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quinta-feira, 16 de junho de 2011
A frase do dia
Atiramos o passado ao abismo, mas não nos inclinamos para ver se está bem morto.
Era sábio Shakespeare até o ponto de em torno dele formar-se a hipótese de que não era senão o pseudônimo comum de um colégio de poetas de vanguarda da Inglaterra.
Como seja, está aí, na citação, a dizer que o Passado nunca acaba de passar de todo: antes ressurge, renova-se, reformula-se no presente, continua futuro afora.
Nem era outra a lição do cansado Salomão: "Nada de novo sob o sol, o que é já foi e tornará a ser".
Mas que dizer agora se duas ou três personagens da cena brasileira em Brasília pretenderem que têm o direito de esconder de todos, para sempre, o conhecimento das deliberações governamentais do presente e do passado?
Era sábio Shakespeare até o ponto de em torno dele formar-se a hipótese de que não era senão o pseudônimo comum de um colégio de poetas de vanguarda da Inglaterra.
ResponderExcluirComo seja, está aí, na citação, a dizer que o Passado nunca acaba de passar de todo: antes ressurge, renova-se, reformula-se no presente, continua futuro afora.
Nem era outra a lição do cansado Salomão: "Nada de novo sob o sol, o que é já foi e tornará a ser".
Mas que dizer agora se duas ou três personagens da cena brasileira em Brasília pretenderem que têm o direito de esconder de todos, para sempre, o conhecimento das deliberações governamentais do presente e do passado?