Os governadores se articulam para impedir o reajuste no valor do piso salarial dos professores para o próximo ano. Contra os 19% previstos pregam mudança na forma de cálculo da correção salarial.
Segundo a fórmula proposta pelos 27 governadores o aumento seria reduzido para 7,7%.
De acordo com CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) apenas quatro estados e o Distrito Federal cumprem integralmente a lei do piso.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 23/09/13, página C3.
sábado, 28 de setembro de 2013
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Mensalão
O mensalão por seus juizes :
O STF não pode se expor a pressões externas, como aquelas resultantes do clamor popular e da pressão das multidões.
Celso de Mello
O STF não pode se expor a pressões externas, como aquelas resultantes do clamor popular e da pressão das multidões.
Celso de Mello
Zara
A Zara, empresa espanhola, bandeira do grupo Inditex, o maior varejista textil do mundo, não escapou do custo Brasil.
Dentre os 86 paises em que atua o nosso foi considerado o mais difícil. O desabafo foi feito pelo diretor para o Brasil em reunião em São Paulo com um grupo de investidores. O executivo queixou-se da burocracia, logística, tributação e mão de obra pouco qualificada.
A Zara chegou ao Brasil em 1999 como uma marca voltada para a classe A. Aqui a rede já conta com 41 lojas. A meta de implantar 40 unidades em seis anos só foi cumprida com mais do dobro do tempo previsto.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 22/09/13, página B1
Dentre os 86 paises em que atua o nosso foi considerado o mais difícil. O desabafo foi feito pelo diretor para o Brasil em reunião em São Paulo com um grupo de investidores. O executivo queixou-se da burocracia, logística, tributação e mão de obra pouco qualificada.
A Zara chegou ao Brasil em 1999 como uma marca voltada para a classe A. Aqui a rede já conta com 41 lojas. A meta de implantar 40 unidades em seis anos só foi cumprida com mais do dobro do tempo previsto.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 22/09/13, página B1
domingo, 22 de setembro de 2013
Marina
Agora é confiar em Deus e na justiça.
Marina Silva, sobre a expectativa do registro de seu novo partido, a Rede, no Tribunal Superior Eleitoral.
Marina Silva, sobre a expectativa do registro de seu novo partido, a Rede, no Tribunal Superior Eleitoral.
Autonomia
Há tempos a Escócia alimenta a ideia de se separar do Reino Unido e se constituir como um país independente. Há razões históricas e culturais que alimentam a pretensão separatista. Concessões já foram feitas que conferiram à região certa autonomia. Para alguns isso não basta.
Pesquisas recentes informam que o apoio à independência da Escócia caiu entre os escoceses e aumentou entre os ingleses.
23% dos escoceses em 2013 desejam ficar independentes da Grã-Bretanha contra 30% em 2006. Já entre os ingleses o percentual subiu de 19% em 2000 para 25% agora.
60% dos escoceses preferem a opção atual, a descentralização. Em 18 de setembro de 2014 a população terá a oportunidade de pronunciar-se sobre a independencia.
Pelo jeito irão preferir manter a Escócia como uma das entidades constituintes da Grã-Bretanha ao lado da Inglaterra, Gales e Irlanda do Norte como dispõe o Ato de União de 1707.
Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo, edição de 11/09/2013
Pesquisas recentes informam que o apoio à independência da Escócia caiu entre os escoceses e aumentou entre os ingleses.
23% dos escoceses em 2013 desejam ficar independentes da Grã-Bretanha contra 30% em 2006. Já entre os ingleses o percentual subiu de 19% em 2000 para 25% agora.
60% dos escoceses preferem a opção atual, a descentralização. Em 18 de setembro de 2014 a população terá a oportunidade de pronunciar-se sobre a independencia.
Pelo jeito irão preferir manter a Escócia como uma das entidades constituintes da Grã-Bretanha ao lado da Inglaterra, Gales e Irlanda do Norte como dispõe o Ato de União de 1707.
Saiba mais no jornal O Estado de São Paulo, edição de 11/09/2013
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Felicidade
Perseguir o interesse próprio foi a grande propaganda do último século. Entretanto, ser humano não é apenas perseguir os desejos individuais. A ideia de felicidade ocidental falhou.
Roman Krznaric, filósofo, um dos fundadores da The School of Life
Roman Krznaric, filósofo, um dos fundadores da The School of Life
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Fábulas morais II
O gato que convidou os pássaros para um jantar
Um gato fez de conta que ia comemorar seu aniversário e convidou pássaros para um jantar. Em seguida, ficou de lado observando e, quando todos já tinham entrado, fechou a porta. Então começou a devora-los, um por um.
Esta fábula cai bem para aqueles que se entregam a uma alegre expectativa e vivenciam o contrário.
Transcrito da Folha de São Paulo, edição de 01/09/13
Um gato fez de conta que ia comemorar seu aniversário e convidou pássaros para um jantar. Em seguida, ficou de lado observando e, quando todos já tinham entrado, fechou a porta. Então começou a devora-los, um por um.
Esta fábula cai bem para aqueles que se entregam a uma alegre expectativa e vivenciam o contrário.
Transcrito da Folha de São Paulo, edição de 01/09/13
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Homicídios ocultos
A reportagem do jornal o Povo de 06/08/2013, (http://www.opovo.com.br/app/opovo/cotidiano/2013/08/06/noticiasjornalcotidiano,3105758/em-15-anos-2-6-mil-homicidios-deixaram-de-ser-contabilizados-no-ce.shtml) aponta que mais de 2,6 mil homicídios não foram contabilizados pelas estatísticas oficiais do Estado entre os anos 1996 e 2010, segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea),
O grande erro do estudo do diretor de Estudos e Políticas do Estado, das Instituições e da Democracia (Diest) do Instituto, Daniel Cerqueira, é o de chamar esse números de "Mapa de homicídios ocultos”.
O grande erro do estudo do diretor de Estudos e Políticas do Estado, das Instituições e da Democracia (Diest) do Instituto, Daniel Cerqueira, é o de chamar esse números de "Mapa de homicídios ocultos”.
Se os
próprios órgãos públicos de saúde ou de perícia forense não tiveram como
assim caracterizá-los, como um estudo de um economista poderia
taxativamente assim defini-los?
Além disso, mesmo que parte desses casos possam, efetivamente, ter sido homicídios, não há como considerar isso na sua totalidade, vez que para chegar aos dados, o pesquisador utilizou somente informações do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde que somente faz a aferição dos eventos violentos com desfechos fatais, sem cruzá-los com informações as SENASP/MJ e das Secretaria de Segurança Pública estaduais.
Acontece que somente quem pode caracterizar se tal morte violenta foi fruto de homicídio, suicídio, acidente (afogamento, queda, etc.| ou mesmo por causa natural e a investigação policial, lastreada por laudos técnico científicos (cadavéricos, de local de crime ou, ainda, do Serviço de Verificação de Óbitos).
Um acidente pode ser de causa de aparente violência ou não. Cabe à perícia forense periciar as mortes violentas e o inquérito é que avalia se foi homicídio, suicídio, acidente, etc.
Além disso, mesmo que parte desses casos possam, efetivamente, ter sido homicídios, não há como considerar isso na sua totalidade, vez que para chegar aos dados, o pesquisador utilizou somente informações do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde que somente faz a aferição dos eventos violentos com desfechos fatais, sem cruzá-los com informações as SENASP/MJ e das Secretaria de Segurança Pública estaduais.
Acontece que somente quem pode caracterizar se tal morte violenta foi fruto de homicídio, suicídio, acidente (afogamento, queda, etc.| ou mesmo por causa natural e a investigação policial, lastreada por laudos técnico científicos (cadavéricos, de local de crime ou, ainda, do Serviço de Verificação de Óbitos).
Um acidente pode ser de causa de aparente violência ou não. Cabe à perícia forense periciar as mortes violentas e o inquérito é que avalia se foi homicídio, suicídio, acidente, etc.
Ademais, dizer também que a
metodologia da polícia (de colher os dados) não é consistente,
transparente e estatisticamente confiável não reflete a realidade do
Ceará, vez que desde 1995 que todos mortos são minuciosamente
catalogados e os laudos emitidos pela Perícia Forense sempre buscam
apontar as causas determinadas, e quando pendentes, a investigação do
inquérito policial busca definir se fruto de homicídio ou não.
Nos
casos das mortes por motivação desconhecida, caberia ao Serviço de
Verificação de Óbitos da Secretaria da Saúde do Estado tentar,
preliminarmente, identificar a causa mortis e, ao suspeitar que é fruto
de causas não naturais, remeter o corpo para o IML, para que seja feito
o laudo pericial.
Ocorre que, em todo o Estado do Ceará somente existe um SVO, localizado em Fortaleza.
Desse modo, de fato, muitas dessa mortes por motivo desconhecido devem permanecer no limbo, sem que se possa, taxativamente considerar como "homicídio oculto".
Imagine o que não acontece Brasil a fora?
Ocorre que, em todo o Estado do Ceará somente existe um SVO, localizado em Fortaleza.
Desse modo, de fato, muitas dessa mortes por motivo desconhecido devem permanecer no limbo, sem que se possa, taxativamente considerar como "homicídio oculto".
Imagine o que não acontece Brasil a fora?
Dívida pública
A dívida pública dá sinais de que volta a crescer. Com o aperto da política monetária para controlar a inflação a despesa financeira aumenta com a elevação dos juros.
União, estados e municípios pagaram a seus credores, nos doze meses encerrados em julho, o equivalente a 4,9% do PIB, ou R$ 227 bilhões.
O patamar está entre um dos menores desde o plano real, mas mostrou a primeira elevação em um ano e meio.
O aumento da taxa básica de juros, a emissão de títulos e a elevação do dólar determinam o crescimento da dívida.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 01/09/13, página B7
União, estados e municípios pagaram a seus credores, nos doze meses encerrados em julho, o equivalente a 4,9% do PIB, ou R$ 227 bilhões.
O patamar está entre um dos menores desde o plano real, mas mostrou a primeira elevação em um ano e meio.
O aumento da taxa básica de juros, a emissão de títulos e a elevação do dólar determinam o crescimento da dívida.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 01/09/13, página B7
Fábulas Morais I
A lebre dentro do poço e a raposa
Uma lebre sentiu sede e desceu num poço para beber da água. Após haver se fartado da deliciosa bebida, ia sair de lá quando se deu conta de que estva confinada, pois não tinha como galgar a subida, e começou a ficar apreensiva. Nisso, uma raposa veio ter ali também e, ao deparar com ela, disse: "Realmente você se meteu numa grande enrascada! Pois devia primeiro resolver como iria sair do poço e, só depois, descer dentro dele".
Esta é uma fábula de Esopo que denuncia os que não pedem conselhos e tomam atitudes voluntariosas.
Transcrita da Folha de São Paulo, edição de 01/09/13
Uma lebre sentiu sede e desceu num poço para beber da água. Após haver se fartado da deliciosa bebida, ia sair de lá quando se deu conta de que estva confinada, pois não tinha como galgar a subida, e começou a ficar apreensiva. Nisso, uma raposa veio ter ali também e, ao deparar com ela, disse: "Realmente você se meteu numa grande enrascada! Pois devia primeiro resolver como iria sair do poço e, só depois, descer dentro dele".
Esta é uma fábula de Esopo que denuncia os que não pedem conselhos e tomam atitudes voluntariosas.
Transcrita da Folha de São Paulo, edição de 01/09/13
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Retrato
O país perdeu a inteligência e a consciência moral. Não há princípio que não seja desmentido nem instituição que não seja escarnecida. Já não se crê na honestidade dos homens públicos. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. Os serviços públicos abandonados a uma rotina dormente. O desprezo pelas ideias aumenta a cada dia. A ignorância pesa sobre o povo como um nevoeiro. A intriga política alastra-se por sobre a sonolência enfastiada do país. Não é uma existência;é uma expiação.
Eça de Queirós, sobre o Brasil, há cem anos.
Eça de Queirós, sobre o Brasil, há cem anos.
Casas
No Ceará residências do programa Minha Casa Minha Vida, não estão ao alcance dos selecionados mas sim dos que chegam primeiro.
Reportagem do jornal Folha de São Paulo, edição de 25/0813, revela que em Fortaleza e Porto Seguro crime organizado "manda em condomínios do Minha Casa Minha Vida.
A matéria cita o conjunto habitacional do entorno do Rio Cocó no qual após a invasão são comuns operações policiais para apreensão de armas e prisões de traficantes.
O conjunto está com 70% das obras concluidas já tendo consumido R$ 30,00 milhões. Funcionários da construtora que ocupavam um barracão foram "convidados" a retirarem seus equipamentos antes que fossem destruidos.
Reportagem do jornal Folha de São Paulo, edição de 25/0813, revela que em Fortaleza e Porto Seguro crime organizado "manda em condomínios do Minha Casa Minha Vida.
A matéria cita o conjunto habitacional do entorno do Rio Cocó no qual após a invasão são comuns operações policiais para apreensão de armas e prisões de traficantes.
O conjunto está com 70% das obras concluidas já tendo consumido R$ 30,00 milhões. Funcionários da construtora que ocupavam um barracão foram "convidados" a retirarem seus equipamentos antes que fossem destruidos.
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
domingo, 25 de agosto de 2013
Cerveja
Relembrando momentos que vivemos com meu pai, pensamos que gostaríamos de fazer uma homenagem a ele. Por que a gente não faz uma cerveja ?
Sandro Gomes, filho do humorista Mussum (1941-1994), sobre a ideia de lançar a cerveja Biritis que trará no rótulo o rosto do ex-Trapalhão.
Sandro Gomes, filho do humorista Mussum (1941-1994), sobre a ideia de lançar a cerveja Biritis que trará no rótulo o rosto do ex-Trapalhão.
Inovação
É bom que os contribuintes saibam. E o estado deixe de ser visto apenas como um obstáculo caro e ineficiente.
A professora Mariana Mazzucato, da Universidade de Essex (Reino Unido), autora do livro The Entrepreneurial State : Debunking vs,.Private Sector Myths ( O Estado Empreendedor, Desmascarando Mitos do Setor Público vs Privado) demonstra que grandes inovações ocorreram graças ao financiamento do estado.
Segundo ela, Google, internet, GPS, as tecnologias que tornam um iPhone "inteligente, foram financiadas pelo governo americano através das forças armadas e agências voltadas para a pesquisa e a inovação.
A autora defende a tese de que a iniciativa privada não dispõe de capital suficiente para investir nessa área embora seja a primeira a se apropriar das descobertas para realizar lucros. Assim é preciso prestar mais atenção nesse papel do estado vendido como um vilão do progresso e do avanço tecnológico.
O sistema seria parasitário tocando os riscos ao estado enquanto os elementos de lucro são no geral privatizados.
Vale a pena refletir sobre isso. Se você não quiser esperar pela chegada do livro ao Brasil sua editora é a Anthem Press e o preço é US$ 18,95.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 18/08/13
A professora Mariana Mazzucato, da Universidade de Essex (Reino Unido), autora do livro The Entrepreneurial State : Debunking vs,.Private Sector Myths ( O Estado Empreendedor, Desmascarando Mitos do Setor Público vs Privado) demonstra que grandes inovações ocorreram graças ao financiamento do estado.
Segundo ela, Google, internet, GPS, as tecnologias que tornam um iPhone "inteligente, foram financiadas pelo governo americano através das forças armadas e agências voltadas para a pesquisa e a inovação.
A autora defende a tese de que a iniciativa privada não dispõe de capital suficiente para investir nessa área embora seja a primeira a se apropriar das descobertas para realizar lucros. Assim é preciso prestar mais atenção nesse papel do estado vendido como um vilão do progresso e do avanço tecnológico.
O sistema seria parasitário tocando os riscos ao estado enquanto os elementos de lucro são no geral privatizados.
Vale a pena refletir sobre isso. Se você não quiser esperar pela chegada do livro ao Brasil sua editora é a Anthem Press e o preço é US$ 18,95.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 18/08/13
Kombi
A Kombi chegou ao fim da linha. O "pão de forma", como era conhecido o utilitário, deixa as ruas brasileiras 64 anos depois de iniciada sua fabricação na Alemanha.
O Brasil era o último país a manter uma linha de montagem do veículo.
Para assinalar o fim da produção a VW lança uma última série composta de 600 unidades numeradas, com placas de identificação, ao preço de R$ 85,00 mil. As principais características serão :
1 - pintura bicolor, estilo saia e blusa (azul e branco)
2 - os bancos de vinil que repetem os tons da carroceria
3 - os adesivos 56 anos nas laterais e as laternas transparentes
Ao todo foram comercializados no país, segundo o fabricante, 1,5 milhão do furgão.
Com ela desaparece um dos itens da minha memória. Antes de ter carro, nos tempos de estudante, usufria, alternadamente, das Kombis de meus tios Adelino Otávio que confiavam em entrega-las ao sobrinho.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 15/08/13, página B7
O Brasil era o último país a manter uma linha de montagem do veículo.
Para assinalar o fim da produção a VW lança uma última série composta de 600 unidades numeradas, com placas de identificação, ao preço de R$ 85,00 mil. As principais características serão :
1 - pintura bicolor, estilo saia e blusa (azul e branco)
2 - os bancos de vinil que repetem os tons da carroceria
3 - os adesivos 56 anos nas laterais e as laternas transparentes
Ao todo foram comercializados no país, segundo o fabricante, 1,5 milhão do furgão.
Com ela desaparece um dos itens da minha memória. Antes de ter carro, nos tempos de estudante, usufria, alternadamente, das Kombis de meus tios Adelino Otávio que confiavam em entrega-las ao sobrinho.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 15/08/13, página B7
Desmatamento
Em 2010 o Incra foi responsável por 30% dos desmatamento. Em 2004 esse índice era de 18%.
Acusado em 2012 de ser o maior desmatador da Amazônia o Incra está para assinar um acordo com o Ministério Público Federal se comprometendo a reduzir em 80%, até 2020, o percentual de derrubada de florestas em assentamentos de reforma agrária.
Em troca serão extintas sete. ações ajuizadas pelo MPF pedindo a condenação do órgão por danos ambientais. Ds sete, já foi condenado em três.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 06/08/13, página E2
Acusado em 2012 de ser o maior desmatador da Amazônia o Incra está para assinar um acordo com o Ministério Público Federal se comprometendo a reduzir em 80%, até 2020, o percentual de derrubada de florestas em assentamentos de reforma agrária.
Em troca serão extintas sete. ações ajuizadas pelo MPF pedindo a condenação do órgão por danos ambientais. Ds sete, já foi condenado em três.
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 06/08/13, página E2
Empresas
Segundo pesquisa da consultoria e corretora de seguros Aon a mudança no marco regulatório e e na legislação é o principal risco apontado para os negócios das companhias.
Sãos estes os principais riscos que podem afetar os negócios :
1 - Desaceleração econômica ou recuperação lenta.
2 - Alterações regulatórias ou legislativas
3 - Concorrência crescente
4 - Danos à reputação ou à marca
5 - Insucesso em atrair ou reter grandes talentos
6 - Insucesso em inova ou atender as necessidasdes do cliente
7 - Interrupção dos negócios
8 - Risco do preço de matérias primas (commodities)
9 - Risco de fluxo de caixa ou liquidez
10 - Riscos políticos
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 06/08/13, página B5
Sãos estes os principais riscos que podem afetar os negócios :
1 - Desaceleração econômica ou recuperação lenta.
2 - Alterações regulatórias ou legislativas
3 - Concorrência crescente
4 - Danos à reputação ou à marca
5 - Insucesso em atrair ou reter grandes talentos
6 - Insucesso em inova ou atender as necessidasdes do cliente
7 - Interrupção dos negócios
8 - Risco do preço de matérias primas (commodities)
9 - Risco de fluxo de caixa ou liquidez
10 - Riscos políticos
Saiba mais na Folha de São Paulo, edição de 06/08/13, página B5
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Urbanismo
Sob o título Enquanto parques agonizam reformas ficam apenas no papel, o Diário do Nordeste, edição de 19/08/13, traz matéria mostrando o abandono em que se encontram parques da nossa cidade.
A notícia menciona os parques Rio Branco, Parreão, Adahil Barreto o Raquel de Queiroz "cuja implantação foi prometida há mais de dez anos. Sobre esse último o atual governo comete criminosa omissão.
Grande parte da área, que pertencia ao Instituto Rocha Lima, foi desapropriada por mim quando governador. Um espaço verde com uma capela e instalações do antigo Asilo de Menores que desde muito poderia estar sendo útil à população.
Devemos reconhecer que há um problema grave em relação aos nossos espaços urbanos. Deterioram-se rapidamente por falta de manutenção e vigilância acrescidas da leniência dos gestores quanto à utilização por agentes privados em ofensa às normas para seu uso.
Grandes somas são investidas em obras que embelezam a cidade e são úteis ao povo. Os exemplos, recentes e antigos, se sucedem : Passeio Público, Cidade da Criança, Calçadão da Avenida Beira-Mar, Praça José de Alencar, Lagoa do Opaia e assim poderíamos elaborar um enorme lista.
Reformas se sucedem, importando em somas vultosas, sempre seguidas de rápida degradação dos logradouros. Não sei até quando isso irá continuar assim. Desalentado não vejo sinais de mudança.
A notícia menciona os parques Rio Branco, Parreão, Adahil Barreto o Raquel de Queiroz "cuja implantação foi prometida há mais de dez anos. Sobre esse último o atual governo comete criminosa omissão.
Grande parte da área, que pertencia ao Instituto Rocha Lima, foi desapropriada por mim quando governador. Um espaço verde com uma capela e instalações do antigo Asilo de Menores que desde muito poderia estar sendo útil à população.
Devemos reconhecer que há um problema grave em relação aos nossos espaços urbanos. Deterioram-se rapidamente por falta de manutenção e vigilância acrescidas da leniência dos gestores quanto à utilização por agentes privados em ofensa às normas para seu uso.
Grandes somas são investidas em obras que embelezam a cidade e são úteis ao povo. Os exemplos, recentes e antigos, se sucedem : Passeio Público, Cidade da Criança, Calçadão da Avenida Beira-Mar, Praça José de Alencar, Lagoa do Opaia e assim poderíamos elaborar um enorme lista.
Reformas se sucedem, importando em somas vultosas, sempre seguidas de rápida degradação dos logradouros. Não sei até quando isso irá continuar assim. Desalentado não vejo sinais de mudança.
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Falácias sobre a literatura
1. "A ficção melhora a vida das pessoas." -- Duvido que ler Céline ajude
um funcionário de banco a trabalhar com mais eficiência, arrumar uma
namorada ou parar de beber.
2. "Há muita inveja no meio literário." -- Sim (dizem), mas com os
amigos é o contrário. Torcemos para que seus livros sejam bons, porque
dilemas éticos dão certa preguiça: em algum momento precisaremos decidir
se os elogiamos hipocritamente, talvez em público, ou deixamos a
amizade avinagrar.
3. "Quem lê best-sellers acaba passando para obras mais complexas." --
Só se fizer um esforço que no começo parece inútil, o que a maioria não
está disposta a fazer. Por que enfrentar textos que soam árduos e/ou
incompreensíveis? Só porque alguém --quase sempre uma pessoa mais velha,
solitária, pobre e sem carisma-- diz que haverá uma recompensa ao
final?
4. "O maior pecado de um escritor é ser chato." -- Contrariando o item
anterior, há um prazer específico, que pode ser intenso e viciante, em
emergir de um monólogo introspectivo de 900 páginas --às vezes em prosa
opaca, sem enredo, humor ou concessões-- como um sobrevivente.
5. "Tudo já foi dito." -- Pegue alguns dos temas que estão por aí
--polícia moral de Twitter, por exemplo-- e conte quantas boas histórias
foram publicadas a respeito.
6. "Todos os modos de dizer já foram tentados." -- Assim como cada
pessoa tem um timbre de voz, cada autor é capaz de ser bom ou idiota à
sua maneira.
7. "A linguagem é capaz de tudo." -- Apenas dentro dos próprios limites.
Um cheiro só pode ser descrito com metáforas e associações, que não são
e nem mesmo definem o cheiro em si.
8. "O texto ficcional é autônomo." -- Dá para acreditar nisso, como no
Papai Noel da isenção, mas a referência de toda escrita é a memória do
seu autor, que não necessariamente é a memória de coisas vividas. Só uso
a palavra "casa" porque sei o que é uma casa --já morei numa, já entrei
em outras tantas, já vi fotos e filmes e ouvi relatos a respeito--, e
isso também é autobiografia.
9. "Não há muitos livros sobre futebol no Brasil." -- Frase repetida a cada lançamento de obra sobre o tema.
10. "Há poucos estudos acadêmicos sobre literatura contemporânea." -- Frase repetida a cada notícia de estudo do gênero.
11. "Há cada vez menos espaço para resenhas." -- Ok se desconsiderarmos a invenção da internet.
12. "Escrever contos exige tanto sacrifício quanto escrever romance." --
Sei que é um gênero difícil e tal, mas estou usando critérios
objetivos: os anos de dedicação e concentração, os casamentos
terminados, os remédios para a lombar.
13. "O escritor é um trabalhador como qualquer outro." -- Diga isso para um cortador de cana.
14. (A falácia oposta, de que se trata de um habitante das esferas
elevadas da compreensão humana, é ainda pior: no mínimo, porque gera
metáforas do tipo artista no fio da navalha/no olho do furacão/à beira
do abismo.)
15. Frase de Henry James, se não me engano, que poderia ser a resposta à
preferência atual --muito apreciada em cursos de escrita criativa-- por
concisão, contenção e exatidão: "Adjetivos e advérbios são o sal e o
açúcar da literatura".
16. (Dá para dizer algo parecido contra outras regras da moda: as que
vetam personagens escritores, narradores em primeira pessoa,
metalinguagem, capítulos curtos, romances políticos e enredo policial,
livros despretensiosos ou que se levam a sério, autores que mendigam
popularidade fazendo listinhas.)
17. (Queria aproveitar para falar umas verdades sobre a crítica, os
cadernos de cultura, as políticas governamentais de incentivo ao livro,
as editoras, os tradutores, os revisores e preparadores, sem contar os
leitores e alguns colegas e também meus inimigos e seus familiares, mas o
espaço está terminando e melhor deixar para outra).
18. Raduan Nassar numa entrevista à "Veja", 1997, resumindo a
importância do que foi dito nos parágrafos acima: "Eu gosto mesmo é de
dormir (...). É um momento de magia quando você, só cansaço, cansaço da
pesada, deita o corpo e a cabeça numa cama e num travesseiro. Ensaio,
prosa, poesia, modernidade, tudo isso vai para o brejo quando você
escorrega gostosamente da vigília para o sono".
* Fonte: Folha de S.Paulo (sexta,19 de julho de 2013)
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