sábado, 22 de agosto de 2009

Raul Seixas

Nos vinte anos da morte de Raul Seixas, o maluco beleza, criador da sociedade alternativa, chovem eventos comemorativos da data e saem do baú músicas e imagens censuradas.

Morto aos 44 anos, de uma pancreatite adquirida por excesso de ingestão alcoólica, o roqueiro deixou sua produção organizada, o que permitiu edições póstumas de canções inéditas.

A metamorfose ambulante, criação de Seixas, como se autodefiniu o Lula, chegou ao ápice do poder.

Metamorfose ambulante é você, sou eu, somos nós, o que fomos, o que somos, o que poderemos vir a ser.

Afinal, só não muda quem não pensa, sentenciou o cara, guru do Obama.

2 comentários:

Arimatéa disse...

Caro Lúcio, um dia assistindo ao programa da Leda Nagle, o Sem Censura, o vocalista da banda Barão Vermelho Roberto Frejat disse uma coisa sobre Raulzito que nunca esqueci. Ele falou que nas madrugadas da vida, no Brasil inteiro, se ouve músicas do Raul Seixas. Acho o maior ícone do rock no Brasil. E sua parceria com Paulo Coelho é antológica. Justas as homenagens. "Tenha fé em Deus, tenha fé na vida"(Raul Seixas). Grande Raul Seixas!

Anônimo disse...

Tem também aquela outra..."Eu sou a mosca / que pousou na tua sopa..."
Marina é a mosca na sopa da Dilma. Sarney é a mosca na sopa do PT. Aécio é a mosca na sopa do Serra.
E aí, Lúcio, você vai ser a mosca na sopa de quem em 2010? (Josué de Lima)