Esse spray é danado.
Vicentinho (PT-SP), deputado federal, depois de atingido por um spray de pimenta por ocasião de confronto entre manifestantes e a polícia de Brasília.
É o caso de se dizer : Pimenta nos olhos dos outros é refresco.
sexta-feira, 24 de abril de 2015
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Kodak
A Kodak, tradicional empresa de material fotográfico que saiu da concordata em 2013 renasce apostando em tecnologia e novos químicos.
Muita gente pode até se surpreender ao tomar conhecimento que ela continua a operar. Com uma estrutura muito reduzida face sua dimensão anterior à concordata a sobrevivência da empresa está no legado de pesquisa, nas milhares de patentes que acumulou e no grupo de cientistas que ainda mantem.
Hoje a Kodak atende principalmente a nichos do mercado cinematográfico e fornece equipamentos para impressão de jornais e embalagens.
Para a empresa o advento da fotografia digital foi sua ruina. Para se ter uma ideia do quanto ela encolheu o faturamento anual passou de U$ 19 bilhões em 1990 para U$ 2 bilhões; hoje tem 8.000 funcionários em todo mundo ante um pico de 145000 anteriormente.
O caso da Kodak é exemplar da decadência de uma empresa que foi incapaz de perceber a importância de uma inovação que se mostrou extremamente danosa para sua existência.
Saiba mais na Folha de São Paulo de 12/04/15
Muita gente pode até se surpreender ao tomar conhecimento que ela continua a operar. Com uma estrutura muito reduzida face sua dimensão anterior à concordata a sobrevivência da empresa está no legado de pesquisa, nas milhares de patentes que acumulou e no grupo de cientistas que ainda mantem.
Hoje a Kodak atende principalmente a nichos do mercado cinematográfico e fornece equipamentos para impressão de jornais e embalagens.
Para a empresa o advento da fotografia digital foi sua ruina. Para se ter uma ideia do quanto ela encolheu o faturamento anual passou de U$ 19 bilhões em 1990 para U$ 2 bilhões; hoje tem 8.000 funcionários em todo mundo ante um pico de 145000 anteriormente.
O caso da Kodak é exemplar da decadência de uma empresa que foi incapaz de perceber a importância de uma inovação que se mostrou extremamente danosa para sua existência.
Saiba mais na Folha de São Paulo de 12/04/15
sexta-feira, 17 de abril de 2015
A GAROTINHA QUE NÃO QUIS CUMPRIMENTAR FIGUEIREDO
Birra. Esse foi o real motivo para a garotinha Rachel Menezes Coelho de Souza recusar o cumprimento de João Figueiredo (1979-1985), último presidente do regime militar. A foto do gesto rodou o mundo e virou símbolo do desgaste da ditadura no país.
Nascida em Juiz de Fora (MG), mas criada em Belo Horizonte, Rachel tinha cinco anos em setembro de 1979, quando Figueiredo fez uma viagem à capital mineira para lançar o carro a álcool.
O pai dela, à época no Departamento de Estradas e Rodagem, foi convidado para almoçar com Figueiredo, mas não pôde levar a família. No dia anterior à reunião, a garota já anunciara o desejo de falar com o presidente.
Pela manhã, a praça da Liberdade, em Belo Horizonte, foi palco de um comício, e a guarda de Figueiredo acabou autorizando a garota a chegar perto do presidente que dizia preferir o cheiro de cavalos ao cheiro do povo.
Rachel dizia aos amigos que não deu a mão ao ditador porque tentaram obrigá-la a fazê-lo. Após conversar sobre a gulodice do pai com o chefe da nação, ela saiu correndo, com medo de deixar a mãe brava.
A pose com os braços cruzados, marca registrada da menina, segundo a família, foi capturada pelo fotógrafo Guinaldo Nicolaevsky, morto em 2008 sem conhecer Rachel Clemens, nome com o qual ela se apresentava por causa da mãe, de origem alemã.
Infeliz com a carreira em comércio exterior, ela se formou em design gráfico e abriu uma empresa na área, em 2013. Morreu no sábado (11), aos 40 anos, após parada cardiorrespiratória. Deixa a mãe, a filha e um irmão.
Fonte: Folha de S. Paulo - 15/04/2015.
Esta foto ficou famosa reproduzida como se fosse um símbolo da resistência política ao governo militar que abrangia até crianças. Na verdade a atitude da menina não passou de uma pirraça infantil que contrariou as ordens que lhe deram. E só. Acompanhou o pai à reunião no Palácio da Liberdade por solicitação sua. Ao flagrar a recusa da criança em apertar a mão estendida do presidente o fotógrafo atento fixou uma imagem que acabou por representar um símbolo de resistência política. Um exemplo da força da simbologia.
Fonte: Folha de S. Paulo - 15/04/2015.
Esta foto ficou famosa reproduzida como se fosse um símbolo da resistência política ao governo militar que abrangia até crianças. Na verdade a atitude da menina não passou de uma pirraça infantil que contrariou as ordens que lhe deram. E só. Acompanhou o pai à reunião no Palácio da Liberdade por solicitação sua. Ao flagrar a recusa da criança em apertar a mão estendida do presidente o fotógrafo atento fixou uma imagem que acabou por representar um símbolo de resistência política. Um exemplo da força da simbologia.
SEU MOMENTO WINSTON CHURCHILL (Nizan Guanaes)
Uma crise dessas pode servir para muita coisa. Inclusive nos transforma num grande líder. A crise impõe mudanças, que precisam ser bem lideradas para serem bem-sucedidas. Então, lidere copiando o que grandes líderes fizeram em grandes crises:
1 - Tome decisões duras. Este é o momento de enfrentarmos a realidade e resolvermos todas as questões delicadas que estávamos postergando por anos. Não vamos desperdiçar o senso de urgência que a crise traz. Tem gente que só larga o cigarro quando vai parar no médico com doença grave. A crise nos obriga a colocar o corpo da nossa empresa em forma.
2 - Chame o Falconi. É preciso lutar contra a pré-ocupação e incentivar a ocupação. A crise não pode paralisar a empresa. Ao contrário. É preciso se mexer, ganhar competitividade. O Brasil tem problema crítico de produtividade. É preciso investir em gestão para melhorar todos os processos. E quem mais entende disso no Brasil é o professor Falconi.
3 - Inove. Grandes inovações surgiram das dificuldades e das crises. Traga soluções novas para a sua empresa e para os seus clientes. Eles estão precisando. Não adianta se retrair achando que as coisas voltarão ao "business as usual". Não voltarão. Quem mudar na direção certa vai ganhar mercado de quem se apequenou e sairá da crise mais forte e preparado.
4 - Chame o Galeazzi. Os mestres dizem que reduzir as despesas deve ser atividade permanente. Na crise, é imperativa. O líder deve começar cortando suas próprias despesas, para poder exigir o mesmo da equipe. Mas é preciso saber cortar o que atrapalha e promover o que ajuda. O mestre disso no Brasil é o Galeazzi.
5 - Fique do lado dos clientes. Alguns dos meus clientes viram sua verba publicitária desaparecer, mas eu não vou desaparecer da frente deles porque a verba deles desapareceu. Este é o momento de trazer soluções. Até para a falta de verba.
6 - Limpe a agenda. Já que estamos em crise, vamos ter uma agenda de crise. Para isso, é indispensável limpar a agenda de tudo aquilo que é desnecessário e fixar o foco no que precisa ser focado. Tirei da minha agenda tudo o que era lateral, espuma. Essas coisas terão o seu tempo, mas primeiro a crise, ou melhor, as soluções para a crise.
7 - Comunique-se de forma clara com os funcionários. É preciso investir em endomarketing para mudar o clima e dar direção à empresa. Tenho cuidado dessa agenda pessoalmente, me comunicando de forma permanente com os colaboradores. As empresas hoje são canais abertos de comunicação. É hora de turbinar esses canais, falando de forma clara e constante e trazendo grandes mentes de fora para inspirar as equipes.
8 - Procure inspiração em outras indústrias e outros períodos. A história da humanidade e dos negócios pode ser contada por suas crises. Elas geram grandes transformações em todos os níveis. Não perca tempo buscando soluções que já foram encontradas. É preciso ler e apreender as experiências contadas todos os dias nos jornais e nas revistas. Esta Folha vem mostrando medidas que várias empresas estão tomando. Vamos aprender com elas.
9 - Incentive a vida saudável. Aprendi essa lição com grandes empresários e executivos que admiro e conheço. Por isso, sei que funciona. É preciso estimular a si e aos colaboradores a fazer exercícios, dormir bem, se alimentar de forma saudável. É preciso ter saúde, cabeça e resistência para enfrentar a crise. E cabeça boa se consegue com corpo em bom estado.
10 - Leia biografias de grandes homens. A crise é para os grandes. As biografias dos grandes homens são os maiores guias para as dificuldades que enfrentamos.
O que Olavo Setubal, Walter Moreira Salles, Abilio Diniz, Marcel Hermann Telles fizeram em grandes momentos como este? São grandes homens justamente porque não se apequenaram em momentos críticos. Ao contrário, se firmaram como líderes. Este pode ser o seu momento Winston Churchill, o homem que na hora mais dura construiu seu grande momento, sua "finest hour".
Fonte: Folha de S.Paulo 14/04/2015
terça-feira, 14 de abril de 2015
PT
PT é cada vez mais acessório no governo. Não é consultado para nada.
Tarso Genro. Ex-ministro, ex-governador gaúcho (PT), criticando iniciativa da presidente de entregar a coordenação política ao vice Michel Temer.
Tarso Genro. Ex-ministro, ex-governador gaúcho (PT), criticando iniciativa da presidente de entregar a coordenação política ao vice Michel Temer.
sexta-feira, 10 de abril de 2015
Veículos
O Brasil perdeu para o México o posto de maior produtor de veículos da América Latina. Enquanto o México em 2014 produziu 3,3 milhões de veículos e o Brasil 3,1 milhões, uma queda de 15,3% em relação a 2013. O pior resultado em cinco anos.
Entre os dez maiores produtores mundiais o Brasil apresentou o pior resultado. Para 2015 a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) prevê uma redução nas vendas de 10%.
Os motivos para o desempenho pífio vão da restrição de crédito e barreiras ao comércio exterior ao número de feriados devido à Copa do Mundo.
Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo, edição de 03/05/15
Entre os dez maiores produtores mundiais o Brasil apresentou o pior resultado. Para 2015 a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) prevê uma redução nas vendas de 10%.
Os motivos para o desempenho pífio vão da restrição de crédito e barreiras ao comércio exterior ao número de feriados devido à Copa do Mundo.
Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo, edição de 03/05/15
Extra
As ações na justiça obrigando o SUS a custear medicamentos ou procedimentos médicos que não estão disponíveis no sistema continua a aumentar.
Quando medicamentos ou tratamentos não estão disponíveis na lista do SUS os interessados recorrem à justiça.
Em 2014 R$ 727,00 milhões foram destinados para fornecimento de medicamentos. No mesmo ano foram 12393 ações contra 5966 em 2010, apenas contra a União.
Levantamento do CNJ em tribunais estaduais e federais encontrou 393 mil processos em tramitação por razões de saúde. O maior acesso à justiça e a demora na incorporação de medicamentos e tratamentos à lista do SUS ajudam a compreender a situação.
A descoberta de novos medicamentos e tecnologias exigem inclusões constantes na relação de procedimentos e remédios custeados pelo governo. Desde 2012 houve 114 acréscimos à lista.
Muitas vezes há procedimentos tecnicamente discutíveis, ou inapropriados para o caso, ou ainda muito onerosos e de uso restrito e eficácia questionável. Sem falar nas situações de obstinação terapêutica, isto é, insistir em tratar quando o paciente já não tem possibilidade de tratamento.
São situações que envolvem questões éticas, onde não raro estão embutidos interesses comerciais ligados a fornecedores de drogas e próteses muitas vezes relacionados à modelos ou marcas impostas aos pacientes e suas famílias que levam juízes a decidir favoravelmente devido a sensibilidade do tema e a falta de conhecimento especializado.
A limitação orçamentária torna muitas vezes difícil e até impossível, cumprir algumas dessas determinações judiciais mesmo face à crescente despesa de todos os níveis de governo com a saúde. Não são raros os casos de pedidos de prisão de gestores da saúde por incumprimento de decisões da justiça.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 07/03/15
Quando medicamentos ou tratamentos não estão disponíveis na lista do SUS os interessados recorrem à justiça.
Em 2014 R$ 727,00 milhões foram destinados para fornecimento de medicamentos. No mesmo ano foram 12393 ações contra 5966 em 2010, apenas contra a União.
Levantamento do CNJ em tribunais estaduais e federais encontrou 393 mil processos em tramitação por razões de saúde. O maior acesso à justiça e a demora na incorporação de medicamentos e tratamentos à lista do SUS ajudam a compreender a situação.
A descoberta de novos medicamentos e tecnologias exigem inclusões constantes na relação de procedimentos e remédios custeados pelo governo. Desde 2012 houve 114 acréscimos à lista.
Muitas vezes há procedimentos tecnicamente discutíveis, ou inapropriados para o caso, ou ainda muito onerosos e de uso restrito e eficácia questionável. Sem falar nas situações de obstinação terapêutica, isto é, insistir em tratar quando o paciente já não tem possibilidade de tratamento.
São situações que envolvem questões éticas, onde não raro estão embutidos interesses comerciais ligados a fornecedores de drogas e próteses muitas vezes relacionados à modelos ou marcas impostas aos pacientes e suas famílias que levam juízes a decidir favoravelmente devido a sensibilidade do tema e a falta de conhecimento especializado.
A limitação orçamentária torna muitas vezes difícil e até impossível, cumprir algumas dessas determinações judiciais mesmo face à crescente despesa de todos os níveis de governo com a saúde. Não são raros os casos de pedidos de prisão de gestores da saúde por incumprimento de decisões da justiça.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 07/03/15
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Imagem
Várzea. Em Hajipur, Índia, familiares passam cola a alunos em prova de ingresso na universidade;
do 1,4 milhão de inscritos, 400 foram desclassificados.
Fonte: O Estado de S. Paulo (22/03/2015)
terça-feira, 7 de abril de 2015
Erro médico
O número de processos por erro médico vem crescendo nos últimos anos. Em quatro anos aumentaram em 140% no STJ. Em 2010 foram 260 e no ano passado 626 processos.
No mesmo período 18 médicos tiveram seus registros cassados e 625 receberam outros tipos de punições do Conselho Federal de Medicina por agirem com imprudência, imperícia ou negligência, práticas que caracterizam o erro médico.
Advogados ouvidos pela reportagem atribuem esse aumento à problemas estruturais dos hospitais, falta de mão de obra, baixa remuneração e longas jornadas de trabalho.
A grande quantidade de cirurgias plásticas e o crescimento do número de beneficiários de planos de saúde sem a qualidade necessária também são apontadas como causas do maior número de processos.
O corregedor do Conselho Federal de Medicina acrescenta à esses motivos a má formação dos profissionais médicos devido à proliferação de faculdades de medicina em critérios técnicos.
Penso que o maior nível de informação das pessoas sobre seus direitos, o proselitismo de advogados e o ativismo judicial que assola o país também contribuem para o incremento de ações motivadas por supostos erros médicos.
Desconheço qual tem sido a repercussão desse fato no mercado segurador.
Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo, edição de 22/03/15
No mesmo período 18 médicos tiveram seus registros cassados e 625 receberam outros tipos de punições do Conselho Federal de Medicina por agirem com imprudência, imperícia ou negligência, práticas que caracterizam o erro médico.
Advogados ouvidos pela reportagem atribuem esse aumento à problemas estruturais dos hospitais, falta de mão de obra, baixa remuneração e longas jornadas de trabalho.
A grande quantidade de cirurgias plásticas e o crescimento do número de beneficiários de planos de saúde sem a qualidade necessária também são apontadas como causas do maior número de processos.
O corregedor do Conselho Federal de Medicina acrescenta à esses motivos a má formação dos profissionais médicos devido à proliferação de faculdades de medicina em critérios técnicos.
Penso que o maior nível de informação das pessoas sobre seus direitos, o proselitismo de advogados e o ativismo judicial que assola o país também contribuem para o incremento de ações motivadas por supostos erros médicos.
Desconheço qual tem sido a repercussão desse fato no mercado segurador.
Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo, edição de 22/03/15
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Propaganda
O jornalista Eugenio Bucci acaba de lançar o livro O Estado de Narciso - A comunicação pública a serviço da vaidade particular, uma análise do emprego de emissoras públicas de rádio e televisão em favor de governantes.
Eu disse pública, mas deveria dizer do governo, pois está a serviço do governante do dia. Muito diferente do que ocorre com as televisões estatais europeias, como a BBC inglesa e a RTP portuguesa, por exemplo.
Aqui no Ceará o governo passado escancarou a estratégia ao transferir a TV estatal da jurisdição da Secretaria de Cultura para a Casa Civil para manipular mais facilmente a programação da emissora.
O autor considera ainda que o uso da televisão pública para promoção de governantes deveria ser proibida por ser inconstitucional.
Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo, edição de 23/03/15
Eu disse pública, mas deveria dizer do governo, pois está a serviço do governante do dia. Muito diferente do que ocorre com as televisões estatais europeias, como a BBC inglesa e a RTP portuguesa, por exemplo.
Aqui no Ceará o governo passado escancarou a estratégia ao transferir a TV estatal da jurisdição da Secretaria de Cultura para a Casa Civil para manipular mais facilmente a programação da emissora.
O autor considera ainda que o uso da televisão pública para promoção de governantes deveria ser proibida por ser inconstitucional.
Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo, edição de 23/03/15
domingo, 29 de março de 2015
Recall
Aumenta o número de campanhas para correção de defeitos produtos no Brasil. Segundo dados da Secretaria Nacional do Consumidor o número de campanhas oficiais de recall subiram de 67 em 2012, 109 em 2013 para 120 em 2014.
O maior número de convocações foi de veículos automotores, 65% do total, 28% mais que 2013. O número de veículos com defeitos a serem corrigidos aumentou substancialmente, 110%, atnmgindo 1,38 milhões de unidades.
Será que estamos produzindo carros piores ou os aumentos refletem maior preocupação das montadoras com a imagem de seus produtos e uma crescente consciência dos consumidores sobre seus direitos ? Talvez as duas coisas.
Saiba mais no Folha de São Paulo, edição de 24/03/15
O maior número de convocações foi de veículos automotores, 65% do total, 28% mais que 2013. O número de veículos com defeitos a serem corrigidos aumentou substancialmente, 110%, atnmgindo 1,38 milhões de unidades.
Será que estamos produzindo carros piores ou os aumentos refletem maior preocupação das montadoras com a imagem de seus produtos e uma crescente consciência dos consumidores sobre seus direitos ? Talvez as duas coisas.
Saiba mais no Folha de São Paulo, edição de 24/03/15
Veículos
Com a queda de 40% nas vendas de caminhões nos dois primeiros meses deste ano as montadoras estão pondo em prática planos de redução de custos que envolvem demissão de pessoal
A Mercedes já adota semana de quatro dias, a Man (Volkswagen) reduz salários em 10%, a Volvo deve reduzir jornadas, a Scania faz paradas em abril e a Ford negocia demissões.
Em 2014 o setor de caminhões já havia registrado queda de 11,3% em relação a 2014. A Anfavea (associação nacional das montadoras) dialoga com o governo em busca de soluções para a crise do setor automotivo.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 26/03/15
A Mercedes já adota semana de quatro dias, a Man (Volkswagen) reduz salários em 10%, a Volvo deve reduzir jornadas, a Scania faz paradas em abril e a Ford negocia demissões.
Em 2014 o setor de caminhões já havia registrado queda de 11,3% em relação a 2014. A Anfavea (associação nacional das montadoras) dialoga com o governo em busca de soluções para a crise do setor automotivo.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 26/03/15
Conselhos
Conselhos do Papa Francisco dados no início da Quaresma :
1-Sorrir, um cristão é sempre alegre !
2-Agradecer(mesmo se não "precisar" faze-lo)
3-Lembrar aos outros que você os ama
4-Cumprimentar com alegria essas pessoas que você encontra todos os dias
5-Ouvir a história do outro, sem preconceito, com amor
6-Parar para ajudar quando alguém precisar
7-Incentivar quem está desanimado
8-Alegrar-se pelas qualidades e realizações dos outros
9-Juntar as coisas que você não vai mais usar e dar a quem precisa
10-Ajudar quando necessário para que outro descanse
11-Corrigir com amor, e não calar por medo
12-Ter bons detalhes com os que estão perto de você
13-Limpar o que eu uso em casa
14-Ajudar os outros a superar os obstáculos
15-Ligar para os pais, falar mais com eles
Do jornal da Sociedade Médica São Lucas, março de 2015
1-Sorrir, um cristão é sempre alegre !
2-Agradecer(mesmo se não "precisar" faze-lo)
3-Lembrar aos outros que você os ama
4-Cumprimentar com alegria essas pessoas que você encontra todos os dias
5-Ouvir a história do outro, sem preconceito, com amor
6-Parar para ajudar quando alguém precisar
7-Incentivar quem está desanimado
8-Alegrar-se pelas qualidades e realizações dos outros
9-Juntar as coisas que você não vai mais usar e dar a quem precisa
10-Ajudar quando necessário para que outro descanse
11-Corrigir com amor, e não calar por medo
12-Ter bons detalhes com os que estão perto de você
13-Limpar o que eu uso em casa
14-Ajudar os outros a superar os obstáculos
15-Ligar para os pais, falar mais com eles
Do jornal da Sociedade Médica São Lucas, março de 2015
quinta-feira, 26 de março de 2015
Corrupção
Corrupção não é um problema da Dilma, do Lula, do Fernando Henrique, nem do Collor, nem do Sarney. É um problema nosso.
Marina Silva, ex-candidata à presidência, em conversa com estudantes em Harvard, EUA
Marina Silva, ex-candidata à presidência, em conversa com estudantes em Harvard, EUA
Alcoolismo
Por quase três décadas o alcoolismo foi uma presença nefasta na vida da família Leme. Entrou na vida do patriarca Paulo em 1963 e só saiu de cena em 1996 após quase abater o filho mais velho, Paulo Filho.
O pai, de pois de passar por uma clínica de desintoxicação e o AA, que frequentou por 15 anos, está sem beber há 26 anos e o filho há 19 anos.
Paulo de Abreu Leme, 74 anos, recuperou os empregos que perdera e hoje dá palestras gratuitas sobre o alcoolismo. Nunca teve recaídas. "Hoje não bebi, amanhã não sei", diz, depois de compreender a dependência e a necessidade de evitar o primeiro gole.
O filho que leva seu nome iniciou-se no álcool já no curso secundário quando bebia escondido. Ao ingressar na faculdade de direito o hábito acentuou-se. Embriagado consumia também cocaína e maconha. teve vários acidentes de carro. Não morri e não matei por sorte, conta.
Um dia os pais lhe chamaram e disseram : você é alcóolatra, está doente e tem que se tratar. Se não quiser vá morar em outro lugar. Passou a frequentar o AA abandonando o álcool e as drogas. Hoje é sócio de um grande escritório de advocacia. Seu maior estímulo foi a abstinência do pai.
A dupla está lançando o livro A Doença do Alcoolismo, relato de preconceitos e dramas vividos em decorrência da doença.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 15/03/15
O pai, de pois de passar por uma clínica de desintoxicação e o AA, que frequentou por 15 anos, está sem beber há 26 anos e o filho há 19 anos.
Paulo de Abreu Leme, 74 anos, recuperou os empregos que perdera e hoje dá palestras gratuitas sobre o alcoolismo. Nunca teve recaídas. "Hoje não bebi, amanhã não sei", diz, depois de compreender a dependência e a necessidade de evitar o primeiro gole.
O filho que leva seu nome iniciou-se no álcool já no curso secundário quando bebia escondido. Ao ingressar na faculdade de direito o hábito acentuou-se. Embriagado consumia também cocaína e maconha. teve vários acidentes de carro. Não morri e não matei por sorte, conta.
Um dia os pais lhe chamaram e disseram : você é alcóolatra, está doente e tem que se tratar. Se não quiser vá morar em outro lugar. Passou a frequentar o AA abandonando o álcool e as drogas. Hoje é sócio de um grande escritório de advocacia. Seu maior estímulo foi a abstinência do pai.
A dupla está lançando o livro A Doença do Alcoolismo, relato de preconceitos e dramas vividos em decorrência da doença.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 15/03/15
Papa Francisco
Tenho a impressão de que meu pontificado será breve: quatro ou cinco anos.
Papa Francisco em entrevista à rede mexicana de TV Televisa.
Papa Francisco em entrevista à rede mexicana de TV Televisa.
terça-feira, 17 de março de 2015
Exportações
As exportações brasileiras encolheram em quantidade e qualidade. Estudo realizado pela Fiesp mostra que entre os anos de 2006 a 2014 setores intensivos em recursos naturais, que empregam baixa tecnologia, responderam por quase 70% do avanço nas exportações da indústria.
Nesses oito anos as importações da indústria de transformações aumentaram em US$ 31,00 bilhões de dólares. Desse acréscimo US$ 21,6 bilhões, ou 69,7% vieram de setores com pouco emprego de tecnologia, tais como abate e fabricação de produtos de carne, produção e refino de açúcar, produção refino de óleos vegetais, por exemplo.
Na contra mão, as importações da indústria no período aumentaram US$ 133,00 bilhões quase quatro vezes o acréscimo das exportações. A categoria com maior variação positiva foi a de produtos intensivos de tecnologia de alto valor.
Os números revelam o empobrecimento qualitativo de nossa pauta de exportações cada vez mais tomada pelas comodities. Fatores como, cambio, excesso de burocracia, juros altos e carga tributária elevada, ajudam a explicar essa tendência das nossas exportações. Preços elevados das comodities atrairam investimentos e atenção do governo para o setor em detrimento de áreas de maior valor agregado.
Será que estamos condenados a sermos o Brasil agrário, celeiro do mundo, numa inaceitável proposta de repartição do sistema produtivo mundial, como queria no século XIX e princípio do século XX uma certa elite nacional ?
Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo, edição de 9/3/15
Nesses oito anos as importações da indústria de transformações aumentaram em US$ 31,00 bilhões de dólares. Desse acréscimo US$ 21,6 bilhões, ou 69,7% vieram de setores com pouco emprego de tecnologia, tais como abate e fabricação de produtos de carne, produção e refino de açúcar, produção refino de óleos vegetais, por exemplo.
Na contra mão, as importações da indústria no período aumentaram US$ 133,00 bilhões quase quatro vezes o acréscimo das exportações. A categoria com maior variação positiva foi a de produtos intensivos de tecnologia de alto valor.
Os números revelam o empobrecimento qualitativo de nossa pauta de exportações cada vez mais tomada pelas comodities. Fatores como, cambio, excesso de burocracia, juros altos e carga tributária elevada, ajudam a explicar essa tendência das nossas exportações. Preços elevados das comodities atrairam investimentos e atenção do governo para o setor em detrimento de áreas de maior valor agregado.
Será que estamos condenados a sermos o Brasil agrário, celeiro do mundo, numa inaceitável proposta de repartição do sistema produtivo mundial, como queria no século XIX e princípio do século XX uma certa elite nacional ?
Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo, edição de 9/3/15
Dívidas
Com o caixa em baixa o governo deixa de cumprir obrigações financeiras com organismos internacionais. Só com a OEA (Organização dos Estados Americanos) o montante chega a US$ 8,1 milhões.
Na verdade o Brasil mantem uma relação tensa com aquela instituição multilateral. Desde que a Corte Interamericana de Direitos Humanos ligada à entidade solicitou que o Brasil suspendesse o licenciamento da usina de Belo Monte em razão do impacto sobre a comunidade local a presidente Dilma chamou de volta o embaixador Ruy Casaes representante brasileiro na OEA. Há quatro anos não temos embaixador junto à OEA embora.
Na verdade Brasil, Argentina, Bolívia e Venezuela, têm restrições à OEA que consideram excessivamente alinhada aos Estados Unidos.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 10/03/15
Na verdade o Brasil mantem uma relação tensa com aquela instituição multilateral. Desde que a Corte Interamericana de Direitos Humanos ligada à entidade solicitou que o Brasil suspendesse o licenciamento da usina de Belo Monte em razão do impacto sobre a comunidade local a presidente Dilma chamou de volta o embaixador Ruy Casaes representante brasileiro na OEA. Há quatro anos não temos embaixador junto à OEA embora.
Na verdade Brasil, Argentina, Bolívia e Venezuela, têm restrições à OEA que consideram excessivamente alinhada aos Estados Unidos.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 10/03/15
quarta-feira, 11 de março de 2015
Exageros
Quando falaram que o Brasil era um foguete em direção à lua, aquilo era dramaticamente exagerado. Agora, o suposto desastre enfrentado pelo Brasil também está sendo exagerado.
Peter Hakim, brasilianista e presidente do Instituto de Análise Política Inter-American Dialogue, em Washington
Peter Hakim, brasilianista e presidente do Instituto de Análise Política Inter-American Dialogue, em Washington
Xuxa
Estou me sentindo livre. A Record me deixa fazer tudo que quero.
Ainda é estranho falar este nome Record por que por 20 anos não pude falar esse nome.
Xuxa, apresentadora de televisão que deixou a Globo após 29 anos, ao assinar contrato com a Record
Ainda é estranho falar este nome Record por que por 20 anos não pude falar esse nome.
Xuxa, apresentadora de televisão que deixou a Globo após 29 anos, ao assinar contrato com a Record
domingo, 8 de março de 2015
Pais
Se você é sortudo o suficiente para ter um dos pais ou os dois vivos neste planeta ligue para eles. Não mande mensagem nem e-mail. LIGUE.
J.K.Simmons, ator, premiado como melhor coadjuvante por Whiplash
J.K.Simmons, ator, premiado como melhor coadjuvante por Whiplash
Mulher negra
Quero que uma atriz negra saiba que também pode estar no palco.
Whoopi Goldberg, atriz negra que exigiu atrizes negras como protagonistas no filme Mudança de Hábito
Whoopi Goldberg, atriz negra que exigiu atrizes negras como protagonistas no filme Mudança de Hábito
quarta-feira, 4 de março de 2015
Mujica
Pepe Mujica terminou seu mandato como presidente do Uruguai. Seu governo foi marcado por iniciativas, legalização da maconha, casamento entre pessoas do mesmo sexo, que colocaram o pequeno país da vanguarda das transformações sociais.
Dessas mudanças pode se gostar ou não. A vida simples que levou no exercício do poder despertou admiração geral. O exemplo podia corrigir os excessos de políticos que se regalam em mordomias e megalomanias custeadas pelo povo.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 01/03/15
Assinar:
Postagens (Atom)





