbas públicas no mercado publicitário. O Estado, quando se converte em anunciante, passa a constranger, seduzir, cercear ou mesmo chantagear órgãos de imprensa, não necessariamente nessa ordem. O jornalismo investigativo perde fôlego - e a democracia, também.

Na abertura do mesmo seminário, Bernardo Sorj, diretor do Centro Edelstein de Pesquisa Social, professor titular aposentado da Universidade Federal do Rio de Janeiro e organizador do livro Meios de Comunicação e Democracia: Além do Estado e do Mercado (publicado no ano passado pelo Centro Edelstein), tocou no mesmo ponto. Para ele, devemos considerar a necessidade de impor limites ao crescente investimento de dinheiro público em propaganda de governo. Aos que defendem a publicidade governamental com o tortuoso sofisma de que ela jogaria recursos em pequenos jornais e emissoras, contribuindo assim para a "diversidade" no debate público, Bernardo Sorj argumenta, corretamente, que, se for esse o objetivo, o Estado deveria abrir linhas de financiamento público, a partir de critérios democráticos, impessoais e transparentes. Essa seria a política adequada para apoiar veículos menores e fortalecer a pluralidade e a concorrência saudável.

Aos poucos, ainda que tardiamente, vai nascendo entre nós a percepção de que a publicidade governamental distorce, deforma e degrada o debate público. Ela, que sempre foi uma unanimidade entre os agentes políticos - basta ver que, no Brasil e em todos os países da América Latina, os governos anunciam cada vez mais, qualquer que seja o partido do mandatário -, começa finalmente a ser descrita como problema para os observadores mais críticos.

Já era tempo. Aqui mesmo, neste mesmo espaço, esse problema já foi denunciado mais de uma vez: o que existe hoje nas nossas democracias ainda precárias é uma simbiose promíscua entre Estado e meios de comunicação privados, gerando um ecossistema com o qual é muito difícil romper.

No Brasil, a prática avança numa progressão de enrubescer o erário. Na primeira década do século 21 será difícil encontrar, na administração pública brasileira, uma rubrica orçamentária que tenha crescido mais.

Comecemos pela Prefeitura de São Paulo: num intervalo de seis anos, o montante jogado em publicidade oficial praticamente decuplicou, saltando de R$ 12 milhões em 2005 para R$ 108 milhões em 2010. Na cidade do Rio de Janeiro, a evolução foi ainda mais estonteante: em 2009, ao menos de acordo com os dados oficiais, a soma aplicada em publicidade da prefeitura ficou na casa de R$ 0,47 milhão e, em 2011, o total alcançou a cifra de R$ 74 milhões. O governo estadual do Rio de Janeiro passou de R$ 70 milhões em 2005 para R$ 172,5 milhões em 2011. No governo federal, conforme cifras divulgadas no site da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, a Secom, os gastos da administração direta e indireta (contando, portanto, com as empresas estatais) vêm oscilando em torno da marca do bilhão de reais. No ano de 2009 houve um pico: R$ 1,7 bilhão. Também em 2009, o governo paulista alcançou um ápice de R$ 314,6 milhões, ante apenas R$ 33 milhões em 2003.

A que se destinam tantas fortunas? Elas não geram ambulatórios, não criam vagas nas escolas públicas, não abrem um só quilômetro de metrô, não aumentam o efetivo policial, não melhoram as estradas, nada disso. Nem sequer informação elas oferecem à sociedade. Só o que essa dinheirama produz é fetiche: uma boa imagem - imagem mercadológica - para aqueles que governam. É bom observar, a propósito, que a linguagem, a estética e a forma narrativa da propaganda oficial são idênticas - são as mesmas - às adotadas pelos filmetes partidários exibidos no horário eleitoral. A propaganda governamental é o prolongamento escancarado da propaganda eleitoral - e vice-versa. Ao contrário do que dizem os governantes, não sem cinismo, essas peças de comunicação não informam coisa alguma - apenas contam lorotas publicitárias.

O pior, o mais grave de tudo, é que elas esvaziam a independência dos órgãos jornalísticos de pequeno e de médio porte. Dizem as autoridades da comunicação oficial que, distribuindo seus milhões para os pequenos, os governos fortalecem os jornais locais ou "alternativos". É mentira. A verba pública transformada em verba anunciante nos jornais e nas emissoras locais produz neles uma dependência mortal. O dinheiro público entra pela porta e a independência crítica é expulsa pela janela. Também por isso, a figura novíssima e abrutalhada do Estado-anunciante só enfraquece a democracia.

Têm razão Rubén Aguilar e Bernardo Sorj. Mas que político terá coragem de romper com o ecossistema?

(Eugênio Bucci)
* JORNALISTA,  É PROFESSOR DA ECA-USP E DA ESPM

* Fonte: O Estado de S. Paulo (17/05/2012) 

domingo, 3 de junho de 2012

Fumo

O Brasil gasta R$ 21 bilhoes no tratamento de doenças relacionadas ao tabaco.

O valor equivale a 30% do orçamento do Ministério da Saúde e é 3,5 vezes maior que o arrecadado em impostos pela Receita Federal, no mesmo período, com produtos derivados do tabaco.

Cai por terra o argumento de que o cigarro ao financiar o tesouro tornara-se um mal necessário do qual nao se poderia abrir mao.

O Brasil tem uma legislaçao das mais rígidas para inibir o hábito de fumar. Nao obstante, a incidência de câncer de pulmao entre nós ainda nao declinou.

Na França, que nao possuia lei de inibiçao ao fumo, após sua adoçao caiu o número de casos de câncer do pulmao.

Saiba mas no jornal O Estado de S. Paulo, ediçao de 31/05/12

Aniversário

A ponte Golden Gate em Sao Francisco celebra 75 anos.

Há algum tempo visitando a cidade pude percorre-la de automóvel. Há outras muito mais modernas mas ela permanece como uma referência mundial de ponte pênsil.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Crise

O Brasil não vai pegar uma pneumonia quando espirrarem na Europa.
Dilma Roussef
presidente da República sobre a crise econômica na Europa.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Bancos

Os bancos espanhois têm um "rombo" que poderá chegar a 218 bilhões de euros.

Especialistas consideram que a situação da Espanha é mais grave que a da Irlanda. Especialmente no que concerne ao crescimento econômico e desemprego.

 O grosso das perdas viria de empréstimos imobiliários comerciais concentrados nas chamadas "cajas", instituições financeiras vinculadas às regiões autônomas.

Saiba mais no jornal O Estado de S. Paulo, edição de 22/05/12

Grécia

Grécia e Europa estão vinculadas na crise, ainda que por razões antagônicas.

A primeira não descarta a hipótese de abandonar o euro. A segunda disfarça o temor de que isso aconteça.

O remédio é o entendimento, isso se os eleitores gregos, chamados novamente às urnas, deixarem.

A assunção de um governo radical poderá ser o velório do euro com graves consequências a nível europeu e mundial.

sábado, 19 de maio de 2012

Corrida

Corrida aos bancos gregos já teria resultado em saques que superam 1,0 bilhão de euros.

Quantia semelhante teria sido levantada do Bankia, terceiro maior banco da Espanha, na UTI do governo. Autoridades espanholas negam o fato.

Corrida bancária é o prenúncio do caos. Não há banco que suporte retiradas maciças.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Europa

Os efeitos da crise econômica que se abate sobre a Europa estão redesenhando o mapa eleitoral do continente.

Entre janeiro e maio doze pleitos nacionais foram realizados lá. Os vencedores se alternam entre partidos de esquerda e de direita.

O que parece comum a todos é a rejeição à austeridade fiscal e a emergência dos extremistas. É o protesto contra o poder.

Saiba mais no jornal O Estado de S. Paulo, edição de 14/05/12

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Bancos

Eles (o governo) custam a entender o papel da finança porque não leram Marx.

Se tivessem lido entenderiam. Pensam que é capital não produtivo. Mas é o coração do sistema.

Fernando Henrique Cardoso, criticando a pressão que o governo está fazendo sobre os bancos privados para que cortem suas taxas.

domingo, 6 de maio de 2012

Eleições

Passeando pela internet vi que o socialista Hollande venceu, por uma diferença de 4%, a eleição na França. O comparecimento do eleitorado superou 70%.

Eleito, terá agora que entregar o que prometeu durante a campanha. Tarefa difícil, se considerarmos o cenário econômico europeu que não poupa da crise a França, segunda maior economia do continente.

Desfaz-se a dupla Merkel/Sarkozy. Os dois seguiam afinados no que entendiam ser a melhor maneira de lidar com as dificuldades dos paises europeus cuja face visível é a estagnação econômica e o desemprego.

Já da eleição na Grécia, que também ocorreu hoje, não tive notícia. Periferia econômica e noticiosa. É isso aí!

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Desunião

A crise econômica que se abateu sobre a Europa compromete a unidade europeia, um longo processo que se desenrola há anos e que tem na moeda única uma de suas expressões mais relevantes.

Alguns paises viraram náufragos econômicos vítimas de dívidas soberanas impagáveis.

O resgate europeu dessas economias combalidas foi liderado pela Alemanha e instituiçoes financeiras internacionais que impuseram rigorosos programas de ajustes fiscais com graves consequências sociais e políticas.

O nacionalismo renasceu acompanhado de ressentimento contra os paises centrais europeus sedes das economias mais fortes. A Alemanha é disparada o principal alvo dessa animosidade popular.

Duas histórias reveladas pela imprensa ilustram o ambiente que envena a relação entre gregos e alemães.

1-Num onibus senta-se uma alemã e em seguida tira um livro da bolsa e inicia a leitura. A grega ao seu lado ao ver o livro alemão levanta-se e procura outro lugar para sentar.

2-Em um restaurante em Berlim uma alemã apresenta à outra amiga, Bárbara, uma grega. Ao que ela responde, desculpe, esqueci a carteira, sob risos.

Saiba mais no jornal Público, edição de 02/05/12

terça-feira, 10 de abril de 2012

Jornal

O "Philadelphia Inquirer" foi vendido por U$55 milhões. O jornal que tem 183 anos de história foi adquirido por um grupo ligado ao Partido Democrata.

O que chama atenção na venda é a desvalorização do jornal na sequência de transações feitas nos últimos anos. O fenômeno se explica pela expansão das mídias digitais e perda de leitores e anunciantes.

Alguns grandes jornais deixaram de publicar versões impressas e outros acabaram vendidos.

O jornal viu seu faturamento ser reduzido nos últimos seis anos de U$500 milhões para a metade. A tiragem média nos dias de semana é de 331.374 exemplares  subindo para 482.597 aos domingos.

Em 2006 foi vendido por U$515 milhões e há dois anos, em nova venda, por U$139 milhões.

Saiba mais no jornal O Estado de S. Paulo, edição de 04/04/12

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Acordo

Brasil e Estados Unidos chegaram a um acordo para proteger as denominações cachaça e bourbon, o uisque americano.

Tá tudo combinado, a cachaça é nossa e o bourbon é deles.