quarta-feira, 8 de junho de 2011

Orçamento

O governo federal estaria cogitando de incluir na Lei de Diretrizes Orçamentarias de 2012 regras que fleixibilzem a liberação das emendas parlamentares.

A medida simplificaria o acompanhamento das obras pela Caixa Econômica sobretudo as de valores inferiores a R$ 500 mil.

A alteração atenderia à reivindicação dos parlamentares.

Considero que uma das medidas mais importantes para garantir a correta aplicação dos recursos provenientes de emendas de deputados e senadores foi a decisão tomada no governo Fernando Henrique de confiar a fiscalização das obras e autorização para liberação dos recursos à Caixa.

Lembro que por ocasião do escândalo dos chamados anões do orçamento, responsáveis por desvio de grande quantidade de recursos públicos, ficou proibida a destinação de emendas para instituições não governamentais.

A revogação da proibição anos depois ensejou o retorno dos antigos vícios. A eliminação da vedação foi um retrocesso e uma brecha por onde escorre o caldo grosso da corrupção.

Livros

Considero Fernando Haddad um bom Ministro da Educação. Há muitos pontos positivos na sua gestão.

Ultimamente os ventos não lhe têm sido favoráveis. Se não vejamos.

Depois dos livros didáticos que faziam a apologia da linguagem inculta vieram outros com erros crassos de aritmética.

O material produzido para evitar a homofobia foi reprovado pela Presidente Dilma em nome do respeito individual à orientação sexual.

Isso depois de informações desencontradas quanto à responsabilidade pela elaboração das peças.

Espero que passe logo o inferno astral do ministro e prevaleçam suas boas iniciativas.

A frase do dia

A verdade não tem dono; os argumentos têm.

Daniel Pisa

Pepino

Há um surto de infecção pela bactéria Escherichia coli na Europa que já matou mais de 20 pessoas. A maior incidência de casos está na Alemanha.

As autoridades sanitárias europeias até agora não conseguiram identificar a fonte da contaminação. O primeiro vilão foram os pepinos espanhois. Descartados, foram substituidos por brotos de leguminosas cultivadas em terras da Saxonia.

Desnorteada, a vigilância sanitária alemã continua sem saber a origem do problema. Perplexo, um professor alemão incumbido do caso afirmou : não sei o que fazer.

Produtores prejudicados pelas falsas imputações batem às portas de Bruxelas pedindo ressarcimento dos prejuizos.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Eleições

Domingo foi dia de eleição em Portugal. Venceu o PSD, de Passos Coelho, próximo chefe de governo, com uma diferença muito acima do que sugeriam as pesquisas divulgadas.

A votação do PS do Primeiro Ministro José Sócrates foi decepcionante.

Com 38% da preferência do eleitorado o PSD perdeu para a abstenção que atingiu 42%, a maior já verificada.

O desdém dos eleitores pelo direito ao voto é um fenômeno europeu que decorre do descrédito dos políticos e da homogeinização ideológica dos partidos.

As coisas caminham da mesma forma independentemente do governo que se tenha, pensam eles.

A braços com uma monumental crise econômica os portugueses votaram sabendo que o destino próximo do país está escrito nos documentos elaborados segundo as diretrizes da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional com a concordância coagida dos dois líderes partidários.

Não havendo, de fato, opção a fazer, preferiram ficar em casa ou ir à praia.

A frase do dia

A pessoa que diz já não ter desejos está pronta para ser tida por um.

Daniel Pisa

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Não Nobel


Os responsáveis pela publicação da coleção Não Nobel editada sob os auspícios do jornal português Público elaboraram uma lista de 20 autores, com uma obra de cada, que a juizo deles teriam merecido o prêmio Nobel de literatura. A esses denominaram de premiados pelo tempo.

Eis a relação :

1 - F. Scott Fitzgerald : Terna é a Noite
2 - D. H. Lawrence: Filhos e Amantes
3 - Thomas Hardy: Judas o Obscuro
4 - Mark Twain: Um Americano na Corte do Rei Artur
5 - Anton Tchékov: A Estepe
6 - Machado de Assis: Dom Casmurro
7 - Malcom Lowry: Ultramarina
8 - Máximo Gorki: A Mãe
9 - Alejo Carpentier: Os Passos Perdidos
10 - Philip K. Dick - O Homem do Castelo Alto
11 - Lev Tolstói: O Demonio Branco
12 - Franz Kafka: O Castelo
13 - Virgínia Woolf - Orlando
14 - Nikos Kazantzakis - Liberdade ou Morte
15 - James Joyce - Gente de Dublin
16 - Robert Musil: Três Mulheres
17 - Joseph Conrad: Coração das Trevas
18 - Erich Maria Remarque - Uma Noite em Lisboa
19 - Raymond Chandler - À Beira do Abismo
20 - Henry Miller: Daisy Miller

Que tal você tentar organizar sua própria lista dos que julgar preteridos pela Academia Sueca?

domingo, 29 de maio de 2011

Resistência

Simpatizo com a resistência quase solitária que a Presidente Dilma oferece à nomeação de apadrinhados dos partidos políticos para ocuparem cargos no governo.

Tendo estado no coração do governo anterior ela conhece os tipos e suas traquinagens. Do que foram e do que serão capazes.

Isolada, irá capitular. Ou já o fez. Merecia apoio da imprensa e da sociedade nessa cruzada contra o furacão do fisiologismo.

O que está acontecendo era previsível. Sem experiência política e o capítal de Lula seria acossada pelas raposas políticas de olho no galinheiro, isto é, no governo.

Lula tinha um patrimônio político e humano que o colocava aos olhos do povo acima dos partidos e das instituições. Estava investido de uma autoridade natural. Era maior do que o PT e por isto o submetia.

Dilma, não obstante suas inegáveis qualidades, se ressente dessa biografia legitimadora que impulsionava seu antecessor a um grau de liderança inquestionável. Ela é menor do que o PT e por isto a ameaçam.

Bordão

O General Figueiredo quando presidente da república, impaciente, reagia às crises do governo com um bordão ameaçador: Eu chamo o Pires.

O Pires em questão era o General Walter Pires, Ministro do Exército e lider da linha dura. A frase acenava para o perigo de recrudescimento militar do regime.

A presidente Dilma, diante das crises inevitáveis de um governo que tem uma base de apoio parlamentar ampla, heterogênea e gulosa, poderá dizer: Eu chamo o Lula.

Sem dúvida uma opção muito mais democrática.

sábado, 28 de maio de 2011

A verdade

Se Deus me oferecesse em Sua mão direita toda a verdade, e em Sua mão esquerda apenas a busca da verdade, determinando que eu sempre me enganaria nessa busca, e me dissesse escolha!, humildemente eu seguraria Sua mão esquerda e lhe diria: Pai, dai-me esta!

A verdade absoluta pertence unicamente a Ti.

Gothold Ephraim Lessing, Wolfenblütter Fragmente

A citação está no livro Todos os Homens são Mentirosos de Albert Manguel editado pela Companhia Das Letras que acabei de ler esta manhã.

A obra é uma trama policial em clima de literatura, ditadura argentina e exílio madrilenho. Narradores diferentes descrevem personagens e cenários, fragmentos de uma mesma história, que encaixados convergem para um final surpreendente.

Cada um com sua verdade e Deus com a verdadeira segundo insinua Manguel, tambem ele um dos narradores.

A frase do dia

A crença banal de que o tempo cura as feridas é um engano; nós nos acostumamos a elas, o que não é a mesma coisa.

Alberto Manguel,  no livro Todos os Homens são Mentirosos, editora Companhia Das Letras

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Pacientes ou consumidores?

Os pacientes não são consumidores

O The Times informou, na semana passada, a reação do Congresso contra o Conselho Independente de Consultoria para Pagamentos, uma parte fundamental dos esforços do governo para controlar os custos dos cuidados com a saúde. Essa reação era previsível; é também profundamente irresponsável, como vou explicar.

Mas outra coisa que me impressionou quando olhei para os argumentos republicanos contra o Conselho, que se baseiam na noção de que aquilo que realmente precisamos fazer, como cita a proposta de orçamento da Câmara, é “fazer com que os programas governamentais da saúde se adaptem melhor às escolhas do consumidor”.

Eis a minha pergunta: como se tornou normal, ou mesmo um assunto aceitável, referir-se a pacientes como “consumidores”? A relação entre paciente e médico costumava ser considerado algo especial, quase sagrado. Agora, os políticos e os supostos reformistas falam sobre o ato de receber cuidados de saúde como se não fosse nada diferente de uma transação comercial, como comprar um carro - e a única reclamação deles é que não é comercial o suficiente.

O que deu errado com a gente?

Sobre o conselho de consultoria: temos que fazer algo sobre os custos dos cuidados com a saúde, o que significa que temos que encontrar uma maneira de começar a dizer não. Em particular, por causa da contínua inovação médica, não podemos manter um sistema em que, essencialmente, o Medicare pague por qualquer coisa que um médico recomende. E isso é especialmente verdadeiro quando a abordagem do cheque em branco é combinada com um sistema que dá aos médicos e aos hospitais - que não são santos - um forte incentivo financeiro para conduzir cuidados excessivos.

Daí o conselho de consultoria, cuja criação foi determinada pela reforma da saúde no ano passado. O conselho, composto por especialistas de saúde, trabalharia com uma taxa máxima de crescimento dos gastos do Medicare. Para manter essa taxa ou algo abaixo dela, o conselho apresentaria recomendações “rápidas” para o controle de custos que entrariam em vigor automaticamente, caso não fossem rejeitadas pelo Congresso.

Antes que você comece a gritar sobre “racionamento” e “painéis da morte”, lembre-se de que não estamos falando sobre os limites do tipo de plano de saúde que você pode comprar com o seu dinheiro (ou com o dinheiro da sua seguradora de saúde). Estamos falando apenas sobre o que será pago com dinheiro dos contribuintes. E pelo que me lembro, a Declaração de Independência não afirma que temos direito à vida, à liberdade e à busca da felicidade com todas as despesas pagas.

E a questão é que escolhas devem ser feitas; de uma forma ou de outra, os gastos do governo com a saúde devem ser limitados.

Agora, o que os republicanos da Câmara propõem é que o governo simplesmente empurre o problema do aumento dos custos dos cuidados com a saúde para os idosos; ou seja, que substituamos o Medicare por vales que podem ser aplicados nos planos privados e que deixamos que os idosos e as seguradoras de planos de saúde resolvam isso de alguma forma. Isso, segundo eles afirmam, seria superior à revisão dos especialistas, porque abriria os cuidados com a saúde para as maravilhas da “escolha do consumidor.”

O que há de errado com essa ideia (além dos valores totalmente inadequados dos vales propostos)? Uma resposta é que ela não funcionaria. A medicina “baseada no consumidor” tem sido um fracasso em todos os lugares nos quais ela atuou. Para dar um exemplo mais diretamente relevante, o Medicare Advantage, que foi originalmente chamado de Medicare + Choice (Medicare + Escolha), teria que economizar dinheiro, mas gastou muito mais do que o Medicare tradicional. Os Estados Unidos têm o sistema de saúde mais “orientado ao consumidor” dos países avançados. Também têm, de longe, os maiores custos, embora a qualidade no atendimento não seja melhor do que os sistemas muito mais baratos de outros países.

Mas o fato de que os republicanos estejam exigindo que nós, literalmente, coloquemos em jogo a nossa saúde, e até mesmo as nossas vidas, em uma abordagem que já é fracassada é apenas uma parte do que está errado aqui. Como disse anteriormente, há algo terrivelmente errado com toda a noção de pacientes como “consumidores” e os cuidados de saúde como uma mera operação financeira.

Os cuidados médicos, afinal, são uma área em que decisões cruciais - as decisões de vida ou de morte - devem ser tomadas. No entanto, a tomada de decisões de modo inteligente requer uma grande quantidade de conhecimento especializado. Além disso, as decisões, muitas vezes, devem ser tomadas em condições nas quais o paciente está incapacitado, sob forte estresse ou necessita de ação imediata, sem tempo nem para discussão, quanto mais para comparação de preços.

É por isso que temos a ética médica. É por isso que os médicos são vistos, tradicionalmente, como algo especial e espera-se que eles se comportem de acordo com padrões mais elevados do que outro profissional. Existe uma razão pela qual temos séries de TV sobre médicos heroicos e não temos séries de TV sobre gerentes heroicos.

A ideia de que tudo isso pode ser reduzido a dinheiro - que os médicos são apenas “profissionais” que vendem serviços de cuidados com a saúde aos “consumidores” - é, na verdade, doentia. E a prevalência deste tipo de linguagem é um sinal de que alguma coisa saiu muito errado não só com essa discussão, mas com os valores da nossa sociedade.


Paul Krugman, Professor de Economia da Universidade de Princeton é articulista do New York Times. Recebeu o Prêmio Nobel de Economia em 2008.

Tradução: Daniela Nogueira
danielanogueira@opovo.com.br

Fonte (29.04.2011):  O POVO Online/Colunas/paulkrugman

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Quebradeira

A crise econômica na qual a Europa está mergulhada parece não ter fim. De um lado a estagnação econômica. De outro a crise da dívida soberana dos paises de economia mais frágil.

Grécia, Irlanda e Portugal, sucessivamente, tiveram que ser socorridos pelos cofres da União Europeia e do FMI. O remédio ainda que amargo parece não ter bastado.

A austeridade imposta pelos credores, com elevado custo social, implica em recessão, desemprego e queda da arrecadação.

A Grécia, obrigada a aprofundar os cortes de gastos, já pregou aviso : se não receber dinheiro até junho vai a bancarrota.

Essa é a notícia, como na conhecida anedota, capaz de tirar o sono aos banqueiros... A se concretizar será o temível calote.

A cada vez mais provável reestruturação da dívida grega assusta o mercado e causa alergia ao Banco Central Europeu (BCE) financiador dos bancos daquele país.

A Bélgica teve a perspectiva de sua dívida rebaixada e já se teme pela sorte da Itália e Espanha. Em relação à economias desse porte os mecanismos europeus de apoio financeiro pouco poderiam fazer.

Diante de mercados insaciáveis as medidas até aqui adotadas têm se mostrado insuficientes. Reações populares estridentes indicam que a margem para reduzir despesas às custas de benefícios sociais e empregos é cada vez mais estreita.

A frase do dia

Não vejo o declínio americano. O que há é uma ascensão do resto. Em termos absolutos os Estados Unidos vão ficar bem.

Joseph Nye, professor de Harvard

terça-feira, 24 de maio de 2011

A frase do dia

Estou pensando nos que possuem a paz de não pensar.

Adalgisa Nery  (verso do poema Pensamentos que Reúnem um Tema)

Oprah

Depois de 25 anos Oprah Winfrey, a mais popular apresentadora americana, encerrou o seu programa de televisão.

Durante esse tempo passaram por lá 28 mil convidados para uma audiência média de 7,0 milhões de telespectadores.

Irá cuidar agora de seus próprios negócios que incluem um canal de televisão.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Olho vivo

A Petrobrás adia o anúncio de seu plano de investimentos. Pela segunda semana consecutiva a estatal frustra o mercado e não informa seu plano de negócios para o período 2011-2015.

Trecho da matéria que vem no jornal O Estado de São Paulo, edição de 21/05/11 :

A construção das duas refinarias Premium - no Maranhão e no Ceará - principal foco da crítica do mercado - tinha previsão de investimentos de  U$ 30,0 bilhões, para processarem quase um milhão de barris a partir de 2017, entrando em operação gradualmente a partir de 2015.

Uma das ideias seria adiar em pelo menos dois anos essa inauguração.

Chiclete

Ziraldo mandou recado para a Presidente Dilma evitar mascar chiclete em público.

Segundo ele já teria flagrado a Presidente nessa situação por duas vezes.

A frase do dia

E saibas que se atinge a vitória com a paciência, o alívio com a aflição e a tranquilidade com a dificuldade.

Maomé

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Leitura II

Li há pouco tempo Absinto - Uma história cultural, de Phil Baker, da editora Nova Alexandria. Mais do que a história de uma bebida é um painel da boemia culta de Paris, poetas, pintores, escritores, que perpetuaram em textos e telas famosas esse ícone do enganoso "alcoolismo criativo".
A fada verde, como era chamada, fabricada a partir da artemísia, era consumida mediante um ritual que ajudou a criar uma mitologia em torno dela, terminou por ter sua produção proibida na França em função dos efeitos deletérios sobre os consumidores.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Leitura

Para cada autor distinguido com o prêmio Nobel há outros igualmente, ou mais, merecedores da láurea.

Para cada premiado há muitos preteridos.

Sendo assim é natural que a lista de nobelizados seja bem menor que a de nobelizáveis. Os elegíveis são bem mais numerosos que os eleitos.

O jornal português Público encomendou uma lista de 20 títulos de autoria de escritores merecedores da láurea, e nunca premiados, segundo critério dos responsáveis pela seleção.

A coleção, denominada Não Nobel, é publicada semanalmente e os autores dados como premiados pelo tempo esse grande reparador de injustiças.

O primeiro título da série, que acabei de ler há alguns dias, é o romance Terna é a Noite, de F.Scott Fitzgerald, um retrato da passagem de milionários e intelectuais americanos pela riviera francesa entre as duas grandes guerras.

Aniversário

Recebi centenas de manifestações pelo transcurso de meu aniversário. Selecionei esta generosa mensagem para agradecer do fundo do meu coração a quantos tiveram a lembrança de me cumprimentar pela passagem de meu natalício.

Iara Lisboa Leal publicou no seu Mural.
Iara escreveu:
"Lembro-me muito bem que ha algum tempo atrás em um momento dificil que passamos na nossa família, o senhor mesmo sem nos conhecer nos ajudou. E eu glorifico a Deus pela sua vida, e peço a esse Deus Todo poderoso que multiplique os seus dias, lhe cubra debaixo das suas asas e lhe abençoe abundantemente em todas as areas, porque eu acredito que ainda fará muito pela população Cearense, onde muitos não conhecem a grandiosidade do seu coração! Um Abraço! Feliz Aniversário!"

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Futebol

Hoje, em Dublin, dois times portugueses, F.C.do Porto e Sporting de Braga disputam o título de campeão da Liga Europa de futebol.

Pelo menos no futebol Portugal vai muito bem.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Alternativos

Gastos com saúde

Tenha uma ideia dos gastos com saúde de vários paises, de diferentes níveis de desenvolvimento, e verifique a posição do Brasil nesse contexto.


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