quarta-feira, 13 de maio de 2015

Imagem

Estudantes festejam aniversário do fim da Guerra do Vietnã, 
marcado pela queda de Saigon em 30 de abril de 1975.

*Fonte: Folha de S. Paulo (1º/05/15)

terça-feira, 12 de maio de 2015

Igrejas

Muitos alemães estão deixando suas igrejas para não terem que pagar taxas e assim fugirem dos impostos.

Já são mais de 380 mil católicos e evangélicos que abandonaram oficialmente sua fé. A cobrança é calculada sobre salários e ganhos de capital. Em 2014 a arrecadação somou 11,0 bilhões de euros.

O fenômeno do abandono vem de décadas, com alguns picos, mas as saídas das duas igrejas representam a maior desistência de cristãos nos últimos 20 anos.

A origem histórica da taxa está na compensação dada às igrejas pelos estados independentes que ocupavam o atual território da Alemanha pelo confisco de suas propriedades.

A constituição da Alemanha Ocidental de 1949 a incluiu afetando alemães oficialmente batizados a partir do momento em que passam a pagar imposto de renda.

Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 19/04/15, página A15

Rita Lee

As vezes, passo em frente a um espelho e não me reconheço. Segundos depois, lembro que a ruiva era aquela que subia ao palco. A grisalha é esta, que agora vive tranquila comigo. Adorei ter sido ruiva, mas encheu o saco.

Rita Lee, cantora, 67

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Candidata brasileira

Paula Dolphin, 45 anos, filha de pai inglês e mãe brasileira, com dupla nacionalidade, inglesa e brasileira, concorre às eleições do dia 7 por uma vaga no parlamento inglês pelo distrito de Torridge e West Devon, na Cornualha. Ela vive na Inglaterra desde 1995 e os pais no Brasil, em Campinas.

Filiada ao partido Liberal-Democrata ela já foi vereadora em Bude, pequena cidade de 9000 habitantes e prefeita entre 2012 e 2013. A vaga no distrito já foi dos liberais que a perderam na última eleição para os conservadores.

A eleição inglesa desperta muita atenção pelo fato de que pela primeira vez está ameaçada a hegemonia dos dois tradicionais partidos políticos, trabalhista e conservador. Isso devido o crescimento de uma direita crítica da União Europeia e avessa à imigração bem como o sentimento nacionalista da Escócia e do País de Gales.

Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 04/05/15, página A11

Exército

O exército brasileiro, na pessoa do General Fernando Azevedo e Silva, Comandante Militar do Leste, considera mais fácil a missão pacificadora no Haiti do que no Rio, cidade emblemática do Brasil.

Segundo aquela autoridade militar a atuação do exército na Maré está limitada, diferentemente do que aconteceu quando da ocupação do Alemão e ocorre no Haiti.

Há, diz ele, três facções criminosas com disputas internas e os militares não podem realizar buscas em residências e ocupar imóveis comprovadamente pertencentes a bandidos.

A convocação do exército para atuar na segurança interna no combate à marginalidade e à violência nunca foi pacífica. Houve quem discordasse da ideia por não ser essa propriamente a missão constitucional da força além de que não teria o adestramento necessário para intervenções desse tipo.

Não obstante, essa participação vem se dando de forma sistemática no Rio e em circunstâncias especiais em outros lugares. As dificuldades apontadas pelo General talvez apontem para uma dificuldade maior no cumprimento do encargo que lhe foi cometido.

O risco embutido na incumbência é o desgaste da imagem das forças armadas o que inclui a Marinha com seu corpo de Fuzileiros Navais.

Saiba mais no jornal Folha de São Paulo, edição de 04/05/15, página A10

domingo, 3 de maio de 2015

Classe média

Inflação e aumento do desemprego colocam em risco as conquistas obtidas nos últimos anos pela nova classe média.

A desaceleração da economia pode eliminar ganhos alcançados num passado recente por uma faixa da população, como o acesso ao ensino superior e a serviços mais sofisticados.

Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo, edição de 12/12/15, página B1

Misoginia

Mulheres passageiras de avião estão sendo surpreendidas pela recusa de homens em sentarem ao lado delas.

É que judeus ultraortodoxos dizendo seguirem sua fé rejeitam sentar ao lado de outra mulher que não seja a sua.

Surgem assim desavenças entre os que querem seguir sua crença e mulheres que apenas desejam manter seu lugar no avião.

Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo edição de 12/12/15, página E6

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Papa Francisco

O Papa Francisco é o líder mais influente do Twitter. Tem menos seguidores do que Obama mas suas mensagens alcançam maior repercussão.

O Vaticano aderiu às modernas tecnologias de comunicação. Como outros líderes mundiais Francisco se serve do twitter para manifestar opiniões e fazer importantes comunicados.

Assim como ocorreu em 2013 Obama continua sendo o líder mais seguido : 57 milhões de pessoas acompanharam @BarackObama. O segundo colocado é o Papa com 20 milhões nas nove línguas usadas no twitter da Santa Sé.

Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo, edição de 28/04/15

Chile

Michelle Bachelet, Presidente do Chile, experimenta queda de popularidade decorrente de escândalos de corrupção envolvendo seu filho, partidos políticos e empresas.

Reagiu à situação anunciando uma série de medidas visando inibir a corrupção e dar mais transparência a vida dos partidos e ao processo eleitoral.

De forma resumida são estas as mudanças propostas pela presidente chilena :

1-Fim do financiamento eleitoral por empresas

2-Cortar gastos e espaços para a propaganda política

3-Regras para a relação de empresas e governos

4-Registro de lobistas

5-Declaração de bens de funcionários públicos de alto escalão e parentes.

Como se pode ver antecipa mudanças que no momento estão em discussão no Brasil. O STF analisa a proibição de doações de empresas a candidatos e partidos políticos. Seis ministros já votaram a favor da tese.

O Ministro Gilmar Mendes pediu vista do processo. Embora já tenha manifestado opinião contrária à medida, por entender seja competência do parlamento, a aprovação da proposta é uma questão de tempo. Aliás ele já afirmou que dará seu voto durante o mês de maio.

Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 30/04/15, página A13

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Rosier

Rosier, o alpinista cearense, nascido de família humilde em Monsenhor Tabosa, costuma dizer em palestras que se faz necessário muitas vezes saber recuar para mais tarde avançar e alcançar o objetivo pretendido.

Traçou para si a meta de escalar as 7 montanhas mais altas do mundo. Já conseguiu faze-lo em 6 delas. Pelo menos nos Andes (Aconcágua ?) teve que recuar uma vez para numa segunda tentativa chegar ao topo do monte.

O Everest é a última das grandes montanhas que lhe falta para completar a série. Pela segunda vez é surpreendido por condições adversas da natureza que lhe impossibilitaram de cumprir o programado e puseram sua vida em risco.

Sabendo o quanto custa em esforço e dinheiro a preparação para uma expedição como essa pode se avaliar sua frustração aliviada por haver escapado ileso de avalanches e terremotos.

Obstinado como é certamente tentará outra vez.

Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 28/04/15, página A11

terça-feira, 28 de abril de 2015

Mulheres

As mulheres que têm sucesso com os homens são aquelas que mantêm uma certa qualidade maternal e entendem as fraquezas dos homens. E têm pena deles por isso.

Camille Paglia, crítica e ensaísta americana, a mais antifeminista entre as feministas.

Folha de São Paulo, edição de 26/04/15, C6

Educação

Para realizar o lema de uma "Pátria Educadora" a presidente Dilma encomendou à Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), dirigida por Mangabeira Unger uma proposta para o sistema educacional brasileiro.

Entre outras ideias sugere a criação de uma carreira federal de professor, a consolidação do currículo nacional e uma bolsa para formação de professores a semelhança do ProUni.

Aparentemente o projeto foi elaborado a margem do Ministério da Educação o que certamente suscita ciúmes e irá apimentar os debates. Técnicos de renome já se manifestam reticentes em relação à proposição lembrando a existências de um plano nacional de educação aprovado pelo Congresso.

Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo, edição de 25/04/15

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Spray

Esse spray é danado.

Vicentinho (PT-SP), deputado federal, depois de atingido por um spray de pimenta por ocasião de confronto entre manifestantes e a polícia de Brasília.

É o caso de se dizer : Pimenta nos olhos dos outros é refresco.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Kodak

A Kodak, tradicional empresa de material fotográfico que saiu da concordata em 2013 renasce apostando em tecnologia e novos químicos.

Muita gente pode até se surpreender ao tomar conhecimento que ela continua a operar. Com uma estrutura muito reduzida face sua dimensão anterior à concordata a sobrevivência da empresa está no legado de pesquisa, nas milhares de patentes que acumulou e no grupo de cientistas que ainda mantem.

Hoje a Kodak atende principalmente a nichos do mercado cinematográfico e fornece equipamentos para impressão de jornais e embalagens.

Para a empresa o advento da fotografia digital foi sua ruina. Para se ter uma ideia do quanto ela encolheu o faturamento anual passou de U$ 19 bilhões em 1990 para U$ 2 bilhões; hoje tem 8.000 funcionários em todo mundo ante um pico de 145000 anteriormente.

O caso da Kodak é exemplar da decadência de uma empresa que foi incapaz de perceber a importância de uma inovação que se mostrou extremamente danosa para sua existência.

Saiba mais na Folha de São Paulo de 12/04/15

sexta-feira, 17 de abril de 2015


A GAROTINHA QUE NÃO QUIS CUMPRIMENTAR FIGUEIREDO

Birra. Esse foi o real motivo para a garotinha Rachel Menezes Coelho de Souza recusar o cumprimento de João Figueiredo (1979-1985), último presidente do regime militar. A foto do gesto rodou o mundo e virou símbolo do desgaste da ditadura no país.
Nascida em Juiz de Fora (MG), mas criada em Belo Horizonte, Rachel tinha cinco anos em setembro de 1979, quando Figueiredo fez uma viagem à capital mineira para lançar o carro a álcool.
O pai dela, à época no Departamento de Estradas e Rodagem, foi convidado para almoçar com Figueiredo, mas não pôde levar a família. No dia anterior à reunião, a garota já anunciara o desejo de falar com o presidente.
Pela manhã, a praça da Liberdade, em Belo Horizonte, foi palco de um comício, e a guarda de Figueiredo acabou autorizando a garota a chegar perto do presidente que dizia preferir o cheiro de cavalos ao cheiro do povo.
Rachel dizia aos amigos que não deu a mão ao ditador porque tentaram obrigá-la a fazê-lo. Após conversar sobre a gulodice do pai com o chefe da nação, ela saiu correndo, com medo de deixar a mãe brava.
A pose com os braços cruzados, marca registrada da menina, segundo a família, foi capturada pelo fotógrafo Guinaldo Nicolaevsky, morto em 2008 sem conhecer Rachel Clemens, nome com o qual ela se apresentava por causa da mãe, de origem alemã.
Infeliz com a carreira em comércio exterior, ela se formou em design gráfico e abriu uma empresa na área, em 2013. Morreu no sábado (11), aos 40 anos, após parada cardiorrespiratória. Deixa a mãe, a filha e um irmão.
Fonte: Folha de S. Paulo - 15/04/2015.

Esta foto ficou famosa reproduzida como se fosse um símbolo da resistência política ao governo militar que abrangia até crianças. Na verdade a atitude da menina não passou de uma pirraça infantil que contrariou as ordens que lhe deram. E só. Acompanhou o pai à reunião no Palácio da Liberdade por solicitação sua. Ao flagrar a recusa da criança em apertar a mão estendida do presidente o fotógrafo atento fixou uma imagem que acabou por representar um símbolo de resistência política. Um exemplo da força da simbologia.  
SEU MOMENTO WINSTON CHURCHILL (Nizan Guanaes)

Uma crise dessas pode servir para muita coisa. Inclusive nos transforma num grande líder. A crise impõe mudanças, que precisam ser bem lideradas para serem bem-sucedidas. Então, lidere copiando o que grandes líderes fizeram em grandes crises:
1 - Tome decisões duras. Este é o momento de enfrentarmos a realidade e resolvermos todas as questões delicadas que estávamos postergando por anos. Não vamos desperdiçar o senso de urgência que a crise traz. Tem gente que só larga o cigarro quando vai parar no médico com doença grave. A crise nos obriga a colocar o corpo da nossa empresa em forma.
2 - Chame o Falconi. É preciso lutar contra a pré-ocupação e incentivar a ocupação. A crise não pode paralisar a empresa. Ao contrário. É preciso se mexer, ganhar competitividade. O Brasil tem problema crítico de produtividade. É preciso investir em gestão para melhorar todos os processos. E quem mais entende disso no Brasil é o professor Falconi.
3 - Inove. Grandes inovações surgiram das dificuldades e das crises. Traga soluções novas para a sua empresa e para os seus clientes. Eles estão precisando. Não adianta se retrair achando que as coisas voltarão ao "business as usual". Não voltarão. Quem mudar na direção certa vai ganhar mercado de quem se apequenou e sairá da crise mais forte e preparado.
4 - Chame o Galeazzi. Os mestres dizem que reduzir as despesas deve ser atividade permanente. Na crise, é imperativa. O líder deve começar cortando suas próprias despesas, para poder exigir o mesmo da equipe. Mas é preciso saber cortar o que atrapalha e promover o que ajuda. O mestre disso no Brasil é o Galeazzi.
5 - Fique do lado dos clientes. Alguns dos meus clientes viram sua verba publicitária desaparecer, mas eu não vou desaparecer da frente deles porque a verba deles desapareceu. Este é o momento de trazer soluções. Até para a falta de verba.
6 - Limpe a agenda. Já que estamos em crise, vamos ter uma agenda de crise. Para isso, é indispensável limpar a agenda de tudo aquilo que é desnecessário e fixar o foco no que precisa ser focado. Tirei da minha agenda tudo o que era lateral, espuma. Essas coisas terão o seu tempo, mas primeiro a crise, ou melhor, as soluções para a crise.
7 - Comunique-se de forma clara com os funcionários. É preciso investir em endomarketing para mudar o clima e dar direção à empresa. Tenho cuidado dessa agenda pessoalmente, me comunicando de forma permanente com os colaboradores. As empresas hoje são canais abertos de comunicação. É hora de turbinar esses canais, falando de forma clara e constante e trazendo grandes mentes de fora para inspirar as equipes.
8 - Procure inspiração em outras indústrias e outros períodos. A história da humanidade e dos negócios pode ser contada por suas crises. Elas geram grandes transformações em todos os níveis. Não perca tempo buscando soluções que já foram encontradas. É preciso ler e apreender as experiências contadas todos os dias nos jornais e nas revistas. Esta Folha vem mostrando medidas que várias empresas estão tomando. Vamos aprender com elas.
9 - Incentive a vida saudável. Aprendi essa lição com grandes empresários e executivos que admiro e conheço. Por isso, sei que funciona. É preciso estimular a si e aos colaboradores a fazer exercícios, dormir bem, se alimentar de forma saudável. É preciso ter saúde, cabeça e resistência para enfrentar a crise. E cabeça boa se consegue com corpo em bom estado.
10 - Leia biografias de grandes homens. A crise é para os grandes. As biografias dos grandes homens são os maiores guias para as dificuldades que enfrentamos.
O que Olavo Setubal, Walter Moreira Salles, Abilio Diniz, Marcel Hermann Telles fizeram em grandes momentos como este? São grandes homens justamente porque não se apequenaram em momentos críticos. Ao contrário, se firmaram como líderes. Este pode ser o seu momento Winston Churchill, o homem que na hora mais dura construiu seu grande momento, sua "finest hour". 
Fonte: Folha de S.Paulo 14/04/2015 

terça-feira, 14 de abril de 2015

PT

PT é cada vez mais acessório no governo. Não é consultado para nada.

Tarso Genro. Ex-ministro, ex-governador gaúcho (PT), criticando iniciativa da presidente de entregar a coordenação política ao vice Michel Temer.

Gisele Bündchen

Meu corpo pediu para parar.

top model, sobre encerrar a carreira nas passarelas

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Veículos

O Brasil perdeu para o México o posto de maior produtor de veículos da América Latina. Enquanto o México em 2014 produziu 3,3 milhões de veículos e o Brasil 3,1 milhões, uma queda de 15,3% em relação a 2013. O pior resultado em cinco anos.

Entre os dez maiores produtores mundiais o Brasil apresentou o pior resultado. Para 2015 a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) prevê uma redução nas vendas de 10%.

Os motivos para o desempenho pífio vão da restrição de crédito e barreiras ao comércio exterior  ao número de feriados devido à Copa do Mundo.

Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo, edição de 03/05/15



Extra

As ações na justiça obrigando o SUS a custear medicamentos ou procedimentos médicos que não estão disponíveis no sistema continua a aumentar.

Quando medicamentos ou tratamentos não estão disponíveis na lista do SUS os interessados recorrem à justiça.

Em 2014 R$ 727,00 milhões foram destinados para fornecimento de medicamentos. No mesmo ano foram 12393 ações contra 5966 em 2010, apenas contra a União.

Levantamento do CNJ em tribunais estaduais e federais encontrou 393 mil processos em tramitação por razões de saúde. O maior acesso à justiça e a demora na incorporação de medicamentos e tratamentos à lista do SUS ajudam a compreender a situação.

A descoberta de novos medicamentos e tecnologias exigem inclusões constantes na relação de procedimentos e remédios custeados pelo governo. Desde 2012 houve 114 acréscimos à lista.

Muitas vezes há procedimentos tecnicamente discutíveis, ou inapropriados para o caso, ou ainda muito onerosos e de uso restrito e eficácia questionável. Sem falar nas situações de obstinação terapêutica, isto é, insistir em tratar quando o paciente já não tem possibilidade de tratamento.

São situações que envolvem questões éticas, onde não raro estão embutidos interesses comerciais ligados a fornecedores de drogas e próteses muitas vezes relacionados à modelos ou marcas impostas aos pacientes e suas famílias que levam juízes a decidir favoravelmente devido a sensibilidade do tema e a falta de conhecimento especializado.

A limitação orçamentária torna muitas vezes difícil e até impossível, cumprir algumas dessas determinações judiciais mesmo face à crescente despesa de todos os níveis de governo com a saúde. Não são raros os casos de pedidos de prisão de gestores da saúde por incumprimento de decisões da justiça.

Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 07/03/15  

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Imagem

Várzea. Em Hajipur, Índia, familiares passam cola a alunos em prova de ingresso na universidade; 
do 1,4 milhão de inscritos, 400 foram desclassificados.
Fonte: O Estado de S. Paulo (22/03/2015)

terça-feira, 7 de abril de 2015

Erro médico

O número de processos por erro médico vem crescendo nos últimos anos. Em quatro anos aumentaram em 140% no STJ. Em 2010 foram 260 e no ano passado 626 processos.

No mesmo período 18 médicos tiveram seus registros cassados e 625 receberam outros tipos de punições do Conselho Federal de Medicina por agirem com imprudência, imperícia ou negligência, práticas que caracterizam o erro médico.

Advogados ouvidos pela reportagem atribuem esse aumento à problemas estruturais dos hospitais, falta de mão de obra, baixa remuneração e longas jornadas de trabalho.

A grande quantidade de cirurgias plásticas e o crescimento do número de beneficiários de planos de saúde sem a qualidade necessária também são apontadas como causas do maior número de processos.

O corregedor do Conselho Federal de Medicina acrescenta à esses motivos a má formação dos profissionais médicos devido à proliferação de faculdades de medicina em critérios técnicos.

Penso que o maior nível de informação das pessoas sobre seus direitos, o proselitismo de advogados e o ativismo judicial que assola o país também contribuem para o incremento de ações motivadas por supostos erros médicos.

Desconheço qual tem sido a repercussão desse fato no mercado segurador.

Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo, edição de 22/03/15

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Propaganda

O jornalista Eugenio Bucci acaba de lançar o livro O Estado de Narciso - A comunicação pública a serviço da vaidade particular, uma análise do emprego de emissoras públicas de rádio e televisão em favor de governantes.

Eu disse pública, mas deveria dizer do governo, pois está a serviço do governante do dia. Muito diferente do que ocorre com as televisões estatais europeias, como a BBC inglesa e a RTP portuguesa, por exemplo.

Aqui no Ceará o governo passado escancarou a estratégia ao transferir a TV estatal da jurisdição da Secretaria de Cultura para a Casa Civil para manipular mais facilmente a programação da emissora.

O autor considera ainda que o uso da televisão pública para promoção de governantes deveria ser proibida por ser inconstitucional.

Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo, edição de 23/03/15

domingo, 29 de março de 2015

Recall

Aumenta o número de campanhas para correção  de defeitos  produtos no Brasil. Segundo dados da Secretaria Nacional do Consumidor o número de campanhas oficiais de recall subiram de 67 em 2012, 109 em 2013 para 120 em 2014.

O maior número de convocações foi de veículos automotores, 65% do total, 28% mais que 2013. O número de veículos com defeitos a serem corrigidos aumentou substancialmente, 110%, atnmgindo 1,38 milhões de unidades.

Será que estamos produzindo carros piores ou os aumentos refletem maior preocupação das montadoras com a imagem de seus produtos e uma crescente consciência dos consumidores sobre seus direitos ? Talvez as duas coisas.

Saiba mais no Folha de São Paulo, edição de 24/03/15

Veículos

Com a queda de 40% nas vendas de caminhões nos dois primeiros meses deste ano as montadoras estão pondo em prática planos de redução de custos que envolvem demissão de pessoal

A Mercedes já adota semana de quatro dias, a Man (Volkswagen) reduz salários em 10%, a Volvo deve reduzir jornadas, a Scania faz paradas  em abril e a Ford negocia demissões.

Em 2014 o setor de caminhões já havia registrado queda de 11,3% em relação a 2014. A Anfavea (associação nacional das montadoras) dialoga com o governo em busca de soluções para a crise do setor automotivo.

Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 26/03/15