sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Pranto

Morre uma dama.

Nícia Marcílio, que já foi primeira, quando o marido, Flávio Marcílio, governou o Ceará, nunca deixou de sê-la na afeição dos que com ela privaram, graças ao jeito doce e a forma gentil com que tratava as pessoas, irradiando serenidade, apanágio dos espíritos bem constituídos.

2 comentários:

Célio Ferreira Facó disse...

Breve vai-se-nos a vida, a despeito do longo, necessário tirocínio e esforço para aprender qualquer coisa.

Questão jamais encerrada é a de achar sentido, finalidade para esta existência. Trata-se, na verdade, de achar o sentido do mundo. Julgando que nada é definitivo, estático, permanente, não haverá, não poderá haver senão sentidos instantâneos. E, contudo, necessário é que faça cada um, pelos instantes que se lhe dá de viver, como se fôra eterno, e belo, e bom. Eis a eternidade alcançada: feita de projetos pouco mais felizes, adequados.

Sávio Bezerra disse...

Luto – Que dor é essa?
Andréia Roos


Tristeza... Dor... Sofrimento... Faz pensar. Inquieta-nos. Remete a desafios, a enfrentar, a lutar, a crescer, a ser.
Mas isto não é tão simples assim.