A Academia Americana de Pediatria recomenda ler para o bebê desde o nascimento para ajudar a enriquecer a linguagem, racíocínio e a própria vida.
A entidade apregoa : Leiam para seus filhos desde o nascimento.
Novos estudos baixam a os benefícios da interação com os pais e os livros para antes dos dois anos,.
Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo, edição de 29/06/14
quarta-feira, 16 de julho de 2014
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Indústria
As montadoras passam a prever queda de 10% na produção de veículos este ano.
No primeiro semestre a baixa foi de 16,8% em relação à igual período do ano passado. Associação do setor atribui a redução à menor oferta de crédito. Conta com uma recuperação das vendas após a Copa.
De qualquer forma o desempenho final estará longe da previsão inicial de crescimento de 1,4%. Em cosequência do freio na produção o México já ultrapassou o Brasil no ranking da indústria automobilística. Ocupamos agora a oitava posição.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 08/07/14
No primeiro semestre a baixa foi de 16,8% em relação à igual período do ano passado. Associação do setor atribui a redução à menor oferta de crédito. Conta com uma recuperação das vendas após a Copa.
De qualquer forma o desempenho final estará longe da previsão inicial de crescimento de 1,4%. Em cosequência do freio na produção o México já ultrapassou o Brasil no ranking da indústria automobilística. Ocupamos agora a oitava posição.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 08/07/14
Copa
Terminada a Copa podemos dizer que o balanço foi positivo. Os estrangeiros levam uma boa imagem do Brasil graças à cordialidade e alegria dos brasileiros e não ocorreram incidentes que prejudicassem a imagem do país.
É certo que ficam as obras inacabadas e as que sequer foram iniciadas e os estádios gigantescos de futuro muito incerto dada a escassez de público nos jogos domésticos. Fica de herança o Regime Diferenciado de Contratação (RDC) uma mudança na lei de licitações que facilita a fraude nas concorrências.
Quem disse que não ia ter Copa ou apostava em turbulências e desorganização durante o certame errou feio. O governo cumpriu, no geral, o manual e as exigências da Fifa e deu certo.
A decepção veio de onde menos se esperava. O sonho do hexa embalado pelo otimismo inconsistente da imprensa transformou-se num pesadelo que ainda irá nos perseguir por muito tempo.
Quanto a influência do resultado na política é esperar para ver. Agora vai começar o jogo eleitoral. Já na economia leio os jornais e fico em dúvida, tanto são as opiniões divergentes sobre o tema.
O troféu para os brasileiros ficou com a polícia que desbaratou a máfia dos ingressos. Se os peixes graúdos vão ser fisgados talvez seja querer demais nesse mar de cumplicidades e corrupção que inunda o mundo do futebol.
É certo que ficam as obras inacabadas e as que sequer foram iniciadas e os estádios gigantescos de futuro muito incerto dada a escassez de público nos jogos domésticos. Fica de herança o Regime Diferenciado de Contratação (RDC) uma mudança na lei de licitações que facilita a fraude nas concorrências.
Quem disse que não ia ter Copa ou apostava em turbulências e desorganização durante o certame errou feio. O governo cumpriu, no geral, o manual e as exigências da Fifa e deu certo.
A decepção veio de onde menos se esperava. O sonho do hexa embalado pelo otimismo inconsistente da imprensa transformou-se num pesadelo que ainda irá nos perseguir por muito tempo.
Quanto a influência do resultado na política é esperar para ver. Agora vai começar o jogo eleitoral. Já na economia leio os jornais e fico em dúvida, tanto são as opiniões divergentes sobre o tema.
O troféu para os brasileiros ficou com a polícia que desbaratou a máfia dos ingressos. Se os peixes graúdos vão ser fisgados talvez seja querer demais nesse mar de cumplicidades e corrupção que inunda o mundo do futebol.
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Breve notícia do primeiro livro impresso em linguagem
Breve
notícia do primeiro livro impresso em linguagem
Lúcio
Alcântara *
“Deus que julga as
obras e a intenção de cada um, julgue as nossas, pois o juízo do homem está
mais pronto a julgar a outrem que a si mesmo.”
Apologia de João
de Barros em lugar de prólogo
(Quarta Década
da Ásia)
O
mundo culto português foi surpreendido quando, em 25 de maio de 1965, o
professor José Vicente Pina Martins publicou artigo no “Diário de Notícias”
sobre a existência de um exemplar do Tratado
de Confissom impresso em português na cidade de Chaves no ano de 1489.
Descoberta esta devida ao livreiro Tarcísio Trindade, de Alcobaça, levada ao
conhecimento do mestre que a estudou em artigos especializados vindo a
publicá-la mais tarde em edição fac
similar diplomática, de 1973, precedida de minuciosa introdução.
Achados
como esse, comparável ao da Vita Christi
por Jaime Cortesão em 1920, são raros em bibliografia, ainda mais que o cimélio
encontrado nunca havia sido mencionado por quantos se debruçaram sobre a
história da tipografia e do livro em Portugal. Até então A Vida de Cristo, de 1495, era tido como o primeiro livro em língua
portuguesa, traduzido do latim, impresso na oficina de Valentim Fernandes e
Nicolau da Saxonia. O aparecimento do incunábulo revolucionou os estudos sobre
a origem e penetração da imprensa em Portugal ao abrir novas possibilidades de
investigação. À luz dos conhecimentos atuais, os judeus são considerados os
precursores da imprensa em terras lusitanas a partir do Pentateuco, Faro, 1487. Ao todo, segundo Cadafaz de Matos, somaram
quinze os livros publicados em hebraico até a expulsão dos judeus em 1497. Até
aqui não foi possível comprovar, como sugerem alguns estudiosos, a existência
de prelos cristãos anteriores aos judaicos. O Pentateuco (1487) e o Tratado
de Confissom seriam dois marcos a balizarem o nascimento da imprensa lusa e
o surgimento de publicações em vernáculo. Controvérsias sobre a localização da
primeira tipografia colocam Leiria, Guarda, Lisboa e, após a descoberta do Tratado de Confissom, Chaves, como
hipotéticas sedes, mas, de certeza, a primazia ainda cabe a Faro, comprovada
pela publicação do Pentateuco.
Ao
proceder a um meticuloso exame dos aspectos editoriais e gráficos do Tratado de Confissom Pina Martins
provocou uma revisão sobre os pródromos da imprensa portuguesa. A
partir da conclusão a que chegou, passou-se a admitir uma quarta via para sua
entrada no país, a espanhola, com eixo nas cidades de Zamora/Monterrey/Chaves,
seguida pelos impressores anônimos do Sacramental
e do Tratado de Confissom,
antecedente das outras três já mapeadas (1). A saber:
-
Barcelona/Braga, seguida por Johann Gherlinc.
-
Augsburgo/Sevilha/Lisboa, seguida por Valentim Fernandes.
-
Salamanca/Porto/Braga, correspondente ao itinerário de Rodrigo Álvares.
Possibilidade
esta antes ignorada a despeito da proximidade entre os dois países e da
presença da tipografia em Espanha desde 1472(1). Verdade que D. Manuel II, último
rei de Portugal, notável bibliófilo, autor do magnífico catálogo, Livros antigos portugueses da biblioteca de
sua majestade fidelíssima, já em 1929 estranhava “que catorze anos tivessem
decorrido entre a introdução da arte de Gutenberg em Espanha por oficiais
alemães e a sua entrada em Portugal pela mão de impressores hebreus”(4),
estranheza só satisfeita em 1965 pelas páginas do incunábulo flaviense,
exemplar único, achado fortuito em meio a um monte de livros velhos.
O
“livrinho”, como o chamou carinhosamente Pina Martins, é um pequeno in-quarto,
com trinta fólios e cinquenta e nove páginas impressas e um cólofon onde a
lacuna é a omissão do nome do impressor. Para além do livro em si, da
referência a Chaves como local da impressão, todo o resto se situa no terreno
movediço das probabilidades amparadas por inferências obtidas a partir de
apuradas pesquisas encetadas pelo reputado bibliólogo luso, removidas assim objeções
dissimuladas à sua tese. Um manual destinado a orientar confessores e
penitentes de certo teria boa acolhida entre os peregrinos de passagem por
aquela vila nortenha em trânsito para Santiago de Compostela.
Por
outro lado, os caracteres tipográficos empregados no Tratado, a disposição do texto em duas colunas, a filigrana do
papel, uma mão direita coroada por uma corola de seis pétalas, uma identidade
próxima entre as fórmulas do cólofon, aproximam-no das obras impressas por
Antonio Centenera com oficina estabelecida em Zamora. A partir das analogias
identificadas, foi possível supor que um impressor português tenha levado a
cabo o trabalho com limitados recursos tipográficos preteridos por Centenera na
vizinha cidade espanhola.
Segundo Luis Felipe Barreto, citado no Catálogo dos Quinhentistas Portugueses da
Biblioteca Nacional, a cultura discursiva do renascimento português resulta
de três grandes dinamismos – o escolástico, o humanista, o da expansão dos
descobrimentos. O predomínio cultural da escolástica se reflete no número
expressivo de títulos editados no período sob a égide ou de mecenas ao seu
serviço. Aliás, mesmo no período hebraico da tipografia portuguesa (1487 -
1497) apenas uma obra, o Almanach
Perpetuum, de Abrãao Zacuto, um compêndio de astronomia, não tinha caráter
religioso. Do total de 1.904 obras estampadas em Portugal no século XVI,
seiscentas e cinquenta de uma, ou seja, 34% delas foram de responsabilidade da
igreja (5).
Em relação aos incunábulos portugueses, dos trinta conhecidos, dez inserem
textos litúrgicos publicados com o apoio das autoridades eclesiásticas das três
dioceses mais importantes, Braga, Lisboa e Porto (3).
Foi
nesse ambiente de forte inspiração religiosa que surgiu o Tratado de Confissom, um guia para uso de confessores e penitentes,
espécime de literatura moral, mais profundo que outros do gênero (6). O livro
está dividido em duas partes, reservadas, a primeira, objetiva, ao confessor; a
segunda, subjetiva, ao penitente, para facilitar seu exame de consciência, precedidas
por um pródromo que alerta o juiz sobre suas obrigações e exorta-o a ser reto e
justo. Um manual estruturado com apoio em exemplos, de forma a não falhar na
revelação de pecados, e aplicação de penas segundo tabela canonicamente fixada.
Enérgica reprimenda à corrupção da igreja e abusos dos eclesiásticos. Curioso
que o livro conclua com orações
canônicas para as refeições, diferentemente dos congêneres, cujo costume das
terminações era uma preparação para a morte. Como se, absolvido dos pecados pela
confissão o penitente à mesa antecipasse a ceia do Senhor. A arte de viver e
conviver substitui a arte de morrer (5).
O
mérito do Tratado de Confissom,
segundo Pina Martins, é bibliográfico, por haver antecipado em seis anos as
primícias da tipografia lusitana. Nem seria de esperar maior valor literário em
livro escrito com o fito de instruir práticas religiosas. Da autoria presumida
de um eclesiástico, confessor e pregador, está vazado em um estilo seco, pobre
de imagens, não obstante revestido da “beleza de uma arquitetura sem ornatos” (5). Vale
ressaltar o léxico moderno com o emprego de palavras que sobrevivem até hoje.
Não
é desprezível a título de documento que expõe a confissão como instrumento de
controle social e revelador do comportamento do homem português no século XV.
A
afirmação de Sousa Viterbo de que “em bibliografia é muito difícil, se não
impossível, asseverar que se disse a última palavra sobre o assunto por muito
verossímil que seja”, cautela esposada por outros especialistas, veio a ser
confirmada a propósito da instituição do primeiro livro impresso em língua
vernácula. Quando a prioridade indiscutível estava atribuída ao Tratado de Confissom, sustentada por
fundados argumentos, eis que artigo assinado pela professora da Universidade de
São Paulo, Rosemarie Erika Horch, confere o primado a uma tradução portuguesa
do Sacramental, obra do espanhol
Clemente Sanchez de Vercial, saída do prelo em Chaves, no ano de 1488(11).
Conclusão esta retirada com base em investigação levada a efeito a partir de
exemplar depositado na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro dada a conhecer em
1986. Segundo ela, após a publicação do Catálogo
dos Incunábulos da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro (1957), surgiram
comentários sobre a natureza incunabular da referida publicação, alimentada
pela ausência no volume em estudo das folhas finais onde estariam as indicações
tipográficas. Não obstante o óbice comprobatório, Serafim da Silva Neto, em
1957, com base em informação colhida no Dicionário
Bibliográfico Português de Inocêncio Francisco da Silva, é taxativo ao
considerar que ele “tem as características de incunábulo”. É que, no verbete,
Clemente Sanchez de Vercial do aludido glossário, além das edições vernáculas
do Sacramental, datadas de 1502 e
1539, está reproduzido um comentário imputado ao conselheiro Francisco Freire
de Carvalho sobre ter visto na biblioteca do arcebispo de Lacedemônia e Vigário
Geral do pratriarcado, D. Antonio José Ferreira de Sousa, outro exemplar do
mesmo livro traduzido em português, impresso em 1488, que descreve em pormenor,
anotada inclusive a falta da folha inicial. Ao tomar como ponto de partida a
informação oferecida por Inocêncio, a pesquisadora localizou a obra do
conselheiro Freire Carvalho, intitulada Primeiro
Ensaio sobre a História Litteraria de Portugal, desde a Mais Remota Origem até
o presente tempo, Seguido de Differentes Opusculos, Que Servem para sua Maior
Illustração, e Offerecido aos Amadores da Litteratura Portuguesa em Todas as
Nações. Lisboa, Typ. Rollandiana, 1845, 8º de 445 págs. a qual cita
elementos constantes do Sacramental de
1488. Em seu texto reproduz o remate do livro onde vem em latim muito mutilado
a indicação do impressor e de Chaves como sede tipográfica, dados despercebidos
pelo autor da observação e o dicionarista. O cotejo feito entre o exemplar
descrito por Freire Carvalho e o da Biblioteca Nacional faz crer se tratarem
ambos da mesma edição restrita, a discordância às cores das letras capitulares.
Sem embargo da exaustiva apuração empreendida, não foi possível identificar o
tradutor nem afirmar com segurança o responsável pela impressão, possivelmente
um espanhol fixado em uma das cidades próximas a Chaves. Embora a autora não
tenha conseguido identificar os tipos do Sacramental
com os de nenhum tipógrafo contemporâneo, há um vínculo de interesses
topográficos com o Tratado de Confissom que
emprestou insuspeitada notoriedade tipográfica à cidade. Mais que isso, segundo
Artur Anselmo, pesquisador do assunto. Para ele, haveria entre as duas preciosidades
afinidade temática e técnica que remete ambas a uma provável origem comum
traduzida no papel usado e nos tipos de
Antonio Centenera. Por fim, um comentário sobre os dois exemplares mencionados.
O da Biblioteca Nacional, com suas folhas iniciais completas, não pode ser o
mesmo da descrição de Freire Carvalho onde estão dadas como ausentes.
Exemplares
únicos, o Tratado de Confissom e o Sacramental são remanescentes do
vandalismo dos homens e da ação destruidora do tempo para testemunharem o
princípio e a evolução da imprensa, essa formidável invenção da Renascença
difundida pelo protagonismo português na descoberta de novos mundos, malgrado
sua interdição no Brasil até a transferência da Corte em 1808.
Após
esta breve incursão pelo alvorecer da imprensa em Portugal, cumpre elaborar uma
cronologia de livros publicados à época, segundo coligi de fontes diversas
assentadas em constatações comprovadas.
De
acordo com Artur Anselmo(3) todos os impressores
que trabalharam em Portugal com caracteres de matriz gótica, do início da
atividade tipográfica até o final do século XV, estão distribuídos por três
ramos:
a)
ramo comum a impressores do Sacramental
e Tratado de Confissom.
b)
ramo comum a Johann Gherlinc e Rodrigo Alvares.
c)
ramo comum a Valentim Fernandes e Nicolau de Saxonia.
Quanto
aos livros publicados, esbocei uma síntese cronológica que contempla em sua
estrutura as mudanças ocorridas desde quando Queirós Veloso considerou, no
volume I da Bibliografia Geral Portuguesa
a Vita Christi “como a primeira obra
impressa entre nós em linguagem” (6).
Ordenados
a seguir, os livros listados auxiliam a melhor compreender a sequência de
publicações surgidas na fase pioneira da imprensa em Portugal:
1487
– Pentateuco – Primeiro livro
publicado em Portugal em hebraico (Faro, Samuel Gacon).
1488
– Sacramental – Tradução portuguesa
do texto de Clemente Sanchez de Vercial (Chaves, impressor ignorado).
1489
– Tratado de Confissom – Primeiro
livro impresso escrito em português (Chaves, impressor ignorado).
1494
– Breviarium Bracharense – Primeiro
livro publicado em latim em Portugal (Braga, João Gherlinc).
1495
– Vita Christi – Obra prima da
bibliografia portuguesa traduzida do latim. (Lisboa, Valentim Fernandes e
Nicolau da Saxonia).
1497
– Constituições que fez o senhor Dom
Diogo de Sousa Bispo do Porto – Primeiro livro que teria sido impresso por
um português. (Porto, Rodrigo Álvares).
Sem
a pretensão de esgotar a lista de incunábulos portugueses, relacionamos os
vinculados a eventos marcantes na bibliografia lusitana na esperança de que o
presente texto colabore com quantos se aventurem na senda dessa fascinante
aventura.
Bibliografia
01-
ANSELMO, Artur. Estudos de história do
livro. Lisboa: Guimarães, 1997.
189p.
02-
_____________. Livros e mentalidades.
Lisboa: Guimarâes, 2002. 191p.
03-
_____________. Origens da imprensa em Portugal. Lisboa:
Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1981. 510 p.
04-
D. Manuel II. Livros antigos portugueses 1489 - 1600 da bibliotheca de
sua majestade fidelíssima. Braga: APPACDM, 1995. 633 p. v.1.
05-
HUE, Sheila Moura (Org.); PINHEIRO, Ana Virginia (Org.). Catálogo dos
quinhentistas portugueses da Biblioteca Nacional. 2. ed. Rio de
Janeiro: Edições Biblioteca Nacional, 2004. 157p.
06-
MARTINS, José V. de Pina. Tratado de
confissom: (Chaves, 8 de agosto de 1489). Lisboa: Imprensa Nacional – Casa
da Moeda, 1973. 281p.
07-
MATOS, Manuel Cadafaz de. O Primeiro livro impresso em Portugal. Jornal
de Letras, [S.l.], 12 jul. 1987.
08-
PACHECO, José. A Divina arte negra e o
livro português: (séculos XV e XVI). Lisboa: Vega. 282p. (Coleção Artes /
História).
09-
PEIXOTO, Jorge. História do livro
impresso em Portugal. Coimbra, 1967. 30p.
10-
PINTO, Américo Cortez. Da famosa arte da imprimissão. Lisboa:
Ulisseia Limitada, 1948. 507 p.
11-
PRELO. Lisboa: Imprensa Nacional - Casa da Moeda, n. 10, jan./fev. 1986.
Trimestral.
12-
SILVA, Innocêncio Francisco da. Diccionário
bibliográfico portuguez. Lisboa: Imprensa Nacional, 1859.478p. t.2.
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Ingrid Berman II
Encenação :
Às vezes, no cinema, você ama tanto uma pessoa, mas não consegue trabalhar com ela nos filmes. Em outras, você não gosta de alguém, mas na tela funciona perfeitamente. Os dois maiores talentos com quem já trabalhei foram Ingrid Berman e Anna Magnani. Mas, eu preferi trabalha com Magnani, de quem eu não gostava, do que com Bergman, que eu adorava
Anthony Quinn
Às vezes, no cinema, você ama tanto uma pessoa, mas não consegue trabalhar com ela nos filmes. Em outras, você não gosta de alguém, mas na tela funciona perfeitamente. Os dois maiores talentos com quem já trabalhei foram Ingrid Berman e Anna Magnani. Mas, eu preferi trabalha com Magnani, de quem eu não gostava, do que com Bergman, que eu adorava
Anthony Quinn
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Ingrid Berman
Guardo da atriz sueca doces recordações da adolescência. Sempre me atraiu nela um certo despojamento pessoal e uma naturalidade que não era comum nas grandes divas do cinema. Nessa linha encontrei no livro/cd que a Folha de São Paulo vem lançando na Coleção Grandes Astros um depoimento que transcrevo a seguir.
"Eu nunca me senti bem maquiada. Acho que é preciso ter começado a usa-la bem cedo na vida para se sentir natural quando se tem algo inatural na sua face. Eu sempre penso que quando as pessoas olham meu rosto verão onde termina a maquiagem e eu começo, particularmente na luz natural. Mesmo maquiagem leve me faz sentir como se eu estivesse me escondendo sob uma máscara. Eu não quero me esconder. Quero me comunicar. Quero parecer comigo mesma".
"Eu nunca me senti bem maquiada. Acho que é preciso ter começado a usa-la bem cedo na vida para se sentir natural quando se tem algo inatural na sua face. Eu sempre penso que quando as pessoas olham meu rosto verão onde termina a maquiagem e eu começo, particularmente na luz natural. Mesmo maquiagem leve me faz sentir como se eu estivesse me escondendo sob uma máscara. Eu não quero me esconder. Quero me comunicar. Quero parecer comigo mesma".
Spica
Crônica do Ruy Castro, Folha de São Paulo, edição de 25/06/14, relembra o Spica, primeiro rádio pórtatil de que me lembre.
Bem pequeno, envolto em uma embalagem de couro, cor bege, japonês, salvo engano, sem a fidelidade dos aparelhos de hoje era sinal de modernidade colada aos ouvidos das pessoas.
Não importavam os chiados nem a audição precária o importante era o contacto com o mundo estando fora de casa.
Não faziam falta nos estádios onde torcedores não se satisfaziam apenas em assistir os jogos mas também queriam escutar seus narradores prediletos.
Bem pequeno, envolto em uma embalagem de couro, cor bege, japonês, salvo engano, sem a fidelidade dos aparelhos de hoje era sinal de modernidade colada aos ouvidos das pessoas.
Não importavam os chiados nem a audição precária o importante era o contacto com o mundo estando fora de casa.
Não faziam falta nos estádios onde torcedores não se satisfaziam apenas em assistir os jogos mas também queriam escutar seus narradores prediletos.
Aposta
Um norueguês, conhecedor dos antecedentes de Luis Suárez jogador da seleção uruguaia apostou como ele morderia alguém durante a Copa.
Thomas Syversen, este seu nome, respondeu sim à pergunta de uma casa de apostas na cidade de Bergen : Será que Luis Suàrez vai morder outro jogador agora na Copa ?
Apostou o equivalente à R$ 11,0 e ganhou algo em torno de R$ 2,0 mil
Saiba mais no suplemento da Copa do jornal O Estado de São Paulo, edição de 25/06/14
Thomas Syversen, este seu nome, respondeu sim à pergunta de uma casa de apostas na cidade de Bergen : Será que Luis Suàrez vai morder outro jogador agora na Copa ?
Apostou o equivalente à R$ 11,0 e ganhou algo em torno de R$ 2,0 mil
Saiba mais no suplemento da Copa do jornal O Estado de São Paulo, edição de 25/06/14
Economia
Emprego : Maio apresentou o pior resultado na abertura de vagas com carteira assinada. O saldo de 58,8 mil vagas só foi melhor que maio de 1992, 58.836, quando o presidente era Fernandp Collor.
Déficit : O déficit de US$ 6,635 bi nas contas externas no mês de maio estabeleceu um recorde para o mês. O acumulado no ano de US$ 40,07 bi também é recorde.
Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo, edição de 25/06/14
Déficit : O déficit de US$ 6,635 bi nas contas externas no mês de maio estabeleceu um recorde para o mês. O acumulado no ano de US$ 40,07 bi também é recorde.
Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo, edição de 25/06/14
Perdas e Ganhos
Com os feriados em dia de jogo e menos movimento nas ruas comércio e indústria calculam prejuizos.
Na indústria brasileira cada dia útil parado representa em média uma perda de R$ 7,0 bilhões no valor bruto da produção.
Quanto ao comércio, cálculos da CNC indicam que um dia útil perdido represente 9% de lucro a menos no mês.
Já os bares... devem faturar R$ 12,0 bilhões em junho. Na hotelaria a expectativa é de crescimento de 6% a 7%. O evento deverá injetar cerca de R$650,0 milhões no setor.
Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo, edição de 28/06/14
Na indústria brasileira cada dia útil parado representa em média uma perda de R$ 7,0 bilhões no valor bruto da produção.
Quanto ao comércio, cálculos da CNC indicam que um dia útil perdido represente 9% de lucro a menos no mês.
Já os bares... devem faturar R$ 12,0 bilhões em junho. Na hotelaria a expectativa é de crescimento de 6% a 7%. O evento deverá injetar cerca de R$650,0 milhões no setor.
Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo, edição de 28/06/14
Argentina
Posso ser goleira. Cá estamos impedindo os gols.
Cristina Kirchner, presidente da Argentina a propósito da crise da dívida do país que pode terminar em novo calote.
Cristina Kirchner, presidente da Argentina a propósito da crise da dívida do país que pode terminar em novo calote.
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Carlos Lacerda
Não tenho, nunca tive, afinidade com as ideias políticas de Carlos Lacerda cujo centenário de nascimento transcorre este ano (30/04/14 - 21/05/77).
Respeito sua cultura, os dotes de orador e o debatedor talentoso.
Do longo depoimento que concedeu a entrevistadores do jornal O Estado de São Paulo poucos meses antes de sua morte extrai algumas passagens que julgo interessantes :
Sobre sua incoerência em relação à Jânio Quadros com quem rompeu depois de te-lo apoiado quando candidato à presidência : Quem é o incoerente, eu que,elogiei Jãnio quando ele parecia bom, ou ele, que parecia bom e ficou ruim ?
Sobre seu entusiasmo com as obras do Guandu que resolveram o problema de abastecimento de água da cidade do Rio de Janeiro : Não me importa que não se lembrem, quando abrirem as bicas, quem foi que botou a água.O que importa é que eu me lembre.
Sobre o exercício do poder : O poder não é cargo de sacrifício. Ao contrário é uma fonte maravilhosa de alegria. Ser governo não é um sistema de privilégio para você. Eu tenho nojo da pessoa que diz que está fazendo um sacrifício : ou é um mentiroso, ou é um impostor ou não sabe o que está fazendo lá.
Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo, edição de 27/04/14 páginas A8 e A9.
Respeito sua cultura, os dotes de orador e o debatedor talentoso.
Do longo depoimento que concedeu a entrevistadores do jornal O Estado de São Paulo poucos meses antes de sua morte extrai algumas passagens que julgo interessantes :
Sobre sua incoerência em relação à Jânio Quadros com quem rompeu depois de te-lo apoiado quando candidato à presidência : Quem é o incoerente, eu que,elogiei Jãnio quando ele parecia bom, ou ele, que parecia bom e ficou ruim ?
Sobre seu entusiasmo com as obras do Guandu que resolveram o problema de abastecimento de água da cidade do Rio de Janeiro : Não me importa que não se lembrem, quando abrirem as bicas, quem foi que botou a água.O que importa é que eu me lembre.
Sobre o exercício do poder : O poder não é cargo de sacrifício. Ao contrário é uma fonte maravilhosa de alegria. Ser governo não é um sistema de privilégio para você. Eu tenho nojo da pessoa que diz que está fazendo um sacrifício : ou é um mentiroso, ou é um impostor ou não sabe o que está fazendo lá.
Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo, edição de 27/04/14 páginas A8 e A9.
Drogas
A droga é um mal e com o mal não pode haver cessões ou compromissos.
Papa Francisco, sobre sua rejeição `legalização de qualquer tipo de entorpecente.
Folha de São Paulo, edição de 22/06/14
Papa Francisco, sobre sua rejeição `legalização de qualquer tipo de entorpecente.
Folha de São Paulo, edição de 22/06/14
Livro
Nenhum homem é uma ilha. Cada livro é um mundo.
Do livro A Vida do Livreiro A.J.Fikry, de Gabrielle Zevin
Do livro A Vida do Livreiro A.J.Fikry, de Gabrielle Zevin
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Reflexão dominical
Trecho do Evangelho de ontem segundo Mateus :
Naquele tempo disse Jesus a seus apóstolos: Não tenhais medo dos homens, pois nada há de encoberto que não seja revelado, e nada há de escondido que não seja conhecido.
O que vos digo na escuridão dizei-o à luz do dia; o que escutais ao pé do ouvido, proclamai-o sobre os telhados. Não tenhais medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma.
Muito oportuno às vésperas de uma disputada campanha eleitoral
Naquele tempo disse Jesus a seus apóstolos: Não tenhais medo dos homens, pois nada há de encoberto que não seja revelado, e nada há de escondido que não seja conhecido.
O que vos digo na escuridão dizei-o à luz do dia; o que escutais ao pé do ouvido, proclamai-o sobre os telhados. Não tenhais medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma.
Muito oportuno às vésperas de uma disputada campanha eleitoral
Livros
No Brasil não se pode emprestar livros : os que os recebem, consideram-nos dados e não emprestados.
Marquês de Maricá
Marquês de Maricá
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Classe média
La classe é móbile... pode dizer-se em forma de paródia. Um estudo detaljhado sobre a renda e os gastos das classes C,D e E revelou um dado sobre a C chamada de nova classe média.
As variações quanto ao valor e fontes de rendimento demonstram mudanças drásticas mês a mês. Assim uma mesma família oscila entre a pobreza e a renda média em questão de dias.
Luciana Aguiar, responsável peo estudo, diz : Podemos dizer que a classe C é classe média quando dá.
A partir dessa constatação é preciso cautela com as estatísticas que exibem números de brasileiros egressos da pobreza.
Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo, edição de 18/05/2014
As variações quanto ao valor e fontes de rendimento demonstram mudanças drásticas mês a mês. Assim uma mesma família oscila entre a pobreza e a renda média em questão de dias.
Luciana Aguiar, responsável peo estudo, diz : Podemos dizer que a classe C é classe média quando dá.
A partir dessa constatação é preciso cautela com as estatísticas que exibem números de brasileiros egressos da pobreza.
Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo, edição de 18/05/2014
PT
O PT ainda é o partido com o maior número de simpatizantes.
Há 20 anos a taxa era de 22%. Em agosto de 2002 chegou a 34% e agora é de 21%. Voltamos portanto aos números de 1995.A distribuição de apoiadores sofreu modificações. Eles estão mais velhos e menos concentrados. Num processo de interiorização migraram do sul e sudeste para o nordeste.
Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo, edição de 18/05/14
Há 20 anos a taxa era de 22%. Em agosto de 2002 chegou a 34% e agora é de 21%. Voltamos portanto aos números de 1995.A distribuição de apoiadores sofreu modificações. Eles estão mais velhos e menos concentrados. Num processo de interiorização migraram do sul e sudeste para o nordeste.
Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo, edição de 18/05/14
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Conselho
A propósito das manifestações de rua e das torcidas que enchem os estádios durante as partidas pela Copa do Mundo é oportuno lembrar o obeso e sonolento personagem de Dickens, Mr Pickwik, que acabou dando nome a uma síndrome médica.
Aconselhava ele : Quando encontrarem uma multidão gritando viva ou morra, gritem com a multidão.
E se encontrarmos duas multidões, uma gritando viva e outra morra, indagou um díscipulo.
Então gritem com a que gritar mais alto, ensinou.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 18/0514, artigo de Carlos Heitor Cony
Aconselhava ele : Quando encontrarem uma multidão gritando viva ou morra, gritem com a multidão.
E se encontrarmos duas multidões, uma gritando viva e outra morra, indagou um díscipulo.
Então gritem com a que gritar mais alto, ensinou.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 18/0514, artigo de Carlos Heitor Cony
Desigualdade
Quando se verifica que 1% da população mundial é muito rica e 99% das pessoas têm uma vida cada vez mais precária a questão da desigualdade surge como um tema do maior interesse mobilizando lideranças mundiais em busca de reverter essa situação tão injusta.
O papa Francisco e o presidente Obama já se referiram a ela como o problema que define nosso tempo.
Agora o economista francês Thomas Piketty atiçou a discussão ao expor em livro a tese de que a desigualdade econômica é uma decorrência do capitalismo que só contribui para agrava-la.
Sua obra, O Capital no Século 21, virou um best seller e tem suscitado muitos debates. As críticas surgidas questionam sobretudo dados estatísticos e as fontes onde teriam sido colhidos. O autor se defende afirmando que as contestações não invalidam a essência de seus argumentos.
O alerta de Piketty, no mínimo, chama atenção para o grave problema da concentração de renda que aflige indistintamente paises ricos e pobres na vigência da atual ordem econômica.
Saiba mais no jornasl O Estado de São Paulo, edição de 18/0514 páginas A21 e B9
O papa Francisco e o presidente Obama já se referiram a ela como o problema que define nosso tempo.
Agora o economista francês Thomas Piketty atiçou a discussão ao expor em livro a tese de que a desigualdade econômica é uma decorrência do capitalismo que só contribui para agrava-la.
Sua obra, O Capital no Século 21, virou um best seller e tem suscitado muitos debates. As críticas surgidas questionam sobretudo dados estatísticos e as fontes onde teriam sido colhidos. O autor se defende afirmando que as contestações não invalidam a essência de seus argumentos.
O alerta de Piketty, no mínimo, chama atenção para o grave problema da concentração de renda que aflige indistintamente paises ricos e pobres na vigência da atual ordem econômica.
Saiba mais no jornasl O Estado de São Paulo, edição de 18/0514 páginas A21 e B9
terça-feira, 10 de junho de 2014
A frase do dia
Uma das grandes liçoes da vida é que os tolos as vezes estão certos.
Winston Churchill (1874-1965)
Winston Churchill (1874-1965)
Escrever
Eu nem sequer gosto de escrever. Acontece-me as vezes estar tão desesperado que me refugio no papel como quem se esconde para chorar. E o mais estranho é arrancar da minha angústia palavras de profunda reconciliação com a vida.
Eugênio de Andrade (1923-2005)
Eugênio de Andrade (1923-2005)
Educação
O Plano Nacional de Educação que acaba de ser aprovado pelo Congresso Nacional estabelece que até 2024 as despesas com educação deverão atingir o patamar de 10% do PIB.
Poucos paises atingem percentual como esse em relação aos gastos com o ensino. De 2008 para cá integram o grupo economias minúsculas como Lesoto (13%), Timor Leste, São Tomé e Princípe e Cuba que tem características próprias devido ao regime comunista.
Hoje o Brasil gasta com o setor 5,8% do PIB, percentual elevado em comparação com outros paises com maior peso na renda mundial. Entre os membros do G20 o número varia de 2,8% da Indonésia a 6,3% do Reino Unido.
Gastos maiores não significam necessariamente melhoria automática nos nossos indicadores de educação. Será preciso gastar bem e realizar reformas com foco no desempenho do aluno.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 05/06/14
Poucos paises atingem percentual como esse em relação aos gastos com o ensino. De 2008 para cá integram o grupo economias minúsculas como Lesoto (13%), Timor Leste, São Tomé e Princípe e Cuba que tem características próprias devido ao regime comunista.
Hoje o Brasil gasta com o setor 5,8% do PIB, percentual elevado em comparação com outros paises com maior peso na renda mundial. Entre os membros do G20 o número varia de 2,8% da Indonésia a 6,3% do Reino Unido.
Gastos maiores não significam necessariamente melhoria automática nos nossos indicadores de educação. Será preciso gastar bem e realizar reformas com foco no desempenho do aluno.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 05/06/14
Copa
Governos estaduais e prefeituras estão gastando recursos próprios da ordem de R$ 418 milhões em estruturas provisórias para jogos da Copa.
As despesas incluem equipamentos para escritórios de patrocinadores da Fifa, centros de trnsmissão de TV, vestiário para mascotes, salas de imprensa e até camarotes e seguranças para o público VIP além da montagem desses equipamentos.
Em Fortaleza a conta extra foi de R$ 30 milhões.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 05/06/14
As despesas incluem equipamentos para escritórios de patrocinadores da Fifa, centros de trnsmissão de TV, vestiário para mascotes, salas de imprensa e até camarotes e seguranças para o público VIP além da montagem desses equipamentos.
Em Fortaleza a conta extra foi de R$ 30 milhões.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 05/06/14
Estrangeiros
A Folha de São Paulo, edição de 08/06/14, orientou o comportamento dos comerciantes para atrairem consumidores estrangeiros durante a Copa :
1-Aprender expressões nos idiomas
2-Saber as cores de cada país
3-Falar baixo
4-Conter gestos
5-Sempre sorrir
6-Não tocar no corpo do comprador
7-Não virar as costas
8-Não mascar chicletes.
1-Aprender expressões nos idiomas
2-Saber as cores de cada país
3-Falar baixo
4-Conter gestos
5-Sempre sorrir
6-Não tocar no corpo do comprador
7-Não virar as costas
8-Não mascar chicletes.
Assinar:
Postagens (Atom)
