Ministério da Fazenda e Banco Central estão empenhados em uma disputa que tem por pano de fundo a expectativa de crescimento do país para o próximo ano.
Enquanto a Fazenda crê que vai tudo bem, quanto ao equilíbrio fiscal e o volume de gastos públicos, o Banco Central teme que uma aceleração da economia produza uma inflação de demanda.
Para se prevenir, o Banco insinua a possibilidade de aumento de juros no futuro. Contra isso, se insurge o Ministro Mantega, acenando para um crescimento, em 2010, no máximo de 5%, acusando a existência de terrorismo fiscal provocado por interessados na especulação finaceira.
Saiba mais nos jornais O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo, edições de 30/09/09 e 02/10/09.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Olimpíada
Do jornal O Estado de S. Paulo, edição de 29/09/09:
Olimpíada de matemática melhora nota de escola em prova nacional
Pela primeira vez, impacto da competição é medido em avaliações, quanto mais o colégio participa melhor o desempenho
Olímpiadas escolares existem no mundo desde o fim do século XIX.
No nosso Governo, numa ação conjunta das secretarias de Ciência e Tecnologia e Educação, apoiada pela Universidade Federal do Ceará, com a coordenação do professor Lucas, realizamos a Olimpíada de Matemática nas escolas públicas, em caráter pioneiro, com grande sucesso.
O êxito de nossa iniciativa foi tal que o Governo Federal incorporou o projeto, instituíndo a Olimpíada Brasileira de Escola Pública, tendo a primeira acontecido no ano de 2005. Quase 20 milhões de alunos, entre 11 e 17 anos de idade, participaram do certame este ano.
A Olimpíada Brasileira de Matemática existe desde 1979, com destaque para os alunos das escolas particulares. Alunos das escolas públicas, praticamente ficavam à margem dessas competições.
Avaliação feita por pesquisadores da Fundação Itaú Social concluíram que as escolas que inscreveram alunos na competição, entre 2005 e 2008, tiveram, em média, 2,14 pontos a mais na Prova Brasil, exame do MEC que avalia português e matemática.
Nosso pioneirismo não parou aí. Realizamos, no Ceará, a primeira Olimpíada de Português, empreendimento inédito, inclusive em âmbito internacional.
Olimpíada de matemática melhora nota de escola em prova nacional
Pela primeira vez, impacto da competição é medido em avaliações, quanto mais o colégio participa melhor o desempenho
Olímpiadas escolares existem no mundo desde o fim do século XIX.
No nosso Governo, numa ação conjunta das secretarias de Ciência e Tecnologia e Educação, apoiada pela Universidade Federal do Ceará, com a coordenação do professor Lucas, realizamos a Olimpíada de Matemática nas escolas públicas, em caráter pioneiro, com grande sucesso.
O êxito de nossa iniciativa foi tal que o Governo Federal incorporou o projeto, instituíndo a Olimpíada Brasileira de Escola Pública, tendo a primeira acontecido no ano de 2005. Quase 20 milhões de alunos, entre 11 e 17 anos de idade, participaram do certame este ano.
A Olimpíada Brasileira de Matemática existe desde 1979, com destaque para os alunos das escolas particulares. Alunos das escolas públicas, praticamente ficavam à margem dessas competições.
Avaliação feita por pesquisadores da Fundação Itaú Social concluíram que as escolas que inscreveram alunos na competição, entre 2005 e 2008, tiveram, em média, 2,14 pontos a mais na Prova Brasil, exame do MEC que avalia português e matemática.
Nosso pioneirismo não parou aí. Realizamos, no Ceará, a primeira Olimpíada de Português, empreendimento inédito, inclusive em âmbito internacional.
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quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Do blog De Rerum Natura

Ando a ler, ao mesmo tempo que o novo romance de António Lobo Antunes ("Que Cavalos São Aqueles Que Fazem Sombra No Mar?, Dom Quixote), o livro, também recente, de entrevistas que ele deu ao jornalista João Céu e Silva ("Uma Longa Viagem com António Lobo Antunes", Porto Editora). Porque ele refere a ciência quando é inquirido sobre religião, não resisto a transcrever as suas respostas dadas nas ps. 29-30 às questões sobre Deus:
"- A propósito do rezar de Orson Welles, qual é a sua posição sobre a religião?
- Há um velho provérbio húngaro que diz: "Na cova do lobo não há ateus." Eu julgo que não existe quem não acredite, porque o Nada não existe na Física ou na Biologia e quando se lêem os grandes físicos - Einstein, Max Planck e por aí fora -, vê-se que eram homens profundamente crentes. Chegaram a Deus através da Física e da Matemática e falavam de Deus de uma maneira fascinante. A minha relação é a de um espírito naturalmente religioso - e cada vez mais -, embora não no sentido desta ou daquela Igreja mas naquele que me parece que a ideia de Deus é óbvia. Cada vez o é mais para mim.
- Porquê?
- É um bocado como quando o Einstein - lá estou eu a citar outra vez! - diz que "Deus não joga aos dados"... É claro que eu me zango com Deus, é uma relação de zanga também porque Ele permite sofrimento, mas talvez os seus desígnios tenham tal profundezas que não consigo atingir. O sofrimento sempre me foi incompreensível e acho que, como disse há pouco, nascemos para a alegria. A minha atitude em relação à religião é essa e não estou a falar de Igrejas mas de Deus. Não acredito quando as pessoas me dizem que são agnósticas ou ateias! Não acredita nisso, não estou a dizer que a pessoa não esteja a ser sincera, mas dentro dela, em qualquer ponto, há algo. Uma vez perguntaram ao Hemingway se ele acreditava em Deus e a resposta foi: "Às vezes, à noite".
- E o António, à noite, também acredita?
- Acredito sempre, mas zango-me muitas vezes. Eu julgo que o próprio da fé é a dúvida, o questioná-la constantemente, e muitas vezes pergunto-me se existe. É óbvio que sim."
Alvará
Em Brasília, o Tribunal de Contas da União (TCU) deu prazo de 30 dias ao Governo Federal para apresentar alvará das obras em andamento no Palácio do Planalto, sob pena de interditá-las.
Aqui, a obra do Centro de Convenções corre frouxa, sem a indispensável licença da prefeitura, exigida das construções mais humildes.
Aqui, a obra do Centro de Convenções corre frouxa, sem a indispensável licença da prefeitura, exigida das construções mais humildes.
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terça-feira, 20 de outubro de 2009
Abolição
O Governo do Estado do Ceará anuncia seu novo projeto de reforma do Palácio da Abolição.
Agora, ele vai custar, segundo a imprensa, R$ 19,6 milhões. O anterior tinha um custo estimado de R$ 37,3 milhões.
O primeiro foi bombardeado pela oposição, que apontou sua ostentação (lembram das torneiras de ouro?), e por técnicos que denunciaram sua elaboração à revelia do órgão responsável, tratando-se de um imóvel tombado pelo patrimônio histórico estadual.
Obrigado a recuar diante de forte reação oferecida pela sociedade, espera-se que o Governo tenha aprendido a lição.
Eis aí um bom exemplo de excelente serviço prestado pela oposição e profissionais comprometidos com o interesse público.
Saiba mais no jornal O Povo, edição de 19/10/09.
Agora, ele vai custar, segundo a imprensa, R$ 19,6 milhões. O anterior tinha um custo estimado de R$ 37,3 milhões.
O primeiro foi bombardeado pela oposição, que apontou sua ostentação (lembram das torneiras de ouro?), e por técnicos que denunciaram sua elaboração à revelia do órgão responsável, tratando-se de um imóvel tombado pelo patrimônio histórico estadual.
Obrigado a recuar diante de forte reação oferecida pela sociedade, espera-se que o Governo tenha aprendido a lição.
Eis aí um bom exemplo de excelente serviço prestado pela oposição e profissionais comprometidos com o interesse público.
Saiba mais no jornal O Povo, edição de 19/10/09.
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Escrivães
A justiça vem de determinar ao Governo do Ceará a nomeação de 117 escrivães de polícia, aprovados em concurso público realizado em 2006.
A decisão estabelece que o Estado suspenda a renovação do contrato com uma empresa para terceirização de serviços em delegacias, funções que caberiam aos concursados.
Aliás, é estranhável que a empresa terceirizada para fornecimento de mão-de-obra seja uma construtora, a CRR Construções Ltda.
A denúncia havia sido formulada em junho passado pelo advogado Hércules Amaral, conselheiro da OAB -CE.
O fato comprova que a farra terceirizante invade áreas sensíveis, como a de segurança, privativa de servidores do Estado.
Só a justiça compele esse Governo a cumprir a lei.
Saiba mais no jornal O Povo, edição de 16/10/09.
A decisão estabelece que o Estado suspenda a renovação do contrato com uma empresa para terceirização de serviços em delegacias, funções que caberiam aos concursados.
Aliás, é estranhável que a empresa terceirizada para fornecimento de mão-de-obra seja uma construtora, a CRR Construções Ltda.
A denúncia havia sido formulada em junho passado pelo advogado Hércules Amaral, conselheiro da OAB -CE.
O fato comprova que a farra terceirizante invade áreas sensíveis, como a de segurança, privativa de servidores do Estado.
Só a justiça compele esse Governo a cumprir a lei.
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Livros
Quem mata um homem mata uma criatura de razão... quem destroi um bom livro mata a própria razão.
Livros são como as carnes e os alimentos, uns são bons, outros de má substância.
De John Milton, autor da Aeropagítica, escrita por ele quando da renovação (1643) do requisito de licença para a circulação de livros, imposto pelo Longo Parlamento.
Saiba mais no jornal O Estado de S. Paulo, edição de 20/09/09.
Livros são como as carnes e os alimentos, uns são bons, outros de má substância.
De John Milton, autor da Aeropagítica, escrita por ele quando da renovação (1643) do requisito de licença para a circulação de livros, imposto pelo Longo Parlamento.
Saiba mais no jornal O Estado de S. Paulo, edição de 20/09/09.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
O conto da conta
O consumidor brasileiro paga a mais sua conta de energia em razão de erro cometido no cálculo da tarifa pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).
A falha no estabelecimento do reajuste se repete desde 2002, período durante o qual o consumidor pode ter sido sangrado em R$ 7 bilhões, segundo o TCU.
O valor indevido é cobrado de todos os consumidores regulares, sem exceção. Hoje são 63 milhões de ligações existentes no território nacional.
O erro começa no reajuste tarifário que é aplicado anualmente, exceto no ano da revisão tarifária que ocorre a cada quatro anos em todas distribuidoras.
O reajuste é aplicado sobre a receita total dos doze meses anteriores, tendo a ANEEL concluído que o cálculo deveria se aplicar sobre a receita futura.
O problema teria surgido a partir de uma portaria publicada em 2002, apontada como a causa do erro, já que deixa de captar ganhos esperados com a demanda futura.
O valor pago a mais fica no caixa das empresas. Na verdade, as empresas estão lucrando em cima de encargos do sistema, o que é vedado. O Governo sabe disso há dois anos.
A ANEEL condena a atitude das empresas, que considera eticamente discutível, mas diz não ter como obrigar a devolução do dinheiro.
Saiba mais na Folha de S. Paulo, edição de 18/10/09.
A falha no estabelecimento do reajuste se repete desde 2002, período durante o qual o consumidor pode ter sido sangrado em R$ 7 bilhões, segundo o TCU.
O valor indevido é cobrado de todos os consumidores regulares, sem exceção. Hoje são 63 milhões de ligações existentes no território nacional.
O erro começa no reajuste tarifário que é aplicado anualmente, exceto no ano da revisão tarifária que ocorre a cada quatro anos em todas distribuidoras.
O reajuste é aplicado sobre a receita total dos doze meses anteriores, tendo a ANEEL concluído que o cálculo deveria se aplicar sobre a receita futura.
O problema teria surgido a partir de uma portaria publicada em 2002, apontada como a causa do erro, já que deixa de captar ganhos esperados com a demanda futura.
O valor pago a mais fica no caixa das empresas. Na verdade, as empresas estão lucrando em cima de encargos do sistema, o que é vedado. O Governo sabe disso há dois anos.
A ANEEL condena a atitude das empresas, que considera eticamente discutível, mas diz não ter como obrigar a devolução do dinheiro.
Saiba mais na Folha de S. Paulo, edição de 18/10/09.
Investimentos
Só os investimentos necessários à realização da Copa do Mundo e das Olímpiadas deverão alcançar a cifra de R$ 130 bilhões.
Para uma melhor ideia do que isso significa, basta dizer que no total o Governo Federal investiu R$ 116 bilhões entre 2003 e 2008.
Além dos investimentos em reforma de estádios, transportes e infraestrutura urbana, com vista aos eventos esportivos, serão precisos recursos bilionários para exploração do pré-sal e financiamento à indústria nacional, que permita atender as necessidades da Petrobras, estimadas em R$ 400 bilhões.
Isso sem falar no dinheiro previsto para execução do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Minha Casa Minha Vida.
A alocação dos recursos previstos implica em uma reversão da tendência histórica de baixo investimento do Governo Federal. O desafio será como fazer isso sem gerar deficit e inflação.
Muita coisa vai depender do quanto será a participação do setor privado, mediante concessões e Parcerias Público Privadas (PPPs).
Saiba mais no jornal o Estado de S. Paulo, edição de 18/10/09.
Para uma melhor ideia do que isso significa, basta dizer que no total o Governo Federal investiu R$ 116 bilhões entre 2003 e 2008.
Além dos investimentos em reforma de estádios, transportes e infraestrutura urbana, com vista aos eventos esportivos, serão precisos recursos bilionários para exploração do pré-sal e financiamento à indústria nacional, que permita atender as necessidades da Petrobras, estimadas em R$ 400 bilhões.
Isso sem falar no dinheiro previsto para execução do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Minha Casa Minha Vida.
A alocação dos recursos previstos implica em uma reversão da tendência histórica de baixo investimento do Governo Federal. O desafio será como fazer isso sem gerar deficit e inflação.
Muita coisa vai depender do quanto será a participação do setor privado, mediante concessões e Parcerias Público Privadas (PPPs).
Saiba mais no jornal o Estado de S. Paulo, edição de 18/10/09.
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domingo, 18 de outubro de 2009
Furo
Da coluna de Sonia Racy, no jornal O Estado de S. Paulo, edição de 17/10/09:
Fundo sem fundos
Apesar das alianças em penca, Lula vai atravessar o ano eleitoral com muito prefeito reclamando à sua volta.
Nas contas de François Bremaeker, da Transparência Municipal, os repasses do governo -via Fundo de Participação dos Municípios - encolheram R$ 2,5 bilhões em 2009, por causa da queda na arrecadação.
O agrado que o planalto providenciou em MP, no mês passado, ficou abaixo de R$ 1 bilhão.
Fundo sem fundos
Apesar das alianças em penca, Lula vai atravessar o ano eleitoral com muito prefeito reclamando à sua volta.
Nas contas de François Bremaeker, da Transparência Municipal, os repasses do governo -via Fundo de Participação dos Municípios - encolheram R$ 2,5 bilhões em 2009, por causa da queda na arrecadação.
O agrado que o planalto providenciou em MP, no mês passado, ficou abaixo de R$ 1 bilhão.
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De avô para neto
O projeto de Refis, que pela sua prodigalidade já está conhecido como coisa de avô para neto, está encontrando reação dos deputados, no que tange ao dispositivo que manda inscrever no Serasa os devedores inadimplentes.
A ilegalidade é flagrante, pois não há como aceitar que uma lei cometa delegação a determinada empresa privada, eliminando a priori a exigência de licitação.
Infelizmente, esta não é a única ilegalidade do projeto, que afronta induvidosamente a lei de responsabilidade fiscal.
Continuo a dizer, a proposta não é legal e não é moral.
Saiba mais no jornal O Povo, edição de 16/10/09.
A ilegalidade é flagrante, pois não há como aceitar que uma lei cometa delegação a determinada empresa privada, eliminando a priori a exigência de licitação.
Infelizmente, esta não é a única ilegalidade do projeto, que afronta induvidosamente a lei de responsabilidade fiscal.
Continuo a dizer, a proposta não é legal e não é moral.
Saiba mais no jornal O Povo, edição de 16/10/09.
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Petrobrás
A Petrobrás se tornou a quinta maior empresa do mundo. Seu valor de mercado chegou esta semana a U$ 208 bilhões. O pré-sal e o câmbio impulsionaram sua valorização.
À sua frente estão:
- Exxon. Valor de mercado U$ 350 bilhões
- Petrochina
- Industrial e Comercial Bank of China
- Microsoft
Apenas a Petrobras ultrapassou empresas de vários ramos. Entre outras, Berkshire Hathaway, Procter and Gamble, IBM, Johnson & Johnson, Roayal Dutch Shell, BHP Billington, Walmart e HSBC.
Saiba mais no jornal O Estado de S. Paulo, edição de 17/10/09.
À sua frente estão:
- Exxon. Valor de mercado U$ 350 bilhões
- Petrochina
- Industrial e Comercial Bank of China
- Microsoft
Apenas a Petrobras ultrapassou empresas de vários ramos. Entre outras, Berkshire Hathaway, Procter and Gamble, IBM, Johnson & Johnson, Roayal Dutch Shell, BHP Billington, Walmart e HSBC.
Saiba mais no jornal O Estado de S. Paulo, edição de 17/10/09.
sábado, 17 de outubro de 2009
Flashes
- Concentração bancária cresce; 10 bancos têm 89% dos ativos
Com crise financeira global, bancos menores recuaram e grandes se fundiram
Antes da crise, há um ano, os dez maiores detinham 84,3% dos ativos totais; participação dos 5 maiores vai de 66,3% para 77,4%
Os dez maiores bancos:
* Itaú
* Bradesco
* Banco do Brasil
* Citibank
* CEF
* Santander
* Safra
* Votorantim
* HSBC
* Banrisul
- Classe AB foi a que mais cresceu no governo Lula, diz FGV
Faixa de brasileiros com renda familiar acima de R$4.807 aumentou 37% de 2003 a 2008
Classe C a mais numerosa e que responde por quase metade da população, teve expansão de 31,1% no governo Lula, diz estudo.
Saiba mais na Folha de S. Paulo, edição de 22/09/09.
Com crise financeira global, bancos menores recuaram e grandes se fundiram
Antes da crise, há um ano, os dez maiores detinham 84,3% dos ativos totais; participação dos 5 maiores vai de 66,3% para 77,4%
Os dez maiores bancos:
* Itaú
* Bradesco
* Banco do Brasil
* Citibank
* CEF
* Santander
* Safra
* Votorantim
* HSBC
* Banrisul
- Classe AB foi a que mais cresceu no governo Lula, diz FGV
Faixa de brasileiros com renda familiar acima de R$4.807 aumentou 37% de 2003 a 2008
Classe C a mais numerosa e que responde por quase metade da população, teve expansão de 31,1% no governo Lula, diz estudo.
Saiba mais na Folha de S. Paulo, edição de 22/09/09.
Energia
ANEEL quer inflação fora da tarifa de energia.
Agência estuda aproveitar renovação de concessões do setor para acabar com reajustes que repoem a inflação para empresas.
Para companhias do setor, a medida é impossível, mas o Governo alega que mudança ajudará a diminuir o nível de indexação da economia.
O controle da geração e distribuição de energia elétrica no Brasil já teve ciclos de responsabilidade privada e estatal.
No passado, empresas estrangeiras que operavam o sistema, acabaram por se retirar do país, pressionadas por forte oposição nacionalista que comprimia tarifas e interferia em seu funcionamento.
A falta de investimentos levou-as à obsolescência, deterioração na prestação dos serviços e posterior encampação pelo Estado.
Na década de 90, a onda de desestatização, impelida pela incapacidade do Estado de fazer face aos investimentos necessários, transferiu as empresas, sobretudo distribuidoras, ao setor privado.
Agora, se levanta uma reação contra os reajustes tarifários adotados anualmente em razão de contratos celebrados com o Estado.
No momento, funcionam duas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI), na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados, para apurar os custos do fornecimento de energia aos consumidores.
O desafio é encontrar forma de cálculo de preços justos, que assegurem a qualidade dos serviços e os direitos do consumidor, sem reabrir novo surto de estatização já ensaiado pela estatal mineira, a CEMIG.
Saiba mais na Folha de S. Paulo, edição de 24/09/09.
Agência estuda aproveitar renovação de concessões do setor para acabar com reajustes que repoem a inflação para empresas.
Para companhias do setor, a medida é impossível, mas o Governo alega que mudança ajudará a diminuir o nível de indexação da economia.
O controle da geração e distribuição de energia elétrica no Brasil já teve ciclos de responsabilidade privada e estatal.
No passado, empresas estrangeiras que operavam o sistema, acabaram por se retirar do país, pressionadas por forte oposição nacionalista que comprimia tarifas e interferia em seu funcionamento.
A falta de investimentos levou-as à obsolescência, deterioração na prestação dos serviços e posterior encampação pelo Estado.
Na década de 90, a onda de desestatização, impelida pela incapacidade do Estado de fazer face aos investimentos necessários, transferiu as empresas, sobretudo distribuidoras, ao setor privado.
Agora, se levanta uma reação contra os reajustes tarifários adotados anualmente em razão de contratos celebrados com o Estado.
No momento, funcionam duas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI), na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados, para apurar os custos do fornecimento de energia aos consumidores.
O desafio é encontrar forma de cálculo de preços justos, que assegurem a qualidade dos serviços e os direitos do consumidor, sem reabrir novo surto de estatização já ensaiado pela estatal mineira, a CEMIG.
Saiba mais na Folha de S. Paulo, edição de 24/09/09.
Taxação
Diante da contínua desvalorização do dólar, que já chegou abaixo de R$ 1,70, o Governo cogita a volta da cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) na entrada de dólares no país.
A medida funcionaria como um pedágio à entrada de capitais externos, que tem se acentuado acarretando problemas para os exportadores.
A previsão é que até o fim do ano ingressem no país de U$ 20 a U$ 30 bilhões de dólares.
Saiba mais no jornal O Estado de S. Paulo, edição de 16/10/09.
A medida funcionaria como um pedágio à entrada de capitais externos, que tem se acentuado acarretando problemas para os exportadores.
A previsão é que até o fim do ano ingressem no país de U$ 20 a U$ 30 bilhões de dólares.
Saiba mais no jornal O Estado de S. Paulo, edição de 16/10/09.
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A frase do dia
Mudei a contragosto.
Do deputado Ciro Gomes (PSB-SP?/CE?), pré-candidato do PSB à presidência da República, dizendo que trocou seu domícilio eleitoral do Ceará para São Paulo por pressão do presidente Lula.
No Estado de S. Paulo, edição de 11/10/09.
Do deputado Ciro Gomes (PSB-SP?/CE?), pré-candidato do PSB à presidência da República, dizendo que trocou seu domícilio eleitoral do Ceará para São Paulo por pressão do presidente Lula.
No Estado de S. Paulo, edição de 11/10/09.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Anistia
Depois da anistia política, o Governo quer esquecer os que enviaram dinheiro para o exterior, promovendo a repatriação dos capitais.
Dois projetos semelhantes, que tramitam na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, de autoria do deputado José Mentor (PT-SP) e do senador Delcídio Amaral (PT-MS), respectivamente, tiveram suas tramitações aceleradas por orientação do Governo.
As duas iniciativas visam repatriar dinheiro depositado no exterior, por pessoas físicas e jurídicas, para aplicação, pelo prazo mínimo de dois anos, em títulos da dívida pública.
Se transformada em lei, a proposta anistia os crimes de evasão de divisas e sonegação fiscal. A estimativa é que há de U$ 70 bilhões a U$ 150 bilhões depositados no exterior.
O temor do Governo é de que a entrada de uma enxurrada de dólares no país contribua para maior desvalorização desta moeda, agravando o problema cambial.
Saiba mais no jornal Folha de S. Paulo, edição de 24/09/09.
Dois projetos semelhantes, que tramitam na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, de autoria do deputado José Mentor (PT-SP) e do senador Delcídio Amaral (PT-MS), respectivamente, tiveram suas tramitações aceleradas por orientação do Governo.
As duas iniciativas visam repatriar dinheiro depositado no exterior, por pessoas físicas e jurídicas, para aplicação, pelo prazo mínimo de dois anos, em títulos da dívida pública.
Se transformada em lei, a proposta anistia os crimes de evasão de divisas e sonegação fiscal. A estimativa é que há de U$ 70 bilhões a U$ 150 bilhões depositados no exterior.
O temor do Governo é de que a entrada de uma enxurrada de dólares no país contribua para maior desvalorização desta moeda, agravando o problema cambial.
Saiba mais no jornal Folha de S. Paulo, edição de 24/09/09.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Tiroteio
Jornalistas são arrogantes e não querem ser melhorados.
Não gostam de ouvir críticas, em nenhuma hipótese, e não querem ser melhorados.
Erros do jornal se devem à pressa, preguiça e ignorância.
O que mais fere a credibilidade do jornal não é o tipo de crítica que ele recebe, mas o tipo de erro que ele comete.
Calma, pessoal!
Quem diz isto é o jornalista Carlos Eduardo Lins e Silva, 56, ombudsman da Folha de S. Paulo há 18 meses, em entrevista publicada no mesmo jornal, no dia 23/09/09.
Não gostam de ouvir críticas, em nenhuma hipótese, e não querem ser melhorados.
Erros do jornal se devem à pressa, preguiça e ignorância.
O que mais fere a credibilidade do jornal não é o tipo de crítica que ele recebe, mas o tipo de erro que ele comete.
Calma, pessoal!
Quem diz isto é o jornalista Carlos Eduardo Lins e Silva, 56, ombudsman da Folha de S. Paulo há 18 meses, em entrevista publicada no mesmo jornal, no dia 23/09/09.
Exportações
Comércio exterior
Rentabilidade das exportações do Brasil é a menor da história
Real valorizado anula retomada da demanda e, em agosto, índice da Funcex teve o pior desempenho desde 1985
Se não fosse pelo câmbio, as exportações seriam bastante positivas.
Segundo a Funcex, o câmbio atual e os preços de exportação voltaram para os níveis de 2007. Mas a rentabilidade das exportações está pior do que naquele ano, por conta do aumento dos cursos.
Saiba mais no jornal O Estado de S. Paulo, edição de 12/10/09.
Rentabilidade das exportações do Brasil é a menor da história
Real valorizado anula retomada da demanda e, em agosto, índice da Funcex teve o pior desempenho desde 1985
Se não fosse pelo câmbio, as exportações seriam bastante positivas.
Segundo a Funcex, o câmbio atual e os preços de exportação voltaram para os níveis de 2007. Mas a rentabilidade das exportações está pior do que naquele ano, por conta do aumento dos cursos.
Saiba mais no jornal O Estado de S. Paulo, edição de 12/10/09.
Indústria
Indicador ainda reflete crise
Produção industrial em baixa de 9,1% no CE
Os piores resultados são dos setores de alimentos e bebidas, refino de petróleo e calçados e couro
Saiba mais no Diário do Nordeste, edição de 07/10/09.
Produção industrial em baixa de 9,1% no CE
Os piores resultados são dos setores de alimentos e bebidas, refino de petróleo e calçados e couro
Saiba mais no Diário do Nordeste, edição de 07/10/09.
Emprego
Segundo o IBGE
Emprego na indústria do Ceará cai 1,71%
No acúmulo de oito meses, o índice recuou -1,35%
Nos últimos 12 meses, também foi negativo (-0,52%)
Na Região, o Ceará marcou a menos queda e manteve a distância de BA e PE
Saiba mais no Diário do Nordeste, edição de 09/10/09.
Emprego na indústria do Ceará cai 1,71%
No acúmulo de oito meses, o índice recuou -1,35%
Nos últimos 12 meses, também foi negativo (-0,52%)
Na Região, o Ceará marcou a menos queda e manteve a distância de BA e PE
Saiba mais no Diário do Nordeste, edição de 09/10/09.
domingo, 11 de outubro de 2009
Beira-Mar
A prefeita Luiziane Lins anunciou um concurso de ideias para requalificação da avenida Beira-Mar. Uma boa iniciativa.
A degradação a que chegou aquele passeio requer intervenção urbana urgente.
Espero que a providência não fique apenas em palavras e papéis.
A degradação a que chegou aquele passeio requer intervenção urbana urgente.
Espero que a providência não fique apenas em palavras e papéis.
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Do jornal O Estado de S. Paulo, edição de 08/10/09:
Afeganistão
Obama rejeita redução de tropas
Presidente americano também assegura que missão no país não ficará restrita a operações contra terrorismo
Atualmente, há 68 mil americanos no país, sendo que 21 foram enviados neste ano. Uma alternativa que ganhou força nos últimos dias seria a de enviar mais soldados, cerca de 10 mil, quantidade inferior à solicitada pelo general Stanley McChrystal, comandante das forças americanas no Afeganistão.
No dia 09/10/09, Barack Obama é anunciado como o novo ganhador do Prêmio Nobel da Paz.
Afeganistão
Obama rejeita redução de tropas
Presidente americano também assegura que missão no país não ficará restrita a operações contra terrorismo
Atualmente, há 68 mil americanos no país, sendo que 21 foram enviados neste ano. Uma alternativa que ganhou força nos últimos dias seria a de enviar mais soldados, cerca de 10 mil, quantidade inferior à solicitada pelo general Stanley McChrystal, comandante das forças americanas no Afeganistão.
No dia 09/10/09, Barack Obama é anunciado como o novo ganhador do Prêmio Nobel da Paz.
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