Para os fanáticos pela avaliação, uma anedota que circula na web.
A- Exercício:
6 + 7 = 18
B- Análise :
A grafia do número 6 está absolutamente correta.
O mesmo se pode concluir quanto ao número 7.
O sinal operacional + indica-nos, corretamente, que se trata de uma adição.
Quanto ao resultado, verifica-se que o primeiro algarismo, 1, está corretamente escrito - corresponde ao primeiro algarismo da soma pedida. O segundo algarismo pode muito bem ser entendido como um 3 escrito simetricamente - repare-se na simetria, considerando um eixo vertical! Assim, o aluno enriqueceu o exercício recorrendo a outros conhecimentos... a sua intenção era, portanto, boa.
C- Avaliação:
Do conjunto de considerações tecidas nesta análise, podemos concluir que a atitude do aluno foi positiva: ele tentou!
Os procedimentos estão corretamente encadeados: os elementos estão dispostos pela ordem precisa.
Nos conceitos, só se enganou num dos seis elementos que formam o exercício, o que é perfeitamente negligenciável.
Na verdade, o aluno acrescentou uma mais valia ao exercício ao trazer para a proposta de resolução outros conceitos estudados - as simetrias...- realçando as conexões matemáticas que existem em qualquer exercício...
Em consequência, podemos atribuir-lhe um excelente...
Acrescento eu: quando o errado vira certo, avaliação é embromação. Às vezes, cara e perigosa.
Será talvez por critérios semelhantes de vista grossa, complacência, cumplicidade ou até puro faz-de-conta que se acham os índices de aprovação do governo de Lula. INDIVIDUALISTA, dono de uma personalidade dobre, quase nunca tem nada que dizer o Presidente. Precisa aprender a silenciar. Agora saiu-se com o equívoco de insinuar que só a imaturidade pode querer ver nus – artísticos ou não. Provocado, fala sempre qualquer coisa, diz gracejos insípidos. Não liga para ninguém, acha-se e ao seu governo incomparável. Como se dissesse: ganhei, ganho, governo sozinho. Arrogante, tem obtido uma aprovação interna passiva, bovina. Nas batalhas externas, só nos promove a condição de Nação periférica, subserviente. Tem horror à decisão; paixão pela omissão. Deixa que tudo se resolva sozinho, enquanto maquina, tece a sua máxima permanência no Poder. Viaja tranqüilo, alheio às reais necessidades do Governo, do País. Quando se for, não será lembrado senão como outro grande atraso nacional. Nesse ínterim, a Nação padece, meio órfã, vítima da própria modorra, leniência, como o aluno do exemplo acima.
ResponderExcluirA conta será muito alta e não deixará de ser cobrada quando o errado vira certo.
ResponderExcluirOs atuais gestores de trânsito em Fortaleza conseguiram instalar diversos fotossensores e não houve tanta reclamação quanto antes pois a maioria acata e respeita as regras do CBT. Infelizmente, não sei se por falta de agentes, o estacionamento irregular não foi combatido e agora diversas ruas só permitem a passagem de um só veículo, pois os dois lados estão ocupados indevidamente, na Carlos Vasconcelos, Gomes de Matos, Antonio Augusto e João Cordeiro, por exemplo. Se o próximo gestor quiser combater esses infratores mesmo com o respaldo da maioria terá grandes dificuldades. E alguns poderão avaliar e pensar que a anterior era melhor.
Dr. Lúcio,
ResponderExcluirIncrível como esse exercício
atravessado e torto é largamente praticado pelas esquerdas. Para eles - que têm como dogma a máxima de que os fins justificam os meios, resultados (mesmo matemáticos) têm componentes subjetivos para justificar desvios, abusos, atrocidades, e até para explicar ditaduras tiranas em pleno século XXI, como a de Fidel. Para eles, não é o regime socialista que pratica atos de terrorismo, mas sim os cubanos que tentam fugir daquele regime. Não é também prender pessoas pela vida inteira, nem fuzilá-las. Nem afundar balsas matando famílias em fuga. No cálculo vesgo deles, crime é tentar fugir de Cuba, conforme previsto no artigo 216 do Código penal cubano, que pune com prisão todo aquele que ousar buscar melhores condições de vida ou sonhar com a liberdade.
A lógica que norteia o pensamento da esquerda é bem resumida por Olavo de Carvalho, quando diz: "não é a finalidade que determina o processo, mas o processo é que determina a finalidade. Esta não é senão o processo mesmo considerado na sua totalidade."
Os articulistas de hoje chamam isso de relativismo da esquerda. Ou seja, a verdade é sempre relativa. Como no caso apresentado em seu texto, o resultado sempre pode ser avaliado dentro da conveniência.
Um bom exemplo disso é o do líder do governo na Assembléia cearense. Passou o governo anterior combatendo ferozmente a terceirização dos presídios, ou seja, naquela época, o resultado de 6 + 7 pra ele era 13. Agora, convém defender as terceirizações no governo Cid. E o que isso significa? Que agora o resultado de 6 = 7 é com certeza 18. E haja retórica vazia pra justificar a conveniência do momento.
É como afirma com preciosismo Reinaldo Azevedo: "A falha moral essencial de um esquerdista está no relativismo. Para eles, não existem Bem nem Mal. Os eventos valem por sua utilidade instrumental."
Cris
CARA CRIS,
ResponderExcluirSEUS COMENTÁRIOS SÃO PERFEITOS.PARABÉNS!